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Numero 192.

QUARTA FEIRA 16 DE AGOSTO.

Parte OfficiaL

SECRETARIA. DE ESTADO DÓS NEGÓCIOS .. ESTRANGEIROS.

EXIGINDO o brttn do Serviço, que quanto antes se dê uma .orsjanisação definitiva e regular á Secretaria d'Estado dos Negócios Estrangeiros, o ao Cbrpo Diplomático 6' Consular-, a fim de que o Governo possa tirar deitas cla-ses as vantagens de que sào susceptíveis: Hei por bem Decretar o segliintc: ' 1.° E' creada uma Com missão composta dos Conselheiros Joíé Guilherme Lima, e António (tCandido de Fnria, do Archivista da Secretaria d'Estado dos Negócios Estrangeiros José Veríssimo da Silva, do Juiz doTribunal da Segunda Instancia José Duarte Mnchado Ferra?,, e do Administrador Geral interino de Portalegre Luiz Francisco Midosi, da qual o primeiro nomeado servirá de Presidente, e oullimo de Secretario.

2." Esln Commissão Me proporá logo as medidas legislativas que julgar, necessárias'parí 'assegurar o bom serviço desta Corporação, e 'regular o accesso de seu* indivíduos.- • '

3.° Fica igualmente encarregada de classificar todos os indivíduos do Corpo Diplomático na conformidade do Decreto de 23 de Novem-"•bro de 1836.

' -Manoel de Castro Pereira da Mesquita, do Meu Conselho, c Sucrelario d'listados dos Ne-•gocios EsUROgeiros, assim o lenha entendido, •c faça executar com os Despachos necessários'. Paiacio das NficPssidfldoa, em quatorze'dí? Agosi-to de mil oitocentos trinta e sete.= RAINHA; í== Manoel de Cutfro l'crcira:

Marlinho BarlhniomcMi Rodrigues, Escrivão do

* Tribunal de Commorcio de primeira Instari-"• cia-desla Cidade de Lisboa, por Sua Mages-••-lade fidelíssima'a RAINHA a Senhora DONA.

MAtilA II, que Deos Guarde, ele.

CERTIFICO que uni Sessão cio dito Tribunal, de oito de Agosto do corrente, ando.) foi p"rof«ri'da a seguinte ' : '

1 Scn/enc».

OTribunal Cotumercial de primeira Instar)* cia. ' •

Vista n declaração feita na Secretaria por JVlanoel Maria Donos Boto, Commerciante desta Praça,'-debaixo da firn)a = Olivier Boto =, •onde-expende as causas que principalmente o obrigaram a cessar seus pagamentos, razão por 'que deve ser considerado em estado de quebra lios termos do Artigo 1123 do Código 'Com-'fnercinl. '

- Atlendendo á expressa disposição dos Artigos 112-1, 11Q5, 1129, 1130, e 1155 do ciln-do Código. ... • •

' 'Considera o mencionada declaração', feita pm termos regulares e legecs (solvo sempre o direito de terceiro), -e por «Ha declara' a-aber"-• turã de quebra da iirma = Ulivier Boto. =

• Fixa o termo legal dn sua existência-, n cbn-iár da data da apresentação na Secretaria do Tribunal. • ' • ' ' •

Nouiêa para Juiz Commisíorio da mesma ò Jurado Manoel José' Cordeiro Gallào.

