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MÁRIO DO GOVERNO.

-i ST »*>•'•-

.foro de IjjfSOÔ róis, imposto em uiíia propriedade 4 Ferrei-parlo com os herdeiros de Amado, da itna.-r-.Utn „___iro de feno e moita, e terras de milho: parte com her-jdtíi» dja Fermjarw) Cardoso. -;•* Outra tern» no* Ctotwal: parfe com Francisco Ferreira, da Boa Vista,— EtnpbyteuUi Manoel Tellea Eebetlo, do Frade.;...................... 18$000

IELHO DE LEOMlt.

Convento ç?e S, Fran-

d* cinco alqueires de cen-tjgíô t eínco ditos de milho, im-^eín uma leira no sitio do e: parte eom terras da Na* t — Uma dita ne sitio da _vandelra : parte com Manoel d? Veiga*— «Outra dito no sitio da Solveira: porte coroJu* tíào Sarmento. — Outra dita ao (jhiteirínbo: parte com Ca-seijairo Cardo&o.— -Outra dila pé sitio Ao Santo : parte com a estrada. — Outiu dita no si-tio doPasseíro: parte com Ju-iílo Sarmento.— . Pm lameiro no sílio do Toitniuho: parte cora a estrada. — U ura torra no tiliq da Trigueira : parte com - JoBâo Sarmento, — Uma dita no mesmo sitio: parte com fazendas do Estado. -jUina leira e fraga pegada nos Machados. ,—^Jtn linhar no sitio do Aresta! : parte com Manoel Veiga. — Um palbttl no sitie da La-

Se do ]Povo: parte com quero eva e haja de partir. — Em-pbytheuta José Fernandes Caibam ..................... .'

CONCELHO DE CABIA.

fi&tincta Casa do Infantado, O fôro de ofto aíqueiree de trigo, imposto em um lameiro no sUÍQ oa Senhora dos Passos; parte com Bernardo de Lemos Beltrão, a estrada que vê i para aTaia. — Unaa propriedade chamada s= a do Cafco = : parte com Beroaído de Leraos Be U trão, e Maria Antonia.— Uma •vinha possuída pof António kòu-' de Vide, no sítio doYal-

ho: parte com Bernardo

de seis alqueires de cen» » imposto eift uma regsda VaJle do Moinho : parte de tòa banda eom a ribeira , e da outra com António de Sft-^paífcra,— Uai serrado á Laja 4o Arado: parte de uma banda com caminho do ConpeJbo? r^^ptoaio Perfeito. — Emphy-íesjta Ignacjo de Olheira O fòro de quinste alqueires de denteio e ?m frmnglo, imposto aaa uin* horta .6jfl Cajrja; parte «ma «ft*a&. de Áita Leo-BOF* « catmnno do pfm>. _ Uca fernufo «o sitb doiAmlei-mês j parte ootp An^elka Ri, ta,— Urna leira aoCwgo: par-t* cora Riba Leonor __ Ora pou-Loes.

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0» DA UTÍ1KA.

Convento de N. Se-da QUoa, no TojaL J

<Âii5.Unm p='p' feím='feím' àã.fâ.='àã.fâ.' parte='parte' ji='ji'>

José de

&tô de 000 rè^S,* imposto ó m píK)pfieda4e de

terra siu eta Mói menta da Bei-rã, na Lagar da Tablado; par-te cora os caminhas puplicos. r— Emphyleata D. GerUudes Hicarelina de Almeida Cerva., lhae*......................

O foro da cinco alqueire* de trigo, imposto em um lameiro no sitio .da Ponte de Segões: par* te com a ribeira.-^Emphyteui. ta Ànaa da Almeida........

