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l?oiír«gwci Pereira rFerra*. = Jodo Maria de T-mrfc*. >'

Está "conforme.

CW«-

Condições tio Contracto^coin d Co • fiança ú que se -refcté ó Dtcreltt

íAíem dos rendimento* que esilâocc^nsi geados á Companhia Confiança, -em virtude dos Contractos celebrados enVvirTte" e seis de Março, e •vtnte '-tí Ires de Novembro de 'mil oitocentos irirt-ta e' oilo-, a mesma Companiiia receberá do(s terço» de «que resta por cobrar, ida Decima do a-nno pconomico de tnil oitocentos tnuta e no» \v , ate se concluir o embolso dos oitocentos e trinta contos de reis adiantados °na conformidade do segundo dos referidos Contractos.

§ único. — Esta disph»ição começará a ler •«f fé i to recebendo a Companhia os dois terços da' cobrança que da mencionada Decima ae eífec-' tua r cm todo "o presente tnefde -Dezembro. •

• 2.'

Se até trinta e um de Dezembro de iml oitocentos quarenta e um a Companhia não estiver embolsada da sobredita quantia dr oitocentos e Inni4 contos de réis, o Governo proverá ao ímmediato pagamento

• Paço das Necessidades, em d«zenove de De-remhro de m^l -oilocenton t? quarenta. -=^(,'^nde do fíomfimt^=. Rodrigo da Fowseco iVlagalhát». s= dnlomo- Bernardo da ( 'oita Cobrai. ^^F lo-' rido Rodnghe» Pereira Ferraz. := Esta conforme. = Joáo Marta de Toirea.

• Terminada a leitura, dv^e • » • O SR. GENERAL ZAGALLOi — Pela

leitura. que se acaba d« ta&er, venho -noconhe-eimento de que a maior parte dos dooumeuios que instruem er-se Relatório se acham já publicados nn Diário dó Governo; a única cou-ea que me parece que não está ainda impieí-ta são as medidas relativas a (mancas: pon consequência entendia eu que, puraseeconomi-8ar:.dinheira , e teihpo^ cimviria quê o>Relato-TIO su mandasse imprimir, refermdo-âe aos documentos que estão impressos no Diário, e im-pnmmdo-se na stia integra os documentos que dizem respeito a finanças', por que esses., que eu saibn , ainda níio toram ptibltcados. >

A Camará annuio a eslc aíbUrio,; e disse

O SR. MIRANDA^ — i Também me' parecia conveni

O SK. LOPES ROCF1A : -* A mimiparella tenha dado o geu Parecer sobre a *na-tcria que então e se irppriíoa esse P-arecerVe com pile o Jlelatorio e documentos que ainda •se, não acham publicados. 3 *,

O SR. GENERAL ZAGALLO:— Tombem acho'convéniente que o Relatório seja manda? do a uma Comoiissão, mas pârece-me q uo se ecor DoMiumrra tempo mandando-o desde, 'já impn-nir iconros documentos que ainda não foram p u-* bl içados; depois se imprimirão Parecerda Com-mi -ao, e entretanto podem os Membros. dU

DIÁRIO DA CÂMARA

CftTnáía.-pòr-áè 0,0- facto d« matéria d-o mesmn RfJatonio^í deste .modo ficarão preparados pa-ra'quando &qui venha.a tractar-se as qwestòes j^ue-ndle^se'involvem. . '

O SR. PEREIRA DE MAGALHÃES: ~ JEu quero faaer algumas ponderações áobre a idea de.mandar o Relatório a uma Corniiussão, e » Câmara'depois tomará a rc-solução que bem íbe pareça.- -f Para que fim vai o Relatório a uma Commissão? Sem duvida puro que acerca delle esda Comunhão dê 10 s«u Parecer. Ora se o Parecer da Com missão lor, que se approve aj coaducta do Governo, lemium grave inconveniente,; e vem a ser; que. como a, Ca 01 a rã dos Deputados lambem ha de.examinar'o. Relatório, pôde cila decidir que.se accuãe

O Sn. VKl.LK'/CALDEIRA:V-Nó» estamos aqu4 contumadamenle invocando precedentes , mat queraiho-nos esquecer de,lles qtidndo fn? conia a al0'inn de nós.— Que f«4 ^ Cornarei qimndo lhe foi apresentado o Reljloiio do GnverVio-sobre-as >r«cla«taçòri .lngle/,ns? Aí andou-o imprimir, e dfslrimnu-se depoi» de. im-preaso; sem que porém se nomeasse Comumsào al^t/íiia, ale que e?te negocio «eiu regular mtMi7 te dá outra Camará. Minto bem diz o Sr. Pe-reira de1 Magalhães, qualquer que1 fosse a,opi-nido que aComnussão emillisáe (se a «lia sere-metlèsse)1 neceit-anaun-nie havia, de ler i4>co-»ve-nienlea. Agora não pôde.deixar de SP .ctuvpur o que aCauiwra u c-abo u de resolver; ulo é, que o Relatório se imprima; depois dp impresso to* maremos conhecimento da «ma ivirUtíria , e sede fui u rO''v i r mós que Ira algum motivo por, quede.-va -ser mandado a umu 'Commisbão, enlào se mandnfá a''ella.

