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feifí 4622

4623 4624

Assentamento

no Thesouro.

I.' N.'

Prestações 11."

Idem 11.» Pensões 16.'

25 Prestações IO.9

4626 4627

4628 4629 4630 4631

Idem Pensões

f í.'

16.°

Preslações 10.' Idem ' 11.° Idem II.8 Pensões 15»"

4632 Prestaões 10.

4633 463* 4635 4636 4637 4038

4639 4640

Idem Idem Idem Idem Irtcra Pensões

10.° 3." 11.° 10 • 10.° 14.B

Prestações 11. Idem IO.9

fromes e classes.

António Júlio Teixeira de Aguiar e Vasconcellos, Egresso , prestacionado..... ........

António de Santa Thereza, idem, idcrn t.......-..

D. Felicidade Perpetua de Jesus Hcnríqties de Carvalho, pensionista ............

Francisco Joaquim Alves Vieira Lisboa, Egresso, prestacionado........... . ........

Francisco Ribeiro, idem, idem .

D. Guilhermina Cândida Dias Pereira, pensionista. (Rege a verba do Titulo n.°4618 ).....

João António, Egresso, prestacionado.. . . .

Joaquim Marinho, idem, idem . .......

Joaquim de Milhazes, idem, idem . .....

D. Joaquina Bernardina Leite, pensionista. (Perde o direito ao abono da renda de que tracta este Titulo, quando case com indivíduo que não seja militar, ou quescndo-o não contribua para o Monte Pio do Exercito ou Armada.)........... ....

José António de Carvalho Novaes, Egresso, prcslacio-nado . .............> . .,...........

José do Espirito Santo Almeida, idcm, idem

José Luiz dos Santos Machado, idem, idem, ....

José Pereira, idem, idem .............

Luiz de Magalhães, idem, idem .

Manoel do Coração de Mana, idem, idem . -.......

D. Mana Cândida de Mello Pereira Pinto, pensionista. (Rege a verba do Titulo n.* 4618.)......

Pascoal António Barbosa de Brito, Egresso, presfacíd-nado. , . ......t . ...

Vicente de Abreu Lobo, idem, idem......

Renda

Ánnval.

72J"000

72$000

33^600

2/800 6^000 3^600

43, 200 43|'200

106^116 8^868

72/000 72/000 72/000 32/400 43/200 72/000

6/000 6/000 2/700 3/600 6j'000

28/020 2/335

72/000 72/000

6/000 6/000

l 380/864 115/072

Tribunal do Thesouro Publico, 20 de Novembro- dê 1814. =zJosé Maria de -Lara Júnior.

Eriatas.—Na Relação n-.0 37 de Títulos de Renda vitalícia das Classes inactivas, íriserta ffo Diário do Governo n.°271, na verba do n.° 4410, onde se drz=É fulora sua mãi D. Maria do Carmo Ferreira = lèa-se =É tutora da segunda sua mãi D Mana do Carmo Ferreifrf.

Díía n.° 39 inserta no- mesma Dreno, n." 4466, onde se diz±±=D. Msrts Josefa Pir.es Monteiro Santeira = Jêa-se = D. Maria- Josefa Pires Monteiro Bandeira.

PAKTE 10 OFFídL.

CAMARÁ DOS D2&&G8 Extracto da Sessão de 21 de Novembro de 18Í4. (Presidiu o Sr. C. de ViHa BeaL)

BBLU-SE a sessão pouco" depois" da orna" hora" , e estiveram presentes* 58 Dignos Pares . taftí-bem esteve o Sr. M. dos Negocros do Reino.

O Sr. Vice-Secretano M. DE PefNTE oir Liafí feu s acta ás sessão antetedente , qae ficõQ ap-pr ovada.

O Sr. V. DE SÁ disse qde , fenáV-str aimuncía-do ha tempo que se estava traclando conr a Corte de Roma acerca da snppressãd aos dias santos , desejava áab«r se titfha havrdo já algum fé-' stdfapdo a esse respeito ?