Paia Curadòíes Fisenes Provisonos o's Cré-.dores do fallido Camillo Martins Cardoso'e Sauvinel» • ' ' '.'•'•

Ordena que sejam postos os competentes scU los na forma expressa triénio mntcada1 no A'rt'rgo 1158.do Código. ' ' ' '

E quo prcstndo o devido jiiVartiorito -pelos Cu-

raàt>ras nçuiendog , affixechi e JJul)//cafía'n pré-

íwtHeSenieíija', entrem elles, sem perda de um

momento, no desempenho dos deveres consignados na Parte 1.*, Livro 3.°, Titulo 11 do Código, como exigem os seus particulares interesses,'e o bem do Cornmercio em geral. Lisboa e Sessão de 8 de'Àgosto de 1837. = Gaspar Pé» reira da Silva = Domingos dos Santos Martins ==Nun6 José Pereira Basto= Domingos António "Dias Ferreira = João Manoel Cabral = Frederico Augusto Ferrei rã s= Henrique Nuucs Cardoso = Plocido da Costa Chaves = João Diogo de Basto» = António José de Andrade '= Henrique José Pires= Francisco Barbosa de Brito = Alanoel José' Cordeiro Gallào. "' ,E com o thèor da referida Sentença, fiz extrair, a presente Certidão. Lisboa, II de Agosto de 1837. = Martinho Bartlwlomeu Rodrigues-

Parte não Offidal.

'Pariè da Sessão do dia IS relativa á urgência da Proposta, do Governo sobre a • suspensão das garantias, oue se não pôde dar junta ' áquelle extracto.

EPOIS do Sr. Ministro da Justiça disse O Sr. Gorjão Henrique»: — Sern entrar por agora no merecimento da Proposta do Governo, que pede a prorogação da dispensa das garantias individuaes, sanccionada por este Congresso em'14 do" me2 passado, seja-me permit-lido dirigir-me nos Srs. Ministros da Coroa, por pergiíntiir-lrtes se assim- como se apresentam'vigilantes pela tranquillidade publica, c salvação do systéma'actual, pedindo ao Congresso uma medida que para isso entendei! ih-tlisponsavel, .elles vom também como fieis executores dessa Lei, cuja proroguçào exigem, apresentar-nos o Relatório do uso qua fez oGo*-verno dessa faculdade por ella concedidas, e dos resultados desse uso, como é do seu dever, co~mo e expressa condição _da mesma Loi, è como o Congresso deve exigir em'honra da siia obra (apoiado); pois que somente esse relatório nos poderá levar ao verdadeiro conhecimento de tão violenta medida, e á convicção dá Koa ou errado marcha ,que o Governo tem seguido em ma leria tão interessante á Liberdade e á"Justíça , habilitando-nos assim ou a appro» var c elogiar'sua conducta , ou stigmalisar é aCciisnr seu modo de proceder, o contrario não étrigno do logar que occupamos, e seria mos-Unvmo-nos francos somente em conceder meios violentos, e só tolerados apenas na mais extrema das necessidades, e muito indulgentes ou esquecidos ern pedir as contas áquelles a quem por parte da Nação confiamos tão sagrado, deposito,'como a Liberdade e segurança-dos Cidadãos,' e o pod^r de os privar das suas mais sacrosantasgarantias ; e» pela minha parte protestei por pccasiâo' de tal Lei que assim o fa-riti, eu o faço, e continuarei a fazer'o que pro-, tostei então, se houver Ioga r para assim proceder. (Apoiado.) . " ; •' O Sr. Ministro das Justiças:—'A Lei de 14 de Julho próximo passado diz, que firido o prazo o Governo seria obrig&do a apresentar um Relatório do uso que-fizera da-medida. O pra^ éo está a terminar, mas ainda'não terminou; â essus medidos nontítí foram'exefcitadas, parle delias foi nos pontos aonde teve logar a revolta^ e em alguma parte da~ Beira'Baixa',:'por onde leril andado os revoltosos: portanto essas faculdades extraordinárias ainda hoje ex\aVcm , c ns Authoridfidcs ainda não deram parte ao

Governo do uso que tem feito para o Governo dar ás Cortes um Relatório completo como deve. (Apoiados.) O que fará 'logo 'q'ue lhe cheguem todas as informações.

