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I SÉRIE — NÚMERO 50

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coexistência pacífica entre os dois povos. Para além disso, consideramos que a prossecução desta política, que

merece a nossa desaprovação e distanciamento, representa um óbice às negociações diretas entre as partes.

No entanto, o CDS não acompanha os votos apresentados pelo BE e PCP por considerar que refletem uma

interpretação sectária e tendenciosa do conflito israelo-palestiniano, que interfere, no nosso entender, na

resolução digna e justa. Não podemos deixar de assinalar que estes dois partidos têm apresentado

sistematicamente votos de condenação ao Estado de Israel, condenando sempre a mesma parte e omitindo

deliberadamente as ações terroristas perpetradas pelo Hamas e outros movimentos radicais, assim definidos

pela UE, contra cidadãos israelitas, que contribuem, de igual forma, para a erosão da confiança entre as partes.

Relativamente ao voto apresentado pelo PS, o CDS absteve-se na votação do mesmo por considerar que,

não obstante o texto do PS apresentar uma visão bastante mais moderada e coerente na análise que faz do

conflito israelo-palestiano, deixa por dizer que uma paz justa implica necessariamente o reconhecimento mútuo

da existência do futuro Estado da Palestina, é certo, mas também a segurança do Estado de Israel.

O Grupo Parlamentar do CDS-PP.

———

Nota:A declaração de voto anunciada pelo Deputado do PSD Paulo Neves não foi entregue no prazo previsto

no n.º 3 do artigo 87.º do Regimento da Assembleia da República.

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Presenças e faltas dos Deputados à reunião plenária.

A DIVISÃ0O DE REDAÇÃO E APOIO AUDIOVISUAL.

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