Que apioveíCando a occa-sião, rrfa podia dei-var também de chamar a aftenção do Sr. M. dos Negócios do Reino sobre o grande incêndio qtíe acabava de ter Jogar ncsfa Cidade , no* qual haviam perecido diversas pessoas*. — Que lhe parecia dever o Governo tomar algumas medidas para que d'ora em diante se não repetissem desgraças similhanles , que continuamente estavam acontecedendo : lembrava pors a S. Er.a qire cm França existe um corpo propriamente esfabefeci-cTo para esse ffnr, com exercício e armadura' particular, e que entre nós se porferra fazer um ensaio, ao menos, a este respeito, o crfte se obteria com pouca despeza , distribuindo o1 serviço dos- incêndios peTas Companhias da Guarda Municipal , ás quaes- se daria uma pef trena gratiG-cacuío todas as vezes que fossem empregadas nesse serviço • entretanto seria mister que o Governo mandasse a Paris algum Offrcral , robusto e activo , daquelle Cbrpo , com um certo numero de Officiaes infenoies , e ao ntesmo tempo procurasse que o Governo francês permitdsse a- sua instrucção nos" respectivos Corpos. €dnchnií que este objecto era importante , e que devra ter-se muito cm vista, pois não havia muito tempo que vimos arder o edifício daf Eseófa PoJytex:hnica , não obstante a actividade que então se d^esenvbl-Têra5, e assim sucessivamente- ram appareccndb destas desgrarçrs.

O Sr. 5f DOS NlEGociõs DO REINO, relalivamcn-fe á finito para: a»suppressão dos dias santos, disse qtre" ff Governo" esperava , dentro em poucos dias , àVr conhecimento rfeste negocio ao- Corpo Legislativo, por considerar que assim o deve fa-(viste- que ffestfa SuFhr se contém- disposição rl) aates d*e â* publicar.

Em qumrto aa-meendw disse q«ue- d^sgraçada--menlte tínhamos1 a dfepíorar esse aconíecinrênlo, noquiaP. segando» as-parficipações recebidas-, Haviam perecido- serrTTcEirtjas , scnd*o possível que ontMuero deíla* fbsse maior, porque fmham des-srppffrecido- afinas pessoas, e não se sabia se estariam nas roinas% ou s« havenam escapado. — Que retonfrecia- como o Mgm> Par ser indispensável imrdnr de systeraa para occorrer ao? ín-cendios, e por rsso mesmo propozera a Sua Ma-gestade a nomeação de umaCommissão composta" dfe-differentes pessoas competentes para tractarera dtesfe Objecto , ss cruae» estavam encarregadas de apresentar um projecto a esse respeito , c eram O Sr. Coronel" Franzíni , o Governador Civil, e o Commandtnte da Guarda Municipal de Lisboa. AccTBStretiroir , q°Q« jálmha mandado vir todos o«r regnfamenlos , em*is esclarecimentos necessários para saber como lá sefaz este serviço , o gueto-do se achava em poder dá mencionada Commis-são, e brevemente espeíava apresentar o respectivo projecto , sendo certo que actua mente, naô obstante a mirit» actividade . por foto de meios rapWos que devem loge por-í» erB muila5« desgraçam q«« M

pedwmos

deixar tfe depíorar. Frnaímenle , disse que o Governo se não íínffa esquecido deste negocio.

O Sr. U. BE PA£SIELL\ , dirigindo-se ao Sr. Mí-BÍsíro, perguntou se hávíar afguma esperança de que se tractasse as íei às abolição das Consef-v*tof iss estrangeiras : o-bservoa qiíe já tinha faf-lado na Camórra Vfffi.fs tezes sobre este negocia, e agora íepcíia: af stra irfslancia por lhe constar , posto que não officfafHfente ,* que o parecer da Coramíssao rtfsp-ecthá (na outra Casa) se achava j^á prompÉa, e quê a stra discussão dependia talvez de um impulso qaè os Sr. s Ministros porventura ffifr poderiam dar.

O Sr. H. ECOS ff KGocros DO REINO disseque o Parecer da Comrfrissfa deJLegislação da Camará dos Deputados , sobre" o assttmpEo* em que acafratti de fa-Har o no-frre íhicftie, effectivamenle se achava promptff,, díepmdendo a sua final conclusão UFricamefife de unra- pequena conferencia , que devra ler logar cem d Sr. Ministro dos JVegocios, Estrangeiros, c o dtf Justiça, ffías q.ue rfiwrfa irâo íítthsí sido* possivcrf Ffeçar a: çff*Tttf és*â corífereií-eFa, e-m eonseqtfenda- tfes fmprfftantcs drstass-õés que até agora1 occupara/n as Gamaras, entretanto que etle (St. Mínfsífo) esperivs queaqudlíe projecto podesse entrar em discussão na semana se-

DO D u.

