O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

24 DE NOVEMBRO DE 2017

13

A criação de condições técnicas para que este paradigma da esterilização possa ser implementado é urgente

e, nesse sentido, Os Verdes propõem também um montante para que esses centros de recolha possam ser

dotados das necessárias condições técnicas.

Apelamos, portanto, a que o PSD, desta vez, vote a favor do n.º 1 e a que o PS vote agora a favor do n.º 2

da proposta que Os Verdes apresentam, uma proposta que, penso, tem bastante utilidade ao nível do bem-estar

animal no nosso País.

Aplausos de Os Verdes e do Deputado do PCP Bruno Dias.

O Sr. Presidente: — Tem a palavra a Sr.ª Deputada Cecília Meireles.

A Sr.ª Cecília Meireles (CDS-PP): — Sr. Presidente, Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Deputados,

ficou aqui a ideia de que eu teria vindo dizer que a atual maioria era sólida.

Sr. Deputado João Galamba, eu não disse que era sólida, disse que era sectária.

O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — Exatamente!

A Sr.ª Cecília Meireles (CDS-PP): — Solidez e sectarismo são dois conceitos bastante diferentes.

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — Bastante!

A Sr.ª Cecília Meireles (CDS-PP): — Disse-o, e é, porque aquilo que acontece é a institucionalização do

concurso do outdoor. Só vos importa quem é que fica com o mérito de ter aprovado a medida e quem é que

pode dizer que a medida foi aprovada. Depois, o que acontece ou não na vida das pessoas é secundário.

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — Muito bem!

A Sr.ª Cecília Meireles (CDS-PP): — Chamo a atenção para o facto de esta lógica, que foi inaugurada, de

que só importa quem propõe é uma lógica que, no limite, se começarmos a considerar que votamos contra as

propostas de todos os partidos dos quais discordamos, nos levará a nunca mais aprovarmos propostas de

rigorosamente ninguém, a não ser de outras pessoas do mesmo partido. Isto não pode ser, isto significa que

todos votamos contra tudo. Reparem bem, Srs. Deputados: se o CDS dissesse, por exemplo, que o PS pôs o

País à beira da falência — o que é verdade — e, portanto, não tem moral para propor seja o que for, então o

CDS votaria contra tudo. Não me parece correto e, sobretudo, não me parece que isso beneficie os portugueses,

e é para isso que aqui estamos.

Vozes do CDS-PP: — Muito bem!

O Sr. João Oliveira (PCP): — São só queixinhas!

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — Não são queixinhas, é democracia!

A Sr.ª Cecília Meireles (CDS-PP): — Em segundo lugar, em relação a acusações de exercícios de hipocrisia,

Sr. Secretário de Estado, exercício de hipocrisia é anunciar despesa, é negociar despesa, para se sentarem

nesse lugar, e depois virem cativá-la; exercício de hipocrisia é ter os membros do Governo sistematicamente a

anunciar medidas e obras para as quais, depois, não há dinheiro; exercício de hipocrisia é o PS ter andado o

tempo inteiro a dizer que não existiam cativações e depois aprovar propostas para as limitar e para as extinguir.

Aplausos do CDS.-PP.

O Sr. Presidente: — Tem a palavra a Sr.ª Secretária de Estado da Segurança Social.

Páginas Relacionadas
Página 0032:
I SÉRIE — NÚMERO 18 32 melhores condições de aprendizagem nas nossas
Pág.Página 32