O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

II SÉRIE-A — NÚMERO 88

20

males que afetam o sistema científico e tecnológico nacional. São também necessários outros instrumentos que

estimulem não apenas a interligação entre a academia e a sociedade, nomeadamente as empresas, mas que

fomentem a contratação de doutorados pelo sector privado».

UNIÃO EUROPEIA. Comissão– Carta Europeia do Investigador [Em linha]: código de conduta para o

recrutamento de investigadores. Luxemburgo: Gabinete das Publicações Oficiais das Comunidades

Europeias, 2005. [Consult. 22 de março de 2012]. Disponível em WWW:

http://catalogobib.parlamento.pt:81/images/winlibimg.aspx?skey=&doc=110896&img=2531&save=true

Resumo: «A Carta Europeia do Investigador consiste num conjunto de princípios e requisitos gerais que

definem os papéis, responsabilidades e direitos dos investigadores, bem como das entidades empregadoras

e/ou financiadoras dos investigadores.

O objetivo da Carta é garantir que a natureza da relação entre os investigadores e as entidades

empregadoras ou financiadoras seja propícia ao sucesso na produção, transferência, partilha e divulgação dos

conhecimentos e do desenvolvimento tecnológico, bem como à progressão na carreira dos investigadores. A

Carta reconhece também o valor de todas as formas de mobilidade como um fator de desenvolvimento

profissional dos investigadores».

UNIÃO EUROPEIA. Comissão – Researcher’s Report 2014[Em linha]: Final Report. Brussels : European

Commission, 2014. [Consult. 3 de mar. 2016]. Disponível em WWW:

http://catalogobib.parlamento.pt:81/images/winlibimg.aspx?skey=&doc=120809&img=2143&save=true

Resumo: Nos últimos anos, foram introduzidas medidas, programas, estratégias e atos legislativos, em toda

a União Europeia, tendo em vista a formação de investigadores, de forma a alcançar os objetivos de investigação

e desenvolvimento dos respetivos países e, ao mesmo tempo, acabar com as barreiras impostas às carreiras

de investigação. No entanto, os progressos foram desiguais e constata-se a necessidade de esforços

suplementares por parte dos Estados-membros e das instituições para, com o apoio da Comissão, remover os

obstáculos remanescentes à mobilidade dos investigadores, à sua formação e a carreiras mais atrativas. Este

relatório monitoriza as ações que os Estados-membros e países associados estão a desenvolver no sentido de

remover esses obstáculos.

O capítulo 5, intitulado: Working conditions in the research profession apresenta os dados mais recentes

sobre as condições de trabalho dos investigadores (seus contratos de trabalho e remunerações), possíveis

melhorias e o impacto da mobilidade sobre as perspetivas de carreira, bem como questões relacionadas com a

segurança social dos investigadores.

UNIÃO EUROPEIA. Comissão. European Research Area - Support for continued data collection and

analysis concerning mobility patterns and career paths of researchers [Em linha]. Luxembourg: Office for

Official Publications of the European Communities, 2013. [Consult. 4 de mar. 2016]. Disponível em WWW:

http://catalogobib.parlamento.pt:81/images/winlibimg.aspx?skey=&doc=120813&img=2145&save=true>

Resumo: Este relatório apresenta uma descrição detalhada, procedendo à análise da remuneração dos

investigadores em mais de 45 países. Em complemento da análise comparativa do relatório, são elaborados

perfis dos 27 Estados-Membros da UE, além de outros 13 países europeus e, ainda, dos Estados Unidos,

Canadá, Japão, China, Coreia do Sul, Singapura, Austrália, Brasil e Rússia.

São disponibilizadas informações sobre os vencimentos e benefícios dos investigadores, os contratos de

trabalho, os sistemas de segurança social, a legislação laboral no setor da investigação, os sistemas fiscais, etc.

Verifica-se que as condições nesta área diferem fortemente de empresa para empresa, mas também diferem

entre as empresas e o mundo académico, nomeadamente, no que diz respeito: às carreiras que oferecem; aos

estágios que proporcionam; às tarefas e remunerações; às perspetivas de promoção e aos requisitos para

promoção dentro da empresa. Finalmente, embora o relatório se centre nas condições dos investigadores

universitários, são ainda apresentadas algumas entrevistas com gestores de recursos humanos e CEOs de

empresas privadas na área da investigação e desenvolvimento.

UNIÃO EUROPEIA. Eurostat –Science, technology and innovation in Europe [Em linha]: 2013.

Luxembourg: Publications Office of the European Union, 2013. [Consult. 4 de mar. 2016]. Disponível em WWW:

Páginas Relacionadas
Página 0005:
23 DE MARÇO DE 2018 5 4- Prossiga com as ações em curso de valorização do patrimóni
Pág.Página 5