Continua ã dssctessâo do ptirecéf da Comrhifsãti' éf-peeialf qite o dera acerca de se converterem em leis Vanar providencia* tonícfdas pelo Govemff no tntêrvecflcf das fesíSes das Camarás. Como ríresse a pffffarvTa- ; í> Sf . =M^ DW A»fft!VTEs disse que ia traclar simpresmente- de1 molrfír o seu voto, para que a Camará conhecesse que élle não era filho de paixões-, mar sim d-as* suas convicções.

Que o parc^ef ia C"om'nrissto*dizia qrfffos'Fe-j crelos do GWerno1 eram oplimos , mas que elle (Orador) não- via ratáfo- lógica* por onde séeofffte1-cesse ré esses Berf etos eram bons ou máos , que não via senão1 palavras, qcfe eí^irimidas nfo deí-lavam- sircco* nenhnnrr, sctloo mclior c judicio.

Que o Decreto pielo qual o Governo mandara eonlimrar o pa'ga'mento dos tributos , dtfva por" motivo o estarem *s Cortes adiadas, porém que o G-orerno- de proposrtè oídcnara esse adiamen-fb, e no fim è\zi$ q;ue> infringia a Constituição do Estado, pòtqnie as Cortes estavam adiadas! Que na verdínfe esfa ra^ío- parecia miserável.

Quanto ao Decreto de 30 de Junho, obserrou que não sabia, nem entrava na questão se o Contracto do Tabaco fora bem ou mal feito, que só entravar na ondeia» ao tal Éífrercftf, poF^tfe a julgara criminosa, e não podia deixar de a esligma-lisar, pois além1 do Coveiro ferzqr aquillo.para qTíe não1 estava atiíhwistxfó, as forçai de Contracto peecava-fft1 contra» a 1-ettr* dar Carfcp que ara* d#s sua-s- cslipuferc'ões era um empréstimo' díe qfira-tr& mrf c'orrtros de réj>, ô1 qtfsH- nf* pôtfKí fazer-se s-em prévia1 atttnorwtfção- ífat* Cfòrtes e^ 0nt?a a nomeação' d1» Junres de Comtnfsíffo-, o que a Carta também proM&Kf. Qae em vepdad-e, atíalysaQ-do tsêa ma dtís Díscréfo*, òão se vi* neííee (cof» peqiienirí excepções} íenio cowsffs7 eostrarias 4 kfi f«ndana«ftfeiF; e qa* isto não era un> meio de a eonscrvar itTesa — • cofflo ímvíra (fi«er a um H-Tustre Membro da Commissão, cujo saber rejpei-tava: miiilisâimo — -porqtí'e òife entendia qn(*o meio de consertar tira* casa feWe o armínar-Ihii o* ali-cefces : qtfe de«ejãfia apparecessem outras pâ«ões cru e ff potfessierra- conreúcér, aras que afé eiitão ainda não haviam sido apresentadas.

Quanto ao Decreto sobre a orgãnísaçSo da Fazenda, manifestou a sua admiração dê que um Dlgtto Par, o Sr, Bispo de Bra"ga»?a (a quem muito venerara) dissess» hontem que alli estará a ntatorà da saber, do talento, do dinheiro, em-SHV, de tudo, e entretanto aquclla Camará não foste reputada capai d« fazer mna lei para orga-nisap as toánças! Que isto excedia a eômprehea-são bwnana, Pob esUvam aEi h>dos os elementos

para /azer leis, e por fim era preciso que o Governo Se encarregasse disso, trazendo-as á Camará, não para as discutir, mas para as approvar? . . È/nKío (proseguiu o Orador) deixemo-nos de em~ bofias, pois um pa-rlanttefalo nlê Jer,ve senão para fazer íeis.

Sobre o Decrélo dá N&jhi* éí testrucçto ptf-' blica, disse quê tíão sabiá 18 étà bom off mau, rríà* sabia que elíé ets urtí insdíto feito Ás duas Camarás, porque * d&i Sr.* Bep«kdos já baviô discutido c approva^tf 6 respectivo ptojccto, qne, seíido- femellido a esta (dos Dignos Pares), estava aftccto á Commissão de Insliucção Publica; mas o. Governo depois de alterar uns artigos, e eliminar outros, apresentava o seu Decreto para ser approvado, vinha a ser, porque a Camará do$ Pares era composta de .genle que não sabia fazer uma lei de mstrucção publiea, e o mesma acontecia á dos Deputados! Qee deste modo ficará destruída a opinião do Digno Par que dissera haver alli (fla Cagara) íado. Ponderou que isto era lerar muito longe o desprezo do Corpo Legislativo, e pedia licença aos Sr.- Ministros para dizer que deste procedimento se não podia tirar o ti Ira illação mais do que SS. El/' gostarem do posso t quetOj e mando.

