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Sr. Presidente , estas questões não são nem para a Commissão, rtetn pára agora, tempo virá «m que ellas se tractem ; a Commi?são tomou «s factos como elles existia*n , examiflou, se o processo foi feito conforme com as disposições decretadas , sem entrar na legitimidade desse Decreto ; em tempo opportuno tragaremos dessa questão,

Mas os recenseamentos foram