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DIÁRIO DO GOVERNO.

trctn a esse punhado de rebeldes para os dissipar.

Sainmns pois a campo, que nem combater senV preciso. Mus saiamos com ordem ; que não vmnos calm no laço que os inimigos estrangeiros e domésticos nos esttto omitindo. Assim , e pura os mesmos fins, arrojaram elles a França aos horrores daquella espantosa revolução em , que a Liberdade su •nftbgnii no mesmo pegão de sangue, donde surgiu o despotismo.

Concidadãos, os -vossos Representantes merecem n vossn -confiança, Duscangai o animo : elle velnm no doposi Io -sagrado que Ityes confiastes. Morreremos, se cumprir, defendendo-o*; roas em quanto vivermos, a liberdade do» Por-tuguezes,- as prerogalivns do Throno da Sua RAINHV, a Monarcína Constitucional e Representativa , qnal no -Ia entregou o Mandato do Povo, níio ha de ser tocaila-por mãos profanas. Palac-io dasCòrtes, em 22 de Agosto de 1837. = Maçaria de Castro , Presidente = Joaquim yelloío ria Cruz, Deputado Secretario'±= Fer-nQ.»do Maria do Prado Pereira, Deputado Se-crcUtrio;^; Custodio 'Rebello de Carval/io, De--pulpdo Sécrctanos=/osé da Catta Sousa Pinto J2aeto , Deputado Secretario.

y*f"~*— "-•"•7'» ' '•'',.' .',""7''f SECB^TA.EIA BE ESTADO .DOS NEGÓCIOS DO B^VNO.

2.-a Repartição.

MA'NDA a RAINHA declarar ao Administrador • GeroJ Juteriiio de Évora, .cm resposta ao sen Ofiic.io n.° 114, sobre a organisaçjào 3eum Corpo. da Guarda Nacional JJliovel , que nào sendo os-Jurados expressamente Compreendidos na* disposições do Decreto de 11 de Fevereiro de 1836, e.ppdendo facilmente ser substituídos no Audiência, devem por ta n to -en Ira r segundo «s suns circiimstnneias no alistamento do referido Corpo; — P outro sim, que os OSiciaes, ou Officiaes inferiores da Guarda Nacional actual, qtie forem alistados no Corpo Movei, serão considerados nelle como simpleã.Soldados, em quanto não forem .eleitos de novo; — tanto m cus, qunnto7 dissolvido que seja o Corpo Movei, leni o direito de voltar ao antigo Corpo nos Postos-, que T)e!le actualmente occupam. Poço -dws Necessidades, em 23 de Agosto de 1837. ;£: Jujio Gome» dq Silva Sa)iches*

3." Repartição,

TENDO sidd presente a SuaMagestade a RAINHA" o Orneio do Administrador tfreral in-íerino d-o Districto de Coimbra, de 11 de Julho passado, que acompanha a cópia da Representação da Cama-ra Municipal do Concç-)ho de Pena-Cô^va , em que pede providencias para ser desagravada da oITensa que julga -ter-se-lhe feito -ppla Imprensa Periódica n' uni artigo publicado no,— Nacional = ; Manda , peja Secretaria, d' Estado dos Negoccos do Reino, participar ao duo Administrador 'Geral, que ao .Governo não -compete prover sobre o objecto da iwncinnada Representação, e que *e a di ia Camará , se jnjga offendida, pôde, pelo meio da Imprensa , Usar dos recursos estabelecidos nn Lei, o que o mesmo Administrador Geral lhe fura- conjlor nesta conformidade. Palácio das. Necessidades, em 23 de Agosto de 1837. Gomei da Silva Sanckcs,

Repartição,

M AND v a RATÍ^HA, pela Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, (fue o Administrador 'Geral da Lisboa faço entregar no Poder Judicial, para ser processado na conformidade das Leis, o ipdividuo mencionado no seu Officio n." 327, de li> do corrente, que fora prezo por apresentar no Thesouro Publico um Padrão falso. Palácio das Necessidades, cm 29 de AgoHo de 1837. = Júlio Gomg» ,da Silva Sandice .

4.a Repartição.