Quanto a' Carta Regia que organísava a Sé de Lisboa , não entrava na questão se antes estava canblííta , ou sé' agora o esíárá raaií , pofq*ií$ Jla« rã isso não era competente; mas ria qtíe dizia respeite a ofd«n*do* , pafrecianíbe

S&hfé o Decreto (foe iftahdod allitiàr rfe portes der Correio ao Diário do Gô^efnò t ôiste qtíé não sabja êôtBe os Sr*! Ministros poderam fazer este atí^ffé ao§, 14.° do artigo t4&.° da G»fW, (têU-Oj nèíá vis que hotfvesse motive par» isentai õ Dla-rm e não os ou três periódicos , eoíttô áéveria ser em Vista do ostro artigo da Carta eft qftre se díf que a lei é iguaí psfra I0ê0s ^uef preíeja1 quáf castigue.

Paliando do Decreto de 16 de Abril, disse que vrá nelte ttrfia grarídiásfÉaa ineotfèíe&eif , pofqtr* se es Sr.' Bispos liffbarít di refle á qae lhes -fossem entregues os bens das mitras , indisputável-* mente o tinham também a que o Governo lhes restituísse todos os rendimentos desses bens , e então nato tia que se fizesse j"ustiça enliegando-Jbes ow capitães, e não os interesses , a que t^ ttbsffif igual direíío.

Disse que via sítí oulros Deoreies m* reaMerd-e miseráveis, e taes erara áftf&éltes — perdoe se imndfítt dar vttÈst Gspella de eèrta Ordtà» Tereet-ra para um lheatro — o ésè 48 olíveírís — '£ & que ordenara a troca de ttrfi btfteadtf de terreno para manobrar o Regimen!» ífi-i^^qoe? nfo pa&iifní ser motivos para o Ministério* fegisfar ; m»s qEFê o motivo fora o rasgar a Cdf-ftS, porqtfè ô» DéCTe" tos não peccavam só na s tf í e¥rferft, nfísf lambem pffr^Be õíFendf*m irei c quatro- artigos- d a -lei Fun-^ daraental , admirando-se nnríttf (fr Sf. IfífqÉez)-de que a Commissão dissesse quê s Gaffíífa éel Pafès òkvia corts%rVaT illesas- as pretagativas -éoé diversos Poderes- do Estado, ao mesmo temptf íftfe os seus membros assignaraflí ttm p^ífeéef qae áp5-prova quantas cousas o Ministério sé íefiQbfdu Òe tirar ao Corpo Legislativo '

