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28 DE FEVEREIRO DE 2014

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A Sr.ª Presidente: — Srs. Deputados, Srs. Jornalistas, está aberta a sessão.

Eram 15 horas e 10 minutos.

Podem ser abertas as galerias.

Dou a palavra ao Sr. Secretário, Deputado Duarte Pacheco, para ler o expediente.

O Sr. Secretário (Duarte Pacheco): — Sr.ª Presidente, Sr.as

e Srs. Deputados, deu entrada na Mesa, e foi

admitido, o projeto de resolução n.º 969/XII (3.ª) — Comissão Parlamentar de Inquérito aos Programas

Relativos à Aquisição de Submarinos e de Viaturas Blindadas Pandur (PS).

É tudo, Sr.ª Presidente.

A Sr.ª Presidente: — O primeiro ponto da ordem do dia consta de declarações políticas, que irão ser

proferidas pela seguinte ordem: PSD, PCP, BE, Os Verdes, CDS-PP e PS, tendo o PSD e o CDS-PP, por

acordo, trocado o seu lugar na ordem. Encontram-se já inscritos os Srs. Deputados José de Matos Rosa, do

PSD, Miguel Tiago, do PCP, Helena Pinto, do BE, e Miguel Laranjeiro, do PS.

Tem a palavra, pelo Grupo Parlamentar do PSD, o Sr. Deputado José de Matos Rosa.

O Sr. José de Matos Rosa (PSD): — Sr.ª Presidente, Sr.as

e Srs. Deputados: O PSD fez, no passado fim

de semana, um grande Congresso. Um Congresso a pensar mais no País e menos no partido.

Vozes do PSD: — Muito bem!

O Sr. José de Matos Rosa (PSD): — Um Congresso de um partido com coragem, determinação e sentido

patriótico. Um Congresso de um partido que suporta um Governo que não se desculpa com os outros, mas

que não tem culpa da situação em que encontrou no País.

No Congresso, o Primeiro-Ministro e Presidente do PSD, Dr. Pedro Passos Coelho, fez um rigoroso

balanço do trabalho realizado nestes quase três anos de governação, chamando a atenção para as medidas

reformistas postas em prática e que já permitiram, apesar dos sacrifícios pedidos aos portugueses, inverter o

ciclo económico, abrindo as portas à recuperação e ao crescimento.

O Sr. Luís Menezes (PSD): — Muito bem!

O Sr. José de Matos Rosa (PSD): — O que o Governo tem feito é muito difícil de fazer, exige coragem e

sentido patriótico, grande motivação e uma resistência de ferro.

É natural, por isso, que a grande família social-democrata esteja, como nunca, unida em torno do Dr. Pedro

Passos Coelho, um líder à medida das exigências que enfrentamos. Um líder que, como ainda recentemente

afirmei, quando muitos estão a desanimar, nos dá esperança. Quando alguns queriam desistir, ele disse que

era preciso continuar a fazer o que tem de ser feito. E, por causa disso, começamos a ver os resultados.

É esta inquebrável coligação com os portugueses que nos está a levar ao sucesso.

Aplausos do PSD e do CDS-PP.

Sr.ª Presidente, Sr.as

e Srs. Deputados: Festejamos, este ano, os 40 anos do PSD. São 40 anos que se

confundem com a própria história recente de Portugal. O Congresso do PSD não podia deixar de evocar esta

efeméride, fazendo-o num clima de forte coesão interna. São 40 anos do PSD a lutar pelo progresso, no poder

e na oposição, nas autarquias e nas regiões autónomas. E o PSD sempre soube estar no poder, como na

oposição.

São 40 anos encorajados pelos mesmos valores, motivados pela justiça social, crentes no valor dos

portugueses, que, tendo saboreado a liberdade, dela quiseram usufruir, fazendo do nosso partido o partido

mais português de Portugal.

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