SENDO presente» a Sua Mágeslnde -a RAINHA o Oiíicio n." 2'i'J, datotío de 18 do -corren-IP, em que o Administrador Cfer.al de Gastei Io Branco expõ,e os -revoltosos occuparam pquplla Cidade, recusando fazer a ncclnuiaçào da u boi ida Carta Constitucional de 182(>, que pelos mesmos revoltosos lhes foi ordenada , e uiantcndosti sempre fieis á Constituição de ISÍS; dtstinguinrio-se sobre todos o AdiuinistjHdor do Concelho da Seria, pela coragem, cow,quo respondeu aos revoltosos, que considerando aquella revolução, puramente mi-litur, olle se considera ri.i fiel ao seu dever, em quanto não visse que a, Nnçào se pronunciava porella: Manda a Mesma Augusta Senhora, que o referido Administrador Geral louve, cm Seu Real Nome, as sobreditas Camar7. =Ju~ lio Comes da Silva Sanefas.

.4.* Repor lf

MANOA a RAINHA, pela Secretaria d'Eslado dos Negócios do Reino, participar ao Administrador Geral deBr^gafiça, para sua in-telligencia e execução, que Houve por bem Ap-provar as medidas mencionadas no Officio n." 193, que elle dirigia por este Ministério com data de 12 decorrente; Esperando Sua* Mag.es-•lade que o dito Administrador continuara os seus bons serviços com o mesmp xelo e actividade, a fim de se poder consolidar o socego « tnmquillidade publica em todas as Províncias do Reino. Pala-cio das Necessidades, em 23 de Agosto de 1837. = /tíWo Cromes da Silpa San-ches. ---

4.* Repartição.

FOBAM presentes p Sun Mogestade a RAINHA os Õíficiós numl 127a 130 do Administrador <_3ernl necessidades='necessidades' decreto='decreto' consideração='consideração' algumas='algumas' sanchea.='sanchea.' acabar='acabar' empenho='empenho' évora='évora' participar='participar' resolução='resolução' oofíiciò='oofíiciò' _1837.='/u//o' redondo='redondo' ao='ao' ap='ap' rcpeito='rcpeito' as='as' prevenido='prevenido' feia='feia' regem.='regem.' ajudar='ajudar' secretaria='secretaria' próvnr='próvnr' guarda='guarda' sua='sua' seus='seus' negócios='negócios' dos='dos' instituições='instituições' tomada='tomada' por='por' _128='_128' doqnclla='doqnclla' _='_' corrente='corrente' a='a' e='e' nacionu='nacionu' ta='ta' o='o' p='p' naciona='naciona' merecer='merecer' esforços='esforços' incorporar='incorporar' econsolidar='econsolidar' qual='qual' manda='manda' da='da' devendo='devendo' com='com' mageslade='mageslade' n.='n.' mesma='mesma' de='de' silva='silva' data='data' bem='bem' do='do' movei='movei' proposto='proposto' soldo='soldo' cavallaria='cavallaria' resposta='resposta' das='das' _6lle='_6lle' vem='vem' administrador='administrador' reino='reino' geral='geral' em='em' dêslado='dêslado' esse='esse' concelho='concelho' hoje='hoje' na='na' será='será' _9='_9' tag0:_='vid:_' nação='nação' revolta='revolta' batalhão='batalhão' que='que' no='no' cidade='cidade' espirito='espirito' for='for' houy-e='houy-e' cotn='cotn' forma='forma' praças='praças' senhora='senhora' disso='disso' incansáveis='incansáveis' _21='_21' agosto='agosto' dar-lhe='dar-lhe' _23='_23' _.que='_.que' medida='medida' go='go' é='é' aunis='aunis' qualquer='qualquer' dito='dito' mês='mês' ha='ha' palácio='palácio' iros='iros' tracto='tracto' quanto='quanto' xmlns:tag0='urn:x-prefix:vid'>

ESTANDO Sua Mngestade, a RAINHA, firme-inente resolvida a empregar todos osmeio: necessários, assim para combater a rebellião i punir os authorcs e complices delia, como pá rã reprimir severamente a desobediência ás au-thoridadcs, e quaesqucr actos e desordens, que, em menoscabo das Leis, sejam praticados con, tra a propriedade e segurança individual dói Cid.idàos pacificos': Monda a Mesma Augusta Senhora, pela Secretaria d'Estodo dos Negócios do Reino, que o Administrador Geral 111 terino de Lisboa tome as mais enérgicas -e ben concertados medidas para obstar a que os le-vollosos sojnm por qualquer modo auxiliados e u fim duque continue inalterada a tranquilli-dade da Capital, e se nào commett.i acto ai gnm de vindicta particular. Ptilncio dasNcces-sid.ades, etn 23 de Agosto de 1837.=/w/zo Go mês da Silva Sanches.

