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3 DE NOVEMBRO DE 2017

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Sr.as Deputadas, comprometemo-nos a fazer 25 unidades de saúde familiar por ano. Do mesmo modo que

já fizemos 36, das 50 que devemos concluir até final deste ano, criámos mais 700 camas de cuidados

continuados…

A Sr.ª Ângela Guerra (PSD): — Calotes!

O Sr. Primeiro-Ministro: — … e estamos a avançar com os hospitais que tinham ficado no «congelador» do

tempo, esses sim, dos Orçamentos da austeridade.

A Sr.ª Ângela Guerra (PSD): — Vá falar com as IPSS!

O Sr. Primeiro-Ministro: — Sr. Deputado Moisés Ferreira, convém não confundir aquilo que são cativações

que não abrangem o Serviço Nacional de Saúde com cativações que abrangem serviços do Ministério da Saúde

mas que não são componentes do Serviço Nacional de Saúde.

Por exemplo, as cativações no INEM vão acabar, porque o INEM é um serviço operacional que não deve

estar sujeito a cativações.

A Sr.ª Ângela Guerra (PSD): — E os bombeiros?! Para os bombeiros não é preciso?!

O Sr. Primeiro-Ministro: — À Sr.ª Deputada Lara Martinho, queria dizer que, de acordo com o compromisso

aqui assumido, o grupo de trabalho para avaliação do interesse público da construção do hospital do Funchal

está constituído, está a funcionar…

A Sr.ª Ângela Guerra (PSD): — Sabe lá Deus!

O Sr. Primeiro-Ministro: — … e vamos cumprir aquilo que ficou estabelecido, não obstante esse projeto ter

sido chumbado pela comissão técnica criada no Ministério das Finanças, no tempo do anterior Governo — que

chumbou a utilidade pública da realização do novo hospital do Funchal —, assim como vamos também cumprir

o acordado com o Governo Regional dos Açores para o plano de revitalização da ilha Terceira.

O Sr. Carlos César (PS): — Muito bem!

O Sr. Primeiro-Ministro: — Sr.ª Deputada Heloísa Apolónia, quanto à floresta, iremos responder com a

execução do conjunto das medidas já anunciadas.

Vamos ter — e aproveito para responder também ao Sr. Deputado João Ramos — mais 100 novas equipas

de sapadores florestais, o que significa mais 500 sapadores florestais; vamos ter, ainda neste ano, 50 novos

vigilantes da floresta, 20 que já estão contratados e 30 e vai ser aberto concurso, que será publicado amanhã

em Diário da República, para mais 30; e, durante o ano de 2018, vamos ter um reforço nos vigilantes, nos

sapadores, nos elementos da Guarda Nacional Republicana ao serviço do GIPS (Grupo de Intervenção de

Proteção e Socorro) para a primeira intervenção no combate aos incêndios florestais.

Mas iremos fazer mais do que isto. Mais do que continuar a investir no reforço dos meios no combate, vamos,

sobretudo, reforçar os meios de prevenção — quer na vigilância, quer na resistência estrutural da floresta, quer

nas faixas de proteção às povoações, quer nas faixas que ladeiam as vias ou que estão sob as redes de alta

tensão — e também o investimento que é necessário fazer na prossecução da rede primária de proteção da

floresta, onde dos 7000 km, só 3300 estão concluídos, sabendo que, para o ano, temos de recuperar 2000 dos

3300 que estão construídos e fazer, pelo menos, mais 500 para podermos, em quatro anos, fazer os 2000 km

que são necessários para completar a rede primária de proteção da floresta.

Aplausos do PS.

A Sr.ª Heloísa Apolónia (Os Verdes): — Só foi pena não me responder à questão do passe.

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