O Sr. Ministro dos Negócios- do Reino disse que pouco mais tinha que acrescentar ao que' expendeu o Sr. Ministro da Justiça ; que os desejos do Sr.-Deputado não excediam 03 seus', porquanto logo hontem quando entrou na Se* cretaria procurou pelo Relatório; -porém que lhe disseram não estava promptd, nem era possível aprompta^lo para hoje, mesmo porque TI ãt> tendo ainda acabado o prazo, não havia' todas as informações; que se não podia accusar o Governo, porque parte dos Ministros^ e um em olle, ainda hontem tinham entrado no Ministério, e.por isso não podiam dar exacta informação de todos os negócios; depois demais algumas reflexões, concluiu pedindo que se tra-ctasse primei roda questão da urgência; e quanto ao mais teria logar quando se tractassc da Lei.

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DIÁRIO DO GOVERNO.

ao meu, e ainda não achei meio de o fazer a] parecer por extenso, podendo-se dizer que e quanto ao resultado no conceito publico que me combateu deu cm homem morto; e eis motivo -tombem por que reclamo desde já a ol servancía da Lei , ou antes deste contracto en trc o Corpo Legislativo e o Poder Executivo Ora quanto ;\ urgência eu não quero que se e Icja'em dúvida, e que se acaso a nova conce são passar, deixe do ser votada em tempo; pó rém a Lei e' de 14.do mez passado, esse dia cer lamente £Íb se'nt$ ,*«''|ftrit^yjje ]£ a 14 que vai.um me»; t&çios pois qii$jjTeitfr a Lei no dia 14, tHjjj» ha eisç.prriaQ^u de se •estar um'só momento semcftas •da do syftcma que rege; assim esta urgenci uâo imppdirá que ale' esse dia 14 se nos dê Io gar, apezar maduramente um objecto de tant respeito a que nos devemos entregar, invoCnn do a assistência do Divino Espirito SairloJ pá Ta que nos influa a que melhor e mais justo for

O Sr. B. da Ribeira de Sabroza , voland pela urgência forçada pelas circuinstancius) pé .diu u S, Es." o Sr. Ministro da Guerra, nu .daasi: os presos Militares, pnra uma outra pr zão que nfio fosse a presiganga, .pnra p Caste Jo, owoiliru" qualquer parte; se podcsso ser Io dos os presos muito estimaria ; mas quando na .ao turnos áquelles, a quem sernpre se linh dado urna pjtisâo dislinctn , e que era ,cssc um dos bens que os Militares deviam ao Marecha JBresford. Notou igiialmvnle que se o UeLitori jiâo podia vir completo; com tudo alguma cnu sã se pódio tçr dito; porque elIeDrputado i«n do sido viclim» .do absolutismo, sabia o qu 'enirn os ferros d'EIRei.

O Sr. Leonpl ponderou que sobre a urgenri. devia dizer que a Lei espirava amanhã ú. noi ,te, queamanhã, npo era dia de Sessão } e.entãi ,era necessnrio decidir o negocio hoje, por iss< .votava pela urgência ; e tudo quanto |iouvcss< -o dizer devia ficar para quando se discutisse a matéria; mag que era preciso decidir liojo.

O Sr. Ministro dos N.egocios do Reino pon clcrou r depois do. que diistí o Sr. Leonel, qu pnrtillavn tonto com os desejos d.P Sr, Barão do-Ribeira de Sabrosa, que vepd.o .a .iippossi b l dcde que hiiviu dn aprçscritor já ,um Delato rio complcio, se o Congresso quizor o -d». Es trcmadurii, olle fnrá lodo"3 diligencia para que venha quanto antçs. (App.iado.)

----•-----T.-t.T^£->3esc^^r.--—T-.. ., , .

NOTÍCIAS ESTRANGEIRAS.

FJIAKCA.— Paris, 27 de Julho.

