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I SÉRIE — NÚMERO 76

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A Sr.ª Mariana Mortágua (BE): — Queriam! Para vos dar a vocês!…

O Sr. Presidente: — Tem, agora, a palavra, para uma intervenção,…

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Sr. Presidente, peço desculpa, permite-me o uso da palavra?

O Sr. Presidente: — Pede a palavra para que efeito, Sr. Deputado?

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Para uma interpelação à Mesa, sobre a condução dos trabalhos, Sr.

Presidente.

O Sr. Presidente: — Faça favor, Sr. Deputado.

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Sr. Presidente, gostaria de perguntar se aquilo a que assistimos, da parte

do PSD, foi uma pergunta ou uma intervenção, porque, se foi uma pergunta…

O Sr. Presidente: — Foi uma pergunta para cuja resposta o Bloco de Esquerda não dispõe de tempo, tal

como sucedeu, há bocadinho, com o PS.

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Mas, se o PSD nos ceder tempo, nós poderemos responder à pergunta.

O Sr. Presidente: — Não se importa de repetir, Sr. Deputado?

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Imagino que o PSD terá interesse em ouvir uma resposta, pelo que, se

nos ceder tempo, nós podemos…

O Sr. Presidente: — Sr. Deputado, essa é uma questão em que a Mesa não costuma intervir.

Tem a palavra o Sr. Deputado Carlos Peixoto.

O Sr. Carlos Peixoto (PSD): — Sr. Presidente, teríamos todo o gosto em ceder tempo ao Bloco de Esquerda,

mas o tempo de que dispomos está gerido por forma a que os próximos colegas façam outras intervenções.

Portanto, o Bloco de Esquerda responderá posteriormente.

O Sr. João Oliveira (PCP): — Fazem uma coisa camiliana: trocam umas missivas!

O Sr. Presidente: — Fica claro, Sr. Deputado.

Tem, então, a palavra, para uma intervenção, o Sr. Deputado Duarte Pacheco, do PSD.

O Sr. Duarte Pacheco (PSD): — Sr. Presidente, Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Deputados: Perante

o Programa de Estabilidade apresentado pelo Governo, o Partido Social Democrata evidencia uma concordância

de fundo e uma divergência de fundo. Concordância face à vontade de redução do valor do défice; divergência

face à dimensão da carga fiscal prevista.

Vejamos o valor do défice.

Primeiro, em Portugal, já não devia existir discussão sobre a necessidade de reduzir o défice e de ter contas

públicas equilibradas. Mais do que um compromisso externo, este é um dever com as gerações presentes e

futuras de portugueses.

É, pois, positivo manter-se uma rota de redução e de eliminação do défice do Estado. Devemos sempre

recordar que mais défice significa mais dívida, ou seja, agravar os encargos para as próximas gerações. Logo,

não se pode abandonar o rumo iniciado pelo Governo anterior, e o Governo atual faz bem em prosseguir esse

caminho.

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