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48 | I Série - Número: 040 | 20 de Janeiro de 2011

Lousã (Os Verdes) e 367/XI (2.ª) — Recomenda ao Governo que reafirme a prioridade do sistema de mobilidade do Mondego (metro Mondego) (PS).
Tem a palavra a Sr.ª Deputada Carina Oliveira, relatora da Comissão, para proceder à apresentação do respectivo relatório.

A Sr.ª Carina Oliveira (PSD): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Não posso começar esta intervenção de apresentação do relatório da Comissão acerca da petição sem fazer um cumprimento especial às centenas de cidadãos que se juntaram hoje a nós, no debate deste tema, e aos autores desta petição, também aqui presentes, pela cidadania exercida, bem como aos autarcas que em todos os momentos lutam ao lado das suas populações quando as causas lhes parecem justas, o que, pelos vistos, é o caso.
Queixam-se os peticionários de que todas as pessoas da zona de Miranda do Corvo, Lousã e Coimbra apenas queriam que na linha ferroviária centenária, que desde 1906 vinha funcionando, as carruagens fossem um pouco melhores, sem frio, e que lhes prestassem serviços com mais comodidade e mais rapidez.
Os peticionários queixam-se disto porque, entretanto, os carris foram arrancados e o que se passa é que não há obras de continuidade daquilo que seria uma nova linha ferroviária moderna para servir estas populações.
No âmbito da petição, ouvimos os peticionários e decidimos ouvir também todos os autarcas que já aqui referi e também o autarca que se demitiu, entretanto, após a aprovação do Orçamento do Estado, na sequência da decisão de extinção da sociedade Metro Mondego. De todas as personalidades que foram ouvidas, oriundas dos mais variados quadrantes políticos, ficámos a perceber que há uma linha comum que os une: a defesa da continuidade das obras da construção do metro Mondego. Todos eles se questionam, não percebendo o que se passou até aqui.
De facto, dos documentos que analisámos — e isso está expresso no relatório — , há uma intrincada rede de troços e fases de ligação que não se percebe como acontecem e que não têm observância naquilo que está em prática, nas obras no terreno.
Há uma opção política de extinção da sociedade Metro Montego, mas não há metro; neste momento não há nada! Estas pessoas estão à espera de saber se continuaram com serviços ferroviários, porque o que há neste momento são serviços de autocarros, também pagos pela CP. Ora, o que os peticionários pedem é que esta questão não morra aqui! Sr. Presidente, enquanto relatora da petição, aquilo que me compete dizer é apenas isto. Espero, de facto, que esta não seja mais uma petição para ficar aqui, algures num dossier da Assembleia da República, mas que seja levada a bom porto e que alguma coisa seja feita para que a questão da necessidade destes corredores de circulação entre as terras que estão nesta zona do centro do País não caia no vazio.

Aplausos do PSD.

O Sr. Presidente: — Tem a palavra o Sr. Deputado José Manuel Pureza, para uma intervenção.

O Sr. José Manuel Pureza (BE): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Em nome do Grupo Parlamentar do BE, em primeiro lugar, queria saudar muito vivamente os peticionários que nos trazem este tema a debate e as centenas de pessoas dos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã que aqui se deslocaram para nele participarem. Hoje estas pessoas dão voz, aqui, na Assembleia da República, à indignação de toda uma região humilhada por promessas que têm sido sucessivamente desonradas ao longo de cerca de duas décadas.
Sr.as e Srs. Deputados, dou-vos conta de uma breve recolha de impressa a este respeito: «Metro de Coimbra circulará em 2004»; «Mondego: Metro no ramal da Lousã vai ficar pronto em 2003»; «Metro do Mondego a partir de 2004 — Concurso lançado este mês»; «Metro do Mondego pode avançar já em 2005»; «Metro vai chegar á Figueira da Foz«; «Metro ‘joga em casa’ no Conselho de Ministros — Reunião que decorre junto ao Mondego pode trazer luz verde ao eléctrico» (notícia de 2004); «Metro do Mondego em 2012 nas mãos do Governo»; «Grandes obras no metro do Mondego têm arranque marcado para 2008»; «Metro começa a circular no ramal em 2011»; «Obras no ramal da Lousã concluídas no quarto trimestre de 2011«»

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