O REI df Sardenha parece querer isolar jn-t< jffimcntR os seus listados, o priva-los de toda a relação commercial o marítima. Ultimamente fechou OSSIMIS portos apsWvios Hes-panhoen: asrora uma decisão do magistrado, só», .niiario de Genovn arnba do os fechnr.aos do jV!arselh:i, Estas providrnçias não s

Paliava-se csln manhã ;io ministerço do Interior, dn prisão rin fronteira dos Pjrineos, de um officiiil Frn.ncex oiie snterioruieote esteve ás ordens do General Bourmoiit, e qup^er prcr parava p;irn entrar'ern Hespanha.' ", ',

Sexta feira 28 de Julho, ao meio dia se celebrara na Igreja dos chritãos da confissão de Augsburgo, rua dos Bilhestes, em'Paris p anniversiirio dos últimos dias de JuJhp de 1830,

O Monileur contem o annuncio^guinte : ^ ConMd,ào-se os Hespanhoes residente» em pa: ris para se apresentarem segunda feira 31 de Julho na Legação de Ilespanha, palácio de Castello, rua de Riclielieii, numero 113,. ap meio dia em ponto, para jurarem a Constituição da JUonorchia, sanccionada por vS. )Vl. à Kuinha a 18 de Junho. Os que não poderem, assistir a este acto irão á Clumcellaria da Legação, rua da Michodiere, numero 7, desde o 1. ale' 8 de Agosto, do meio dia ale -ás duas noras. Os que não poderem nprfseiit.-ir-ae pe:-soalmente diiigirào o seu juramento por escrito á Legação de S. M. C. em Paiís.

A 17 pela noite npnderou-se um terror pânico dás trop.is Hollaridezas na província de Zelândia. Pecaram em armas, patrulharam, e prepararam-se para um ataque.. Ignorara-se os molivos de lal terror, mas «ttribnc-sc' á falsa noticia que se linha espalhado da morte do Rei dos í-rnrrcezes, e de urj,a insgrrciçrio ^ekn. i

As noticias de Palermo que vieram pnr via de Marselha, não são tão tristes como as que nos deu a Gaiettc de Jlugsbourg. E' certo que se fallava dos espantosos estragos da cholera, do desolamenlo d« população, e'de Iodas as desgraças que acompanham a este açoute ; mas não se faz menção alguraa do movimento político, da deposição do Vice-rei , da anarchia, e do saque de que falia o periódico AHemão ; é verdade que a data destas ultimas noticias e posterior á do* pormenores que' nos chegaram ,«or Mmrctilba. Em Palerrao morrem diariamente dei8áía9a0pesH>as, eern Nápoles de 300 a 400.

C ire u l o r que o Bispo de Cambray acaba de dirigir ao» parochos de sua diocese.

A frança vai celebrar o anniversario dos últimos diíis de Julho de 1830. Sem permanecer estranha ou differente á alegria publica que iivs-píra nnnualuientí! estu soleinnidodç nacional, a religião deseja alem disso ser útil aos ctdíidàos que succunitiircnn defendendo as leis e a líber-t/adf. Seu divino Andor pòz á sua disposição «occíirros |)»rii os que já nuo existem , e conso-lin;o(-s para os que l h «j sobreviveram. O liei reclnmn (!u nój estes soccnrros, sendo-nos muito salisfuclorio o ouvir de seus reaes lábios que. julgu ilHerpretar dignamente o voto da França no dispor, como primeira homenagem devida áqiKillits ilíusties viciimos, os sutTragios que a Igreja coucvdtf a todos os chrislãos que morrem em seu. stiio.

Aprt-ssar-vos-lieis, Sr. Cura, etc. = Luiz, Bispo d u Cítmlirav.' .

Os peiiodicns nnnificiam que o Príncipe de Tallryraiid ai-lia-se griivemenie enformo nu sua quint-a dfí Víilont-ay. J'ar.tiu de Paris um medico a Indi» a prcssu píirt' aquelle poato.