O SR. DUQUE DE PALMELLA : —Estu e uma das qu^híòts que,, de qualquer maneira que se decida, dccide-se brin : 'vem a dar ijuaM no mesmo.1 As ponderações feitas p«lo i?r. pereira de Magalhães 'parecem-me muito justas, mas essas ponderações suo a «mesmas que a. Coru-missâo Tara'.-se MJ Ihe^remttler o Relatório, is-In é, que o Senado não podia tomar um conhecimento f o raia l delle,. por que seria pobsivel que se -verificassem taes inconvenientes etc. Mas sendo isto dito., por uma Commissão upres^nta-va um caracter de mais formalidade, « lambem deste modo se terá dado um andamento ao negocio.-i-Tanto, fa/ que o Relatório se nupri-ma já, e que depois seja remellido a uma Com-roíssào, como que. desde já se lhe'remetu , e depois se mande imprimia; ec«vi*a quei\^o val-le a pena de quesliooor. Entretanto, o impn-

-ne f n^cffe th?' dar destino, indrc* qup sf nfto. t f achará -mni^ du maioria,, e, ^era prec,i*o que um Membro /Jes t ,1., Câmara tome enuçi só-bre,'8i de suscitar a questão.) 'ou ficará sem. ,quejf dejlla mais se Uacte. Parecia Lpois m,aiá curial qup se env.iasse a uma Còmmiaspo , a^qual dará ao .negocio o andamento que mais.prqprio ' òchar. Em qualquer, do? casos,' çon^ormo-me ,' com o que a Cantara quizqr , ppis^iào julgo que li aja grande. inconveniente , em se^esolver de um ou de oiuro >modo.

O SR VICE PREs3JD,|>.N,Trç ;-^O melhor ' de tudo é ÍAZtíT o que á ir. o R

O Sn. VISCONDE DELABORlM.':.— Ert , proponho q|i«vse n-uneif n m. a, Com-ni-^^oa^Aoc» "'

OSn.,UUQUlÀ DL 1'ALMEULA. — líu f lembraria' que talvez fosse mais própria a dê Guerra, visto qu.ií fjo Relatório se irjciu doiíió-vimenloí de guena. ^^

O Sft.OKNRRALZAGALLQ:--O diierl^ se ()ueo Rel.»tori')de«e ir a Commissào de Guerra pur que »e .Ir.icta de movnnenU,)» fje. ?ueirat p,irece-me íjue n.\o concluc; ta.iiuein eu pode-' ria dixer que pulence á de Fazenda, e a essa1 com mais ra/â<_ que='que' de='de' cauia='cauia' diplomático='diplomático' uegorio='uegorio' por='por' provém='provém' sj='sj' alorio='alorio' originaria='originaria' re-='re-' dfpioinaticaj='dfpioinaticaj' dmni.='dmni.' _='_' lanio='lanio' á='á' comnnisáuo='comnnisáuo' os='os' guerra='guerra' enviado='enviado' n='n' o='o' ininnanienie='ininnanienie' deste='deste' dependeíi='dependeíi' dmlitjiroj='dmlitjiroj' movimentos='movimentos' seja='seja' _-vos='_-vos' proulio='proulio'>oiados.)

Aa-un se resolveu. s . ^

O SB,. ^ l' blS, ROCHA: — A Coiqmissào,

d^ Marinha ach,»-se insultada, e nomeou ~ Pfe-J

sidente, o Sr. Marquoz de Loule ; Secretario f

o Si. Coslu e Amaral; e Relator a Anton'iò'dá'

• Silva Lopes Rccha. ' • ' «. ' t l O.t»l

A Camará ticou inteirada. i" ,

^E: — A'Cnma.

rã uào esta em nuinero compeleiite ;'a po"r lanlo ou ae deve ievauiar a S^s-ao, ou fa/oruiól o que se fei ha dou dias, que e, ir diacutinclo o» paragrnpbos que se seguem do Projecto d^ Resposta ao DisCuiso do Thrnno, e depois^se vó«i tara qaando 'houver numero. E* necessário que a, Camará escolha. ^

