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23 DE NOVEMBRO DE 2019

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Já em 2005, recebeu o Prémio Amália e viu a sua Parreirinha de Alfama ser distinguida com o troféu para

casas de fado/Casa da Imprensa, entregue na Grande Noite do Fado de Lisboa, no Teatro São Luiz.

Em 2010, recebeu a Medalha de Ouro da cidade de Lisboa, a que se viria a juntar, nesta já vasta lista de

distinções, em 2013, a condecoração com que foi agraciada pelo então Presidente da República, Prof. Dr. Aníbal

Cavaco Silva, com a comenda da Ordem do Infante.

Neste momento de partida, as mais sentidas condolências aos seus familiares e amigos, numa perda que

fisicamente tanto empobrece o fado, a cidade de Lisboa e Portugal.»

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar este voto.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Passamos ao Voto n.º 59/XIV/1.ª (apresentado pelo PAR e subscrito por Deputados do PS e do PSD) — De

pesar pelas vítimas da estrada, por ocasião do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada.

Peço à Sr.ª Secretária Maria da Luz Rosinha para ler este voto.

A Sr.ª Secretária (Maria da Luz Rosinha): — Sr. Presidente, Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«O Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, que tem como objetivo a evocação pública das vítimas

de acidentes de trânsito e suas famílias, foi, este ano, assinalado no passado 17 de novembro, em Évora, sob

o tema «A vida não é uma peça de automóvel» (Life is not a car part), baseado no Pilar 3 do Plano Global para

a Década de Ação para a Segurança Rodoviária — veículos mais seguros.

Apesar dos esforços no sentido da diminuição da sinistralidade rodoviária, com a renovação das vias

rodoviárias, a atualização do parque automóvel e a melhoria da resposta da emergência médica, o número de

vítimas é ainda intolerável: de 1 de janeiro a 15 de novembro deste ano, registaram-se 416 vítimas mortais, 1966

feridos graves e 36 544 feridos ligeiros.

Estes indicadores, com a devastação emocional e económica que lhe está subjacente, impõem de todos —

órgãos de soberania, autoridades nacionais e população em geral — um redobrar de esforços nas medidas de

combate e prevenção deste flagelo nacional.

A Assembleia da República, reunida em Sessão Plenária, presta a sua homenagem às vítimas da estrada,

manifesta a sua solidariedade às respetivas famílias e reconhece o contributo das forças de segurança, das

equipas de emergência e dos restantes profissionais de saúde que diariamente lidam com esta trágica

realidade.»

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Srs. Deputados, na sequência dos votos que acabámos de aprovar, vamos guardar 1 minuto de silêncio.

A Câmara guardou, de pé, 1 minuto de silêncio.

Passamos, agora, à votação do Voto n.º 42/XIV/1.ª (apresentado pelo CDS-PP e subscrito por um Deputado

do PSD) — De solidariedade e pesar para com a população de Hong Kong.

Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do BE, do PCP e do PEV, votos a favor do PSD,

do CDS-PP, do PAN, do CH e do IL e a abstenção do L.

Prosseguimos com a votação do Voto n.º 50/XIV/1.ª (apresentado pelo PS) — De preocupação pela situação

no território de Hong Kong.

Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do PSD, do PCP, do CDS-PP, do PAN, do

PEV, do CH, do IL e do L e a abstenção do BE.

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