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25 DE NOVEMBRO DE 2017

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A estratégia deste Orçamento, e isso VV. Ex.as nunca perceberão, são os portugueses. É um Orçamento que

tem a sua centralidade nos portugueses e, talvez, por isso é que as propostas da dita esquerda radical são

aprovadas e as do PSD não são.

Para nós, o País nunca sobreviverá, nunca subsistirá esmagando o seu povo e os cidadãos ou, melhor, nas

palavras do Sr. Deputado Carlos Abreu Amorim, abafando Portugal e abafando os portugueses.

VV. Ex.as têm grandes dificuldades em olhar para o País no seu todo, lembram-se do interior quando

pretendem aproveitar as catástrofes para fins políticos.

Protestos do PSD.

Foram VV. Ex.as quem mais atacou o interior de Portugal, quando o esvaziaram das funções do Estado, como

fizeram com os tribunais.

Protestos do PSD.

Olhar para o interior do País é olhar também para o setor do termalismo.

Aplausos do PS.

Protestos do PSD.

Quinhentos mil euros foi o preço, era a despesa com a comparticipação do SNS nos tratamentos termais.

Foi o preço que VV. Ex.as pagaram para retirar ao interior um setor que servia não só o SNS, o tratamento dos

portugueses na doença, como também a economia local, que contribuía para a economia nacional, e o turismo,

de que VV. Ex.as tanto gostam de alardear.

Protestos do PSD.

O Sr. Presidente (Jorge Lacão): — Srs. Deputados, peço-vos que criem condições para que quem está no

uso da palavra se consiga fazer ouvir.

Protestos do PSD e contraprotestos do PS.

Sr.ª Deputada, faça favor de continuar.

A Sr.ª Marisabel Moutela (PS): — Muito obrigada, Sr. Presidente.

Srs. Deputados, olhar para o interior do País é olhar também para o termalismo e para aquilo que ele

representa na economia local e para o contributo que ele dá ao todo nacional e para o SNS.

Repor as comparticipações do SNS no termalismo é também a marca deste Orçamento do Estado que o

Partido Socialista deixa ficar.

Aplausos do PS.

O Sr. Presidente (Jorge Lacão): — Tem a palavra o Sr. Deputado Nuno Magalhães.

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — Sr. Presidente, Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Deputados: O

CDS requer a avocação pelo Plenário de um conjunto de propostas que apresentámos, relativamente aos

incêndios florestais, para que todas as Sr.as e Srs. Deputados possam votar e, assim, assumir as suas

responsabilidades.

Requeremos a avocação para que hoje o PS, o PCP e o Bloco de Esquerda possam alterar o seu sentido de

voto e, assim, aprovar o que rejeitaram. O que é que esta maioria e o Partido Socialista rejeitaram, vindo do

CDS, em relação aos incêndios? Rejeitaram o reforço de meios de combate e prevenção dos incêndios;

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