O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

t>íz-se que eram 5; e eu creio qiie eram 7, 3, ou quatro estavam occupados; ora vejamos isto em boa fé:nâo iraetemos aqui de nos vencer uns aos outros aos gritos: supponhamos que 3 estavam occupadõs, um não quiz ir, outro disse que estava.doente ; ou deu qualquer desculpa: sendo assim, deu-se o impedimento, nem a lei prescreve que casta de impe-tlimento devaaer — qualquer que seja: o certo é que faltavam por occupados em serviço qiiasi todos os membros da Comrnissão, ou Camará : isto e'itínega-vel; e porque não havemos de acreditar que vim ou os dois qúé se diz não terem sido encarregados de serviço algum, se escusaram (ieste? E que culpa têetn os cidadãos que anhelavam um presidente, de que este não fosse membro da Camará? Porque? res,pondc'-se -—porque os votantes 'não queriam membro nenhum da Commissão municipal. — Islo é vontade de increpar, vontade destituída do menor vislumbre de motivo — Como? Tóis se os eleitores não recusavam o próprio presidente perjuro, e falsario, liavienn de recusar qualquer homem que Mies fosse nomeado innocenle na tentativa criminosa ? Acreditar se ha uma asserção tão temerária, quando o facto da acceitação do culpado presidente destroe lodaasup-posição de intenções menos justas da parte dos Eleitores ? Oh ! isto não tem resposta. Mas diz-se — foi o presidente 'da "Com missão municipal quern nomeou o novo presidente — e o Sr. Deputado que acaba de fallur, explicou o modo corno se devia de proceder nesse negocio , que era f aze r-se um requerimento á ''Camará 'com lógica, ou sem lógica,"mas sempre um requerimento ; o presidente receber esse requerimento , convidar os vereadores para um aeto de vereação, este* votarem , e depois officiar-se ao «ooieado-, e ellc^ recebido o oíTicio , marchar, não liavendo inconveniente, .para a igreja designada-**-JBern ; mas e'preciso conceder que estando-o^'vereadores como estavam , dispersos já, a eleição se não fazia naqutííle dia, e .por conseguinte f» rã inevitável uma grande irregularidade , uma offensa da lei expressa; além disso era necessário que aquelles cidadãos reunidos-ali em virtude da mesma lei , e obe-•d-iencia-ás a-uctoridades , e

Um Sr. Deputado que neste negocio fallou larga» mente, referio-se a todos esles documentos, e não o poderia fazer se os não tive se; se estes "acompanharam irregularmente a acta não o sei eu , mas vo»do aqui os cadernos da descarga, o dos recensea-inen'.O£* etc., não posso duvidar de que elles esti-

vessem presentes á Assemblea do Collegio eleito-"ral de Braga. Não se deu pt>la falta de laes papeis; e -ea vejo, o Parecer da Comnnssão eleitoral que annulla a eleição; e neíle senão nota esta falta. (/íoptados,.) Sr. Presidente > a respeito da illo-st-re •Com missão não posso deixar de dizer francamente, que -creio--, e estou convencido de que ella lavrou o seu Parecer com'Ioda a imparcialidade.:- enteudeo assim, e cada um de nós entende com a sua própria i-nteliigencia. Ao considerar o pensa mento de tolerância q,ue presidiu ao parecer de todas as l-rés "Co.inmissões desta Camará, acho mais alguma severidade do que esp;Tav j, no dutarne desta sobre a eleição de Arcozello. Em todas, ou quasi todas as Assembléas se comtnefteram irregularidades, e algumas não, menores doqueesta, (Apoiados,) c eu qui-zera que se procedesse com igualdade: não digo que deliberadamerite se faltasse aella, toas no rnodo de ver o negocio, creio q-ue a não houve. E' o que eu peço á illustre Coínmiàsão que obs rve. Conheço, Sr. Presidente , que se fossemos a notar todas as faltas que se praticaram , estaríamos aqui notando írregularidades de eleições eternamente; mas pelo rnenos devemos pronunciar-nos com firmeza contra es fraudes que se commetteram , e a preversidade de quern as cotnmetteu, (dpoiados, ) relevando as faltas em que não houve intento criminoso. -Posso faMIar assim perante esta Camará , na qu.il conto muitos membros que já o foram da» passadas , e que sabem qual e' o rneu modo de pensar a re-peito de eleições. Não e' possível exigir em toda-a parte rigorosa observância das formas prescriptas nos regulamentos : ha sempre que desculpar faiias,-e 'pertence á consciência das Co m missões pé s a'r essgs "faltas-, e a"ltender se são commetlidas por dolo, ou 'por ignorância, ou por necessidade. C) acto pr-aú-cado pelo Presidente da eleição de S inta Marinha d' Arcozello é doloso , o acto da verdador-ra-eleição onde houve algumas faltas, não se podia praticar sem ellas: o Presidente fora o mesmo doloso f.rbri--cador xia actn falsa , era impossível deixar de fazer naquelle mesmo dia a eleição; não me parece pois qUe por causa da preversidade de urna aucíort-disdu devessem ficrfr aquelles eleitores privados do seu di-• reilo. ivias dizea),.não os snembros da Comm-issão, p^réf» sim aiguns Srs. Deputados que tem fatiado: para que vos agouiaes vós, se os dois eleitores não eram do partido da Opposiçâo , eram do Gqvenio ? A que vem isto? E' similhante questão a nossa questão? iSão estamos discutindo asssunpíos