Passando ao Decreto do- í.* (fé Af&ste, êíSte qtíe, em sua opHrafô, elle-n?o só ataeáva a inde-t pendência do Poder Judiciário, más qttó e» ées-tí^ia completame&fe, porgee os Jarzes derxavanr der s«t índepeíwíeiítfts. Que o Governo argfrmetfts-va, cora uni artigo da Carla-, qnie ô* Jrftzes ée viam ser transferidos, mis (fae $ Gafrftr mandav q=ae isso se íírc^ê por uma íe*, ^ esta era -a é& i.° de Julho á& sntíQ passados Declarava- (ô O^a; dor) q,ue tend% lido n Carta muttas vez«sr tenéo consultado pessoas detalerftos superiores ****etf aí e de conhecimentos supéFiore* na? iffàtefíí, tt«^ nhuma delias fôfí éapaz de raos4rar-*Jlrê tf* g& da mesma Carta- que a-othorise - «s cia» éos Juizes1 de segunda MtaWrá f a-iflâà qvè talvez por deígrafa Sua não eneaHferasse nroga-el» de Éa-íealo superior aos Sp.8 Mmfstros.- ObserVotí q&& esÉe Decfei^ Jbavia d* fazer Bee«3*ari<âmíe pôí-tugueza='pôí-tugueza' decreto='decreto' depois='depois' def='def' dí='dí' havraní='havraní' hr='hr' injustiça='injustiça' eifresignarerifse='eifresignarerifse' grame='grame' sepa-vosf='sepa-vosf' methamorphose='methamorphose' isto='isto' má='má' offerecfaíw='offerecfaíw' íe='íe' frso='frso' prevarieaoão-='prevarieaoão-' enforeadcf='enforeadcf' per='per' nra='nra' s0='s0' nora-rtjpes-='nora-rtjpes-' ahi='ahi' oit-vido='oit-vido' jcrízéâ='jcrízéâ' epie='epie' pata='pata' teriar='teriar' cousa='cousa' pfê1-varfcadores='pfê1-varfcadores' as='as' liberdade.='liberdade.' aésoeutosmo='aésoeutosmo' isso='isso' eôeflflaento='eôeflflaento' nerit='nerit' ístí-s='ístí-s' seja='seja' armada='armada' pergtíbtávs='pergtíbtávs' diogo='diogo' póf='póf' disposições='disposições' etli='etli' qtíe='qtíe' _4e='_4e' adíahwséraeãa='adíahwséraeãa' qae='qae' era='era' ffgffegãf='ffgffegãf' qfteíta='qfteíta' a-héro='a-héro' sem='sem' pcrmittia='pcrmittia' oé='oé' eslayíns='eslayíns' pois='pois' mas='mas' _='_' a='a' ser='ser' c='c' yir='yir' sendo='sendo' d='d' ura='ura' e='e' iéafno='iéafno' prevaricação='prevaricação' n='n' o='o' petof='petof' crer='crer' ncfr='ncfr' _-a='_-a' lado-='lado-' s='s' t='t' akes='akes' orador='orador' èa='èa' sífeir='sífeir' tffffftf='tffffftf' horriwf='horriwf' com='com' _-o='_-o' de='de' authonsando='authonsando' num='num' official='official' fei='fei' do='do' g-u-arda='g-u-arda' fttb='fttb' classes.='classes.' éestó='éestó' govertíff='govertíff' rtagisíftar='rtagisíftar' um='um' modo='modo' professores='professores' par='par' custava='custava' ms='ms' fofftè='fofftè' em='em' és='és' antiguidade.='antiguidade.' es-qoe='es-qoe' peior='peior' _-='_-' fês='fês' _.='_.' nrerpal='nrerpal' professor='professor' essas='essas' na='na' áeus-='áeus-' _-gfares='_-gfares' exclamou='exclamou' que='que' eefettor='eefettor' pars='pars' uma='uma' fo='fo' áuzias='áuzias' ihberfeáe='ihberfeáe' fraesr='fraesr' vontade='vontade' gam='gam' ftffftíéêfff='ftffftíéêfff' gíaos.='gíaos.' para='para' estivessem='estivessem' colfocac='-se' ss.ex.f='ss.ex.f' dôudé='dôudé' não='não' _-eachefia-='_-eachefia-' ora='ora' à='à' tag0:_='_:_' os='os' dmfttir='dmfttir' exigiret='exigiret' ou='ou' rnuae='rnuae' orm='orm' miteiísfftsí='miteiísfftsí' juizes='juizes' esõlfer='esõlfer' escrsfes='escrsfes' dspfç2fr='dspfç2fr' posição='posição' poria='poria' amen='amen' eatão='eatão' s0w='s0w' seria='seria' uwa='uwa' quanto='quanto' porque='porque' frftfanelff='frftfanelff'> salteador , ara» ladrão b oondeffiuasde ouvida antes , e a tím Professor, a ups Oíleí^l, nSo- se Jh« âítíftitte defezax, e é oonrffemnâdo; ra«s por^oe? Porque não foi um scrvij da Ministério , porque nã& votea cerao elle qmz nas eleiçSes á carga cet rad*# e oâ« por outra ©oufta . , frejfetia que isto nem era liberdade nem absolutismo, que era: peior ; que no absolutismo havia eertas forradas, certas íegr«s tfe-flnidss, qufr seguidas á pisca mw barra crimfl ; «a» agôíta Qi0 feavería senão a vontade dôS SeS Ministros, e etUt tô» oíferecia gtÉaafto nenhuma.