'I'udo se dispò« jj a r u que o acampam-ento de Cornpicgne , s-^i uma bella solemnldúdu mili-líir. As irof)ns tyiic devem compô-lo tem-se posto om mnrcl)» paia o seu destino. Jisic acampamento reuritTá muitas nersonagous dedistiuc-cão, e nlguns Princijiei que tem sido convidados assistirão a clle indubitavelmente. Falla-su de grandes caçad.iâ quu só verificarão «TO mesmo tempo no1 bosque, e (juo.rcliabilitarào este Kcal .exercício.

Antcs da recepção geral, vieram cumprimentar a Sua Magestade a JÍ.VINHA , Sua Mages-tade Imperial a Duqueza de Bragança , c Sun Alteza Real a Senhora Infanta D. Izahel Ma--ria; e pela tarde a Senhora Infanta D. Anua de Jesus Maria.

Os Ministros de Hespanha , de Françn , de Inglaterra, dos Estados-Unidos da America, e vários outros Agetites Diplomáticos vieram hoje ao Poço das Necessidades cumprimentar a Sua Magestade a RAINIIV.

O Ministro de França obteve do SuaMagci-tftde a R\INUA uma Audiência particular, a, que foi introduzido pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, e teve a honra de apresentar u Sua Mugestiide, j\lr. Conde de Moge, Capitão-de Mar e Guerra, e Commnndanle da Estação Nafnl Franceza no Tejo, que só retira para França; Air. de Turpin , Capitão do AJar i: Uncrra, que o v «m mnder no Commanrto ; "i; Mr. Jurieii, Capitão Tcnenie, filho do Almirante Jurkiii, actual P rafei} o iVlarUimo, eCom-nianriante do Ucpartnmeij.lo de Toulon.

A-Duqueza díiOrloans, que deveassistirdnn-Iro dê alguns dias a uma raydda no bosque de S. Germon , lomará parte nestas diversões, e .lonrará o acampamento com a sua presença. S. AÃ. RR. visitarão na mesma cpoclja a cidado de Santo Quintino, eoulrus muitas iin-mcdiqtas ao ac^rn.pamunto. (La Puix.*)

A

^. — 18 de Julho.

. eiicarrc-çuda d« examinar nle' ponlo .e pbri^uloriu p. ira o Rei Er-

nesto -a Cpri!>tl|.oiçu;9

acaba de ser no-

. Coiupòersc (is, Aír. deSchelf, piesidcn-Cond'- VYcdcJ, dnec;or da Chancelluria

do- Justiça «MI

de Air. Jiicoli, coi|-

. j|ura,dos

de Justiça,, .e pien>l)ro da segunda Ca-'

consellieiro duBolhmer.

Nriio e veidnde que os ministros L'Alten e dp \Viich lenliiim pedido a sua demissão, eb-íes' dons, homqns de Estado pro-nuncianún-ie ia uianeira mais, formal sobre a manutenção

iin (Jw

<_ p='p' que='que' isio='isio' dúvida='dúvida' é='é' sem='sem' o='o'>

deu.Jogar uquellp rumor. Tendo oRei coticedi-d'<_ suii-='suii-' estes='estes' a='a' dous='dous' jul---='jul---' ministros='ministros' confi.mça='confi.mça' n='n' _='_'> n*\ç .-ubsistirii a,Constituição. Ainda se

^ab« p partido que toinarao os Estados;

nau d.i\vjduii>0s fjii.e -estes dous hom.yns liou-adós coiu u confiuiKja dopaiz terão constante-eiu vis.ta. o inlcretse geral. (G.deC.)

LISBOA , 15 DE AGOSTO.

)SST,>DO. deodiantamenlo da gravidez de Sua. Magestade a RAINHA, foi que privgu a Ilesnm Augusta Senhora de dar Beijn-Mão no. ^«al Palácio da Ajuda, e não falia de saude. ua Mogeslnde p^ssa perfeilamente, e depois e dar despacho du manhã aos seus Álinistros, cçebeu desde o meio dia, ate ás quatro horas a tarde as homenagens dos Ministros Estran-eiros, e mais Membro» do Corpo Diplomati-o, de todas as Damas, e Officiac» Mores, 'nmaristas, ornais Empn gadas da Casa Real, de muitos Einp-egados PuM cos, e outras essoas de di^iinccão. Sua Magestade recebeu toclps da nrtncita mais graciosa.

