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c referido pel» Com missão no seu parecer. Um cidadão representou ao Presidente, que não devia voltear e ler as listas, e que protestava portanto contra esse facto, por isso mesmo que a Lei o vedava : <_ verdade='verdade' lessem='lessem' jdemais='jdemais' isto='isto' listas='listas' pila='pila' relatório='relatório' presidente='presidente' pela='pela' como='como' tag0:_='cousa:_' esperdiçar='esperdiçar' illustre='illustre' differença='differença' foliou='foliou' as='as' pôde='pôde' cousa.='cousa.' melhor='melhor' distincção='distincção' pró-le='pró-le' facto='facto' explicado='explicado' _3êr='_3êr' se='se' commissào='commissào' comíudo='comíudo' era='era' volteassem='volteassem' tanta='tanta' mas='mas' _.cíaqiitlie='_.cíaqiitlie' _='_' corno='corno' a='a' seu='seu' estava='estava' d='d' área='área' e='e' i='i' l='l' tquell='tquell' deputado='deputado' o='o' p='p' t='t' obre='obre' exactamente='exactamente' orador='orador' y='y' ultimamente='ultimamente' _-o='_-o' com='com' de='de' tempo='tempo' exactiseima='exactiseima' reflicta='reflicta' aproveitar='aproveitar' diz='diz' nem='nem' um='um' entre='entre' vem='vem' em='em' cavar='cavar' vez='vez' iferença='iferença' sr.='sr.' outra='outra' _.='_.' achar='achar' na='na' que='que' foi='foi' no='no' uma='uma' durna='durna' devemos='devemos' muita='muita' tnisrào='tnisrào' lemos='lemos' abrissem='abrissem' referido='referido' não='não' papel='papel' abrir='abrir' á='á' necessidade='necessidade' nega='nega' apoiados.='apoiados.' itlustre='itlustre' é='é' aqui='aqui' cidadão='cidadão' qiliz='qiliz' quando='quando' estar='estar' dpulaio='dpulaio' ha='ha' xmlns:tag0='urn:x-prefix:cousa'>

Apparece esse protesto, e que disse a Mesa inteira ? disse que era falso (e note-se qtie a Mesa era cia Opposição) e que senão abriam as listas. Alem «disto quem sahio Eleitor nesta Assemble'a 1 foi o Si, João Victorino, medico de Vizeu. Então para que se vem argumentar com este facto? para se fazer consumir tempo á Camará : não é o nosso fim ver se o resultado da eleição fica viciado com estes casos especiaes? Se o ivão fica e se esta é a nossa missão, para que havemos aqui vir fazer gastar tempo inutilmente? (Fo%es:-—muito bem.)

•fia nm outro artigo d'accusação apontado pelo primeiro Orador que abriu a discussão , que consiste em que faltavam 09 cadernos, e que sendt» este um preceito da Lei , não podia deixar de ser julgada de grande pezo esta falta, pela Commissão *— e« digo, que sim, e convenho com o nobre Deputado nesle ponto; o principio reconheço-o ? rnas o facto siego»o: eu digo o que ha — existem os ca'-dernos-, inas como vêem, Sr. Presidente? vêem rubricados, mas em folhas separadas; agora entremos em qiK-slão se «ma ou duas folhas de papel suo ou não caderno: se vêem rubricadas, se veetn com essa forma da Lei, podamos nós dizer que faltam \ não, o qne falt^a é -a fórtua ^ pcvrUuvK) a Couitiiis-âào não qui/. confundir a substancia do acto, com a sua formalidade, que e muito differente;

Sr. Presidente, eu estou fatigado ; concluirei porque me parece ter -defendido a Commissão das in?-justas arguições que se lhe fizeram: parece-rne que o Perecer da Com missão está lavrado «ao só con-forme os precedentes, mas conforme os princípios da Lei Eleitoral, e com a maior imparcialidade; (Apoiados) e que debaixo deste ponto de vista não pôde dfíixur de ser approvado por esta Junta Preparatória , :porqu« se essas irregularidades que se apontaram, não tiveram por fim senão predispor para outras nullidades em que entraremos , eu direi que eilas são extremamente fúteis. ( fozes : —- Muito bem, muito bem.)

O Sr. Presidente: — Tem a palavra o Sr. Ávila para uu» uquerirnento.

O Sr. Ávila : — Eu cedo da palavra ; mas rejeito o precedente que V. Ex.a acaba deconsenlir, sem embargo .do requerimento que hontem fiz ; ein occasião competente vi rei se a maioria me consente o mesmo... .O Sr. Presidente: — Eu não vi, senão estigmatisar o fado, mas não personaliàar. . ..

O Sr. Ávila: — Não e assim , não se estigmatisou •o facto. V. Ex.a tinha declarado- que a ordem do dia de hoje era a discussão sobre as eleições da Bei-fa Alta; as eleições da fieira Alta não tinham nada de commum com as opiniões que eu aqui emitli em 1840, âssitn corno com os meus precedentes, e admira que faíle aqui tanto em precedentes dos outros, quem devia ler muita vergonha dos seus.

O Sr. Presidente : — Devo responder ao Sr. De-que muitas vezes para fazer urn termo c«m-parativo se fazem paraleilos , o Sr. Deputado , torno a dizer, estigmatisou o facto, mas não personalisou. O Sr. Silva Cabral: — Eu que fui accusado (ao que parece) pelo nobre Deputado de ter violado a ordem dad.;i por V. Ex.a,despre'so inteiramente aquel-la accusação. Eu iraclei de estigmatisar factos, e podia esligmalisal-ôs ou com argumentos directos, ou com argumentos de comparação; e se o nobre Deputado não sabe este modo de argumentar, aprenda, mas elle tem-me dado muitas vezes Jicões dclle. Sr. Presidente, -eu não fiz mais que seguir o exemplo de outro nobre Deputado que tinha fallado; «sle nobre Deputado apezar de não estar em discussão a eleição do Minho, trouxe argumentos de comparação para este ponto , e não podia ou fazer o mesmo a respeito do que se passou em 1840? O nobre Deputado seja mais justo se quizer que sejam justos para elle»

O Sr. J/gostinho Albano: — Eu pedi a palavra para um Requerimento e este é, para que vamos á continuação da discussão sobre as eleições da Beira Alta; esta e que e' a questão; continuemos neiia plácidatnenltí como ale' aqui.

O Sr. Presidente: — Vários Srs. Deputados têem pedido a palavra sobre a ordem ; o Sr. Agostinho Albano propõe que se continue na discussão da matéria; eu vou propor isto á Assemble'a. Assim se decidiu.