Ofôro de dous alqueires e meio de trigo, imposto em um lameira-á Ponte, limite de For* tes : parte com a estrada e fira-i pbyteuta.-r^Utn lameiro ^Carga, limite de Segôes: parte com'Deão d'Adsormil, e José Ferreira; •»-*Uma leira sita ao Valia de..Qarvalho, limiU de Segôes: parte com José da Ser* rã, de Santarém,-~-Uina belga áe terra sita á Ponte da Son-tosa, limite de Segõesi parte com herdeÍTos de Manoel Ani toni0.*~*vEmphyteuta José For-

i ewa ... *.............,..«.

S3Q5 O fôro de dous alqueires de trigo, imposto em uma terra sita ao Oaa&i, hraite de Segôes! parta -eom Tbeotonio Corrêa, de Segèes, o cocrj o Deão d* Ad-sormil,—Uma. terra sita ao VaU lê das Giestas Azedas: parte com íotá Corrêa Ferrejro, de Enaphy teuta Aoton m

' Baronia total..,. R." 776^513

Contadoria !do Tribunal doThesouro Publicpj 9 de Janeiro de I844.c=/oi<í p='p' lobo='lobo' joaquim='joaquim'>

nm NÃO OFFIGIAL,

CAMARÁ DOS DIGNOS PARES.

Extracto dá sessão de S8 de fevereiro de (Preaidiu o sr, D. de Palmella.)

Foi aberta a ses&ao pela uma hora e meia do. tarde; presentes 31 dignos pare*.

O sr. secretario Machado leu a acta da sés»-são antecedente, e foi apprevada condujdap algumas reflexões, a que deu logar certo reparo do «r. C, de Lavradio.

Mencionaram-sè os officios ao diante:

1." Do digno par C. de Porto Côvo, com.-municando qae, por doente, não tinha podido assistir ús sessôçs. —Inteirada.

Q." Pela secretaria da camará dos sr.fl depov tados, fazendo sclente que os papeis relativos ao projecto de lei «obre os meios de concluir q. ponte no Rio Ceuta haviam acompanhado p mesmo projecto para esta camará. — InUirada.

3.* Pelo ministério do reíno; incluindo o se* guinte

Decreto.

«Usando da faculdade q«e Me concede o ar> e« tigo setenta, patagrapho quarto da Carta GOQf « stitucíonal', « -depois de ouvido o conselho de « Estado -nos termos do artigo cento e dez d$ t4 mesma Ca-rta: Hei por bem adiar as corte? « geraes ó*a naçae portugueza ate ao dia vinte « c dous de abril próximo inclusivamente. O tt presidente da camará dos dignos pares do reir « no assim o tenha entendido para os effeitos « convenientes. PaJacio das Necessidades, em í4 vinte e três de fevereiro de mil oitocentos qaar ií reata e quatro. =*RAlNHA.c=/íní0rao Beff u naráo da Costa Cabral. 9

Terminada a leitura deste decreto, disse o sr. presidente que estava feebada a sessão.—r-Eram duas horas e um quarto.

GAMARA DOS SENHORES DEPUTADOS.

Madrasto da sessão de 23 4e feneneiro de 1844. (Pr«sidfHac.La do sf. GiOrjão Eeuriq.ues,)

FEITA a.chauaadj, @ estando presentes 58 sr."1 deputados, abriu-se a sessão meia hora der pois -d© meíe dia. A acta foi Bpprovaéa.

O «r. 0av4âo niad^&u para a-mesa as seguin-=tas deeferaçSes de voto:

Dtclaro que na Cessão do aia $4. -votei pelp proposta do ^r. MoiejQue, e bem assisa pela do $t. Alvas Martins,

raa\ss qm» votei contra a, proposta d,Q W. ministra dq reino, e ignqlraepte cqqtra o parecer dado sobre o officio do sr. Beirão.

O »r. deputado, continuando a. qsar da pa-lavra, disse —já que estou em pé aproveito a occasíão para mandar para a mesa urna representação da camará municipal da villa da Es-pjwwnde, que pede gê approve o projeçtq, que «M apresentes nesta pq&íi em se.ss.ão de 1& de dç-?embra nltjmo? tendente a m^l^orer £> bnija da referida villa, e bem assim o encanamento do no Cavado.