VARIEDADES.

Conclue o discurso de Ittr. Miguel na sessão da Academia •Franee:.af • •

Não e o co)

Nuo se equivocou pois, M r. H.aymjunrd so~ bre esjei liuiiles da historia c obrigações drç drama; e.foi por isso que trasladou n eJJes stiw$-próprios sentimentos, pnjrum mais nobres que trágicos. As paixões ordinárias que animam', perturbam , e transtornai]) ; cjiia reàuscitam na historia, porque se sentem no coração, o que tem encantado no theatro 'quando unido um talento forte com uma alma apaixonada, os teiu reproduzido'como us senTia; nuo podia encontra-la M r. Raynoi-)ard na sua alma nobre .t-tranquiHa, e na sua vida laboriosa e'quieta'. MÍ»J o amor da justiça, o'licroismo da vjrtin-de, e o sentimento da independência, trulos os ímpetos do patriotismo , e as delicadezas dç>J pundonor, islo e o que1;; apresenta qdmii-nyel-rnente, porque o se:ili;i ellc mesiim. . '• -.

Com concepções simples, o linguagem vigor rosa desenvolveu estes sqiúimentos nas murfaa peças que c.prnpòz mai* ávanie, das quu<_ de='de' alguma='alguma' cuja='cuja' mais='mais' excepção='excepção' dt='dt' cloud='cloud' despedida='despedida' _.ois='_.ois' tem='tem' frun-cez.='frun-cez.' lista='lista' ácolliunento='ácolliunento' llicalrn='llicalrn' cousa='cousa' itàõ='itàõ' _0='_0' qnc-='qnc-' na='na' acção='acção' tragédia='tragédia' foi='foi' demasiado='demasiado' tevu='tevu' impciial='impciial' çôvlc='çôvlc' dcè='dcè' dos='dos' senão='senão' se='se' fria='fria' maior='maior' niiiium='niiiium' atrevido='atrevido' representado.='representado.' não='não' ta.rdntui='ta.rdntui' _='_' a='a' á='á' seu='seu' saint='saint' permiltiu='permiltiu' esinâoii='esinâoii' m='m' o='o' p='p' s='s' ontãu='ontãu' argumento='argumento'> M r.. Rayapwanl á ppe-sia dramática. • -

• Por outra parte acabava 'de io ver lançado na arena política, A;eltiiç.àp de sons cidadãos ò-tinha chamado ao corpo legislativo,, ,e iíl representar elli: uiesnio. n'ruri1 grande, drama.'Suas fitnccjOTs, :§f) ^rincipip faróis., rçdiv^itufiV-ic a calar e votar; porem depreásn os perigos da paT-tria poiteram -cm movimeplo seirn.disvçfi-s do-deputado. ,,, , • _ ; " . r l

O império tocava, o sqii termo..Sfeii.fijndadçi? tinha perdido aquelli» appjroyççào^rs.i^ oaque!T Ic favor dos succes,so*.daLiSacjedtKk' ein. l''ranoft,

pá. Abandonoc|0 sfrn. .qií.en» ^.c.oji

sons próprios pensamentos. tin!i;i juÍ£dd,{>.-ui)q

Iodes su|renq'ras,, :çs,.qtic fjofif rja, 'vjçtoriu^ pa^a quando as desejasse. ' ,-•),.

Não.sendo do.do .Bçrjúf) -3 nnui;poi;cm cio trafiiçõe^ do' passado,, de iuiore^cs db pfeíente. da? idcas dos que pensam, e da,s p.çíixôes d, a/jlcíirpdói com a queda dos grandes homens que se .lhe1 pppõein.

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