4.* Repnrtiçno. "C^oi presente a Su» Mogestade a RAINHA o •*- OlTicio n." 23, do Adminiatiador Çerul de Portalegre, dando parte de'ler»-m sido coptu rados pelaõuarda Nacionvl Uu \7eiros seis mal feitores, -que haviam assaltado alguns homen do campo, e tinbom ferido com a maior crur;! dade onze d'errtre elles que se achavam dormin do ; E a mesma Augusta Senhora , mandando louvar o dita Guarda Nacional pela proinpti dão e zelo com que se prestou úquulla deligen cia. Ordena, que os malfeitores sejam entregue ao Poder Judiciário, a fim de serem iinmudia tumente proceslados, e punjdps com lodo o ri gor das Leis. Palácio das Necessidades, em 2.' de Agosto de 1837. = Júlio Gomes da Silva San che». ---------

4.* Repartição.

TENDO apparecido proximamento na circula cão, grande quantidade de moeda falsa de quatrocentos e oitenta reis-, com indícios de haver sido importada dos Paizes Estrangeiros e convindo que sobre «ste prejudicialis>imo «bu só se tomem as medid.is ericrgicos, e prompta providencias, reclamadas u lê pela rauitu siiui íhança,'qutí tem a moeda fajsn -coin a verdadeira : Manda .a RAINHA, pela Secretaria d^Es lado dos Negócios do Reino', que ns Autiiori dades Administrativos dependentes dwte Miiiis

.erio procurando investigar a existência do facto, e descobrir osfabricadores da referida naoe« da, ou os seus introductores, procedam acúva«i incute contra os dtlijuqiifrrtee, entregando-os,coni os Autos de investigação no JP-edc-r Judicial , para serem punidos «mi -toda -a-severidade -do. Lei, e adoptando desde logo as medidas de sua competência, que forem necessárias, para ala» Ihor este mal, proponham quacsquer oulfas, que ^nra o dito fim dc»endei«íA- ao concurso das Cofies, ou da Snncçno do Go-M«|-no. O quu «ssini se participa ao Administrador Geral de Lisbon para sua inVellig«ncia , e execução na parto que lhe toca. Pulado das Neceisidadcs, «m 12 de Agosto d« 18^7. = JtUfo Gomes da Silva Sanclict.

Idênticas se expediram aos mais Administradores Geraes do Reino, e d<_ p='p' ultrajnar.='ultrajnar.'>

THESOURO PUBLICO NACIONAL.

CHEGANDO ao Conhecimento de Sua Mages-tade a RAISH.A , pelas, informações que se houveram, B fim de s»lisfa?er-se á proposta do Senhor Deputado (já Nação Portugueza , António Joaquim Barjonn, feita em Sessão do dia oito de Março do coirenle anno, que na arre-niataçfto d» renda do* Bene do Hospital de S. Lázaro em Coimbra, em vez de terem precedido os solemnidad,e3 -legacs,xfòra ao contrario concluída com precipUdção, {Ilegalidade, c até contra o disposto no Decreto d.e 3 de Agosto de 17yO; por quanto sendo o arrematante da mesma icnda Jostí da Costa Alves Ribeiro, conhecido como rendeiro de rendas publicas, nãt> podia ser ndmiltidç a licitar, sem qUe nesste acto apresentasse CeHidào, pdr onde constasse estar concnle com a Fazenda Publica,' que de facto se mostra não estur , e tanto que contrd elle corro execução fisçul: qíie também seomit-tíia a nffixação de Edilacs na Villa de Monte-mór o Velho, em cujo caifipo são situadas as terras do mesmo Hospital; c que mesmo era Coimbra, local aonde se efrectuou o arrematação, não houve a precisa publicidade, por isso que muitas pessoas que pertendinm licitar, não tiveram noticia do dia 'da Praça: por todos estes motivos, e Con forVn ando-Se a Mesma Augusta Senhora com o parecer emitlido sobre-este assumpto pelo Conselheiro Prórurnddr Geral da Fazenda, Ha por bem, annul/nndo a sobredita arrematação da renda dos Behs do Hospital de S. Luzaro em Coimbra, Oídonar pelo T-liesouro Publico Nacional, que o Administrador Geral daquella Dislticto faça proceder a nova Praça, em que se guardarfio as s,o-lemnidades recommendadas na Lei, dando parte do ifcsuliado. Tliesouio Publico Nacional r 23 de Agosto de.l837. = 7o(ío de Oliveira.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA. '

Nos Autos Cíveis vindos da Relação dof Porlo, nosquaes são Recorrentes Manoel Coelho da Moita Prego, e outros : Q.° Recorrente Da-mião Pereira da Silva Sousa Menezes, e Recorrido João António Coelho, se profeiiu.^ Acórdão seguinte :