Disse mais, que não appfova o systema dd alguns sr.8 que costumam fazer grandes discursos, quando apresentam representações, ô que por isso se limita a pedir aos sr,1 deputadps, que attendarn asragõeç expendidas pela camará representante, que como conhecedora das qe-ceasidades da belU província do Minho., parece tetn direito a ser acreditada.

A declaração mandoU-se lançar na aela.

O sr. Oltoimy mandou para ameia a seguinte declaração de voto.

Declaro que se inçam modo dç sau,c}.e me i\§o ímpedjsse da assi^jp 4- ^ess^p de 2J. do corrente votaria contra a prorogação da lei que concede ao governo ppdere^ extraordinários e descucio-narios.

Mandou-se lançar na acta.

O sr. secretario Peixoto deu eoeta daseguip> te correspondência.

Z.D Umofficio do sr. deputado Gomo? 4e Carvalho, pedindo licença por quarenta cljas para ir a sua casa.—Concedida.

2,° Uma representação dfi camará municipal de Espozende, apresentada pelo sr. Gavião, pedindo que se adopte o projecto de mesmo sr. deputado para que se melhore, a barra daquella -villa. —*Acommissão de administração publica.

3.p Outro da camará municipal de Cortiços apresentada pelo sr. Pess^nha, pedindo providencias paia remediar QS tnales que. a piqvjn-Kijas d.c Trá-os-Montes soffreu com o gello. —• A commiSíãq de fazenda.

4." Um ofijcio do ministério do reino acompanhando a remessa do seguinte decreto

«Usando da faculdade que. Me ooneede oar-ít tigo setenta, pafHgrapho quarto df^CartO; con-« stituçional, e depois de pqvido D coqsell^o de (f Estado nos termos do artigo cenlo e dez da H mesma Carta : Hei por bem adiar as cortes « geraes da naçfio portugueza ate' ao dia. vinte « e dous de abril próximo futuro inclusivaraen-it te. O presidente da camaia dos senhores (Je-» pulados da nação portugueza assim o tenha « entendido, para os effeitos convenientes. Pa-íi lacio das Necessidades, em vinte e três de u fevereiro de mil oitocentos quarenta e quatro. « z= RAINHA. = António Beniarfip $$ Cotfa tt Cabral.»?

O sr. presidente disse que era cpqs6qua.neia do decreto que acaba y a de lêr-se as sesgõe? da camará ficavam adiadas para o d ia £3 da abril, sendo a ordem do dia para então, a que escava dada, e levantou a sessão ó. uma hora da tarde.

Os inimigos 4o socego publico quiseram que as suas mais repetidas asserções fossem desmentidas pelo mais formai testemunho dos factos,

f&yia, dizima* «lies, uma indignação geral, que não fisperasa para se manifestar se Dão da primeira opporUimdade. Os povos, diziam os re-volueiooarios, que eram cúmplices dos seus ambiciosos projectos. Que em sahiodo a campo toda a nação os seguiria.

Que é da nação? Acampo ia elles sahiram; quem O que ps acompanhou 7 Era q^e povoação foram acolhidos com demonstrações fqvqraveis ? Em que logar deixaram as legitimas aulhorida-dês de reassumir as suas attribuiçêes apenas déí-las íauiram os revoltosos?

ÍI necessário (jue se diga alto e bom som que uma yeis tomadas as medidas neeessarjias provavelmente esta é a ultima das revoluções porqucr Á a que recorreu a meios mais torpes.

Até aqui os revolueioowios appellavam para 'sentimentos de partido; atentavam r&ovirneQtos d.ebaixo do pretexto de ipteressfis políticos. Dês-J;a yez n^o foi assim. O dinheiro foi quasi o uni-» £P ragi© Q^B e,pp^)rega^aiD. 4- venaildadç foi toda $ sjaa ppHtjc^.

Quando os .chefes de uma iusurreiçio -syo ,^0-ipie tem peptencido a ^iffewyites naiiidos ?