O STi.UENblIlAL^AGALLO:— E'un'o.f-lia Sessão fui, de opinião que «u continuusse a diatubsão, nàq obàtante n. "u> estarmos em 'n ume* ro, por que lallava um, só, Membro, e havia probabilidade de que elle chegasse ale certa hnra; mas agora faltam quatro ou cinco, e sfio j

O áu. VlCK-PRESlDENXk: — A O'rde«n. do dia paia Secunda feira '(18 ^lo corrente) é a continuação da di»cussào do Projecto de Res-^ posta, ao Discurso du Throno: está fechada A, Sessão. , ,

1'lrum Ires liorae e um quarto.

:3NV 10.; V, '. , ,

(((Presidência do Sr. Palriarcha Eleito, Více-President».)

ABifintvo-sE a Sessão-^ás dnàá horas dá de, venhcoii-se' á presença'de-à^-Srs. Se-nadoret, tí^que faltavam os Srs. -Barões de Al-Jnoidinha, do A l margem, de Fonte Nova, da Ribeira de Sabrosa, de Villa Nova de Foscôa, c 'de Villar Tnrpun , Condes das Anta&, ó de Terena \Jose) , Orhellus, Duque da Terceira i S«vj>a Sarmvn,' Pessahha, Abren Castello Branco , Curry , Gdmes de* Oliveira V Crespo i Nogueira Soares, Taveira, Osorid de Castro 4 Castro Pereirny Leilão, RaivdsO, Serpa'Ma-1 chdtlo , ' Azevedo e Mello , Maiquez du FrOn-teiin, Trigueiros, e Viscondes de-Beirtfj de Sá d n B.uidí-ira ,• de Semodàes. e do Sobral.

Leu-se a Acta da Sessão precedente, e ficou appinvada. ^ , ' . • f cJVl«Mn lonou-sc! a seguinte correspondência:

1." Um Officio do Sr. Senador Conde das Antas, respondendo,- a outro desta Camará, que a sua saúde o inhibe de comparecer 1&,'e que em breve satisfará ao convite qne>lhè,e' fé11 r», continuando nas melhoras que1 expém-TO i ta. ( , ' í j

2 * Um dito da Presidência da Camará dos J Deputados, participando que a mesma Cama-ira upproviir* o Projecto de Lei rewiltante da:

8

Oommissdo Mixla que se formou íno ultimo termo da passada Sessão da Legislatura, e que o mesmo Projecto ia ser redu/tido a Decreto da» Cortes','e submeltido á Sancção Real. ( ' De-nmbos licom a'Camará mleirqda.

O Su'.'-VISCO'NDE DE LABOREM: — Apresento uma Representação de Juliana Ro-síb do Carmo, .e1 sua -filha : não entrando ,,«"5 ponfoV "se a egta Cainara pertence lomar co-nfoecHnento da. matéria, mando-a pav^ a Mesa, e V. Em.* lhe

O'Sá.. T A VARES DE ALMEIDA: — O Sr. Senador Trigueiros escreve-me, -doendo que vai pòr-se a carnm^o , e conta estar, aqw 'tia Quai*ta-feira ; que. lhe chegara retardada a correspondência desta Camará, •$ se IIH mais tempo soubesse o estado em que se acha o Senado'por falta'de Membros, teria apre»eadp a âua jornada. •••" • . ,i .

' O Sm SECRETARIO MACHADO: —O Sr. Senador Barão de Almeidinha não tem podido concorrer ás Sessões, por se achar doente de «auiai > - .. • .

Í84L

(Pausa.)

Irar na Ordom d« dia qu<_- continuarão='continuarão' a='a' usíto='usíto' dibi='dibi' discurso='discurso' e='e' repltaao='repltaao' do='do' _.='_.' thrwiio.='thrwiio.' p='p' doprojfccto='doprojfccto' da='da' _='_'>

O Su. VPLLÍ5Z ÇALpEFRA:' -» Parece-me, Sr. PielSidijiite , que 'e' desnecessário abrir» se .1 discussão, ,por

4O Sá. DUQUK DE PALMELLA:*— Eu não posso deixar (ainda que pareça odioso, ,e já outro dia se disse aqui ,qúe o parecia')1 'pêuU /er alguma cou-a, sobre a situação em 'q"ue se vê esta Camará. Faílo movido pelo imptiíioda minha consciência, por que reputo quê seria necessário que se^excuasse o patnóti»m

ordinárias, mas muito nVnia é para sentir

• .1 . '

inconveniente n urna , crise tomo apresente,

que £8 s si falta pôde produ/tir »&' cptu