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uma prova da iDÍnh-a independência, vindo aqui á Camará sustentar a me.nsageiw.,; que á Deposição propunha, que se mandasse a S. M. para que perdoasse aos disgraçados soldadas, qwe feviam ace-l»--maáo a Garta em Setúbal , © que estavraflí conde» demoadost a ir para a África ! (Apoiados). A pr©-tenção do actual Sr. Minis.U0 do Reino era, que a Camará rejeitasse a mensagem , porque o Governo lh

Mas os acontecimentos precipitaram-se , uma revolta rebentou no Reino, e o Governo cHspôz de num sem Qíeeotisswilar 5 nãao^iucrep/í POF isso, mas quero só mostrar a independência com que andei neste n-egocio. Os Ministros vieram aqui ás 4 horas da tarde do dia 29 de Agosto , e disseram que era, ir>d;kpe«savel que eu partisse para o Poria no dia iumiediato ; perguntei-lhe a que horas l Responde-ram-me, das 9 para ás 10 d;a maahã, e ás 10 horas estará embarcado. Cheguei ao Porto, cumpri a a rua u ha missão , tnanten-da aquelia cidad-í em perfeito socego, erpezar da gravidade das circumstan-cias, que se tinham tornado ainda mais serias peíos ae-cmtecitnentos do Reino visinho: mas porque para obter «?>âe UHV não demitti »inguem, não deporíeí nin-guecn , não persegui ninguém , nem empreguei medida nenhuma violenta v caí no desagrado d'um certo pari ido... • (O Sr. Minvslro do Reino : -*— Que partido?). O Sr. Ministro do Heino bern o conhece: mas o, Gover-fto fez*nífr jnsliça , inandando-ine uma Portei ria em que pouco mais ou menos se dí» zia , que +•-? canafantlo. a Sua Magestade a 'prudência e.discreta moderação./ com que o Administrador Gerai do P orlo usara dos poderes extraordinários que lhe f aram conferidos não empregando nenhum dxJúcs-^ -\e -mantendo a boa ordem ^ e tranqi.tillidade •daqtielle Districbo., empregando para isso qitasi ex~ cluxivãmente as providencias ordinárias da L:i,, Sua Magestade não pôde deixar de lhe mandar signifi* e«fr, que o açu procedimento havia merecido a Sita \R

(,)h ! Sr. P-residente, nesse tempo a minha ami-&a<íe que='que' con-='con-' uma='uma' duma='duma' mais='mais' me.fazem='me.fazem' porto='porto' por='por' m-irnsienaes.='m-irnsienaes.' para='para' era='era' me='me' comelles='comelles' com-broaçôes='com-broaçôes' tag5:_='desleal:_' tão='tão' pelos='pelos' homens='homens' mesouichítrarn='mesouichítrarn' mandaram='mandaram' em='em' guerra='guerra' vez='vez' ao='ao' p='p' hoje='hoje' queenlrase='queenlrase' solíifitada='solíifitada' xmlns:tag5='urn:x-prefix:desleal'>

vites para esse fim e r» Dezembro d^e 18éO. Então não tinha eu os antipathias que agora descobriram !. .

Ornando voltei ao Porto nos fm« de Março de 18él , as cousas tinham totalmente mud-ado : utna, facção quenia a todo o custo fazer sair o Sr. Rodrigo da Fonseca Magalhães da Pasia- do Reino, e-guerreava-me também a mim , porque o defendia. Um dos meios que essa facção empregou, foi fazer-nos perder.a eleição da Camará do Porto, para referir essa perda ánossa incapacidade. (f^o%es da es-querêa :— Ouçam , ouçam.) Entretanto eu fiz tudo o que p»de para que a eleição se v.encesse: reuni a deaominada Commissãa central que estava habituada a trabalhar e«i eleições ; estão presentes ó ou & Membros dessa Gotarnissão; o seu Presidente está sentado na extrema direita, que me ouve; disso-lhes que tractassem de formar â lista da Camará , pediram-me o meu voto, e eu respondi-lhes, que não qi-íeda iiiserir«-me na escoiha, quos;içâo, e effectivamen-íe alguns dos agentes conhecidos dessa facção votaram com a Opposição ! Por esta occasião mais de um» pessoa me veio assegurar, que só venceria^a eleição ( P^ozes da esquerda:—-Ouçam, ouçam) se consentisse que houvesse desordeii*, e que esta começasse da véspera; e e« respondi-lhe que não to« leraria violências, e que castigaria severamente todo o que as empregasse, e dei a este respeito as ordens, as mais terminantes aos Administradores de Julgado, aos Juizes Eleitos, e aas Regedores dePa-Faeliia, e empreguei toda a força de que dispunha para que não houvesse o menor insulto, a menor provocação, e concorressem á urna os eleitores que qtmessem.

Perdeu-se a eleição, mas fiquei eu desacreditada por isso? Não.. No dia seguinte reuniu»se a Camará do Porto , e declarou em Sessão, que era a primeira eleição livre que tinha havido naquella Cidade, a que era devido ás acertadas medidas adoptãdêteao *4dmims:irador Geral, ao, qual por este motivo se deviam votar agradecimentos. Uma Deputação da Camará foi á Administração Geral levar«rne a copia da Acta desta Sessão.

Sr. Presidente, eu era impopular no Porto!.». Porque ? Que factos o provam ? No Porto ha dois jomafls-, o da Opposição que me guerreava, n.ur.ca fallou de mim senão com louvor, e o outro, que não e suspeito aos illustres Deputados que aqui me estão com baleado, nunca faltou demita senão ao mesr mo sentido !

Eu era impopular no Porto! .. Nenhuma auctò-ridade foi mais respeitada do que eu, nern uiaisobe-decida; leuib.rern-se do que aconteceu com a mesa, da Misericórdia, que estava na posse de não prestar contas a ht»nhmna'auctoridade, e a quem eu coiri tudo obriguei- a reconhecer a inspecção, que a lei sobre ella me concedia.

Era impopular no Porto !.. . Que o diga a sua