Reflectiu o qae poderia esperar-se um Ministério qare feeftarta lar, e comractlia todos os excessos, o maiof desprezo o Corpo Legisialisãf -que um Digno Par tinha bontem dito, missão dos Juizes autborisada pcloDec dê Agosto era sujeita a certas formulas r dou que não via formulas nenhumas, 9 garantia irrisória do voto deliberativo lho d'Estado, pois que os f r." Ministros raotfopoíte rfes*» corporação , e tanto que, do-lbe a Camará a cópia de certas actas do me mo Conselho, ellcs as não quizeram communl cãr- q^ue por tanto isso BÍO era garantia, er ama embofia. ^— Disse mais qae o artigo 2.* do' tal Decreto estabelecia as residências, porém não dizia quem ai havia de julgar: que pró* vavelmente seriam os Ministros nomeando Com-missariorfl pira isso; que já tinham arrogado o Poder Legislativa, e podiam também arrogar a Jíídítiafío. — Qatí séf tinha dfto qtn* n'outro tçnn pó os Juizes se não queixavam das transferencias; respondia, primeiro que ellas eram ordenadas por lei, e em segundo logar , que quando as recebiam como castigo era depois de um processo; entretanto, quando assina não fosse, não havia paridade nennuma, e que elíe (o Gradar) laBfen-tava que um Jurisconsulto se servisse de tal razão, nem podia colher o

Tfacton efit§õ tfe r^spoflíef f fijfti ópinílo 4^1 Sr. Bispo de Bragança, por lhe psrecer òm pouco errónea, relativamente á gratidão, e disse qae respeitava este princípio, mas não tão exagerado, pois S. Es." levara a gratidão 8 am lia poít-to qm ficava íèimâ ao éfàSf tfi ^èá^ f

Cofecluia qae votava coritra o parcecf da Goffl^ missão^ contra todoít os Decretos âpreséntadds pfr» e f of tíma eenstfraí set^ra ad Mínís*. e qae, se aásim eomo era; Par. proporia a o

vê expriÉação , seguiram-se a fallar os Jfe/ Dfl-que de Pa l mel l a , e Ministro dos Negócios do e^ew á^ift-áís, joi» não podenm hoje ptíttíear, c o

O Sr. VICE-PBESIDBNTB deu para ordem do 4% a continuação íesíe debate, e fechou a Sésslo sendo quasí cinco horas. -

Ifo^Diario de honletó, a pag. 1332, «t* lin, 84 (disc. do Sr. Bispo de Bragança), ;ar de —ensiriar-lhe=Iêa —insinoar-Ihe.

CAMAHA DÓS SJSUHônfiS DEPUTADOS.

Extracto ãa, Smâó de 21 de Novembro de 1844 . (Présid*n4i

( Estam pré sente, o Sr. Wnútro do t Negócios Es-

Ui»

fiWÍs 40 éftfffipfeteí d» (tonta da sua

êe ÍStf $ ft^» — Mandaram-se dislrl-

rêprêíeffíír§Sflf dw pharmaceuticos doCon-eeín& èé éafa» ápWfi^faéa-ffllo, Sr. J. Bernarda de Soiís» f contra o Decreta de^íWhU^ítftpr bro> dcstep anu». -*• Á Gommfssão de Saade Pu» fottfrs,

â bondade de êenvidar a illustre Comniís-a "quer» foi dirígiáo um requerimento de & qm se aebam presos no CasilêW , li» olÈa.meies, e (}M é Gamar», ã Aift <íe p8èntif='p8èntif' objecto='objecto' sôbr='sôbr' prejcer='prejcer' peado='peado' írrogar='írrogar' disse='disse' ftã='ftã' dar='dar' pàido='pàido' nem='nem' mjfr='mjfr' qiue='qiue' ea='ea' sr='sr' a='a' cfaê='cfaê' tet='tet' e='e' í='í' çoânt='çoânt' sr.='sr.' et='et' nrembros='nrembros' o='o' ééfttuf='ééfttuf' p='p' este='este' tf='tf' coi='coi' da='da' ffíttsíres='ffíttsíres'>

de

ORffSM £0 W A. (t- di*e9ês&Q do projecto O Sr. /. tf, 6s«?«« if o tPibuto proposto1, per se não e?ra tteczss3$í9 ferdetêtíâ esp^tff

aeís afgttmenl&sí que te feaviam coirmã é p?o|«tw*

seiòpre fó*a contrario á a

d«»í e

sagrada e ãAnlroat * sempre »a* f ae desejava tf»» f«P se pozemm esta*

no centro da Camada í e «ad« »l^

twbuíçáo dlreetJS potcffiô sio íaotoí oa1 fia, nesía eotteribnfção^ são tantas as fite te empregai ^ nos laiífaroentos e na beatiçía r cjues achava çee nada seria ffltfii só pá» do f tfe 4»pHô4a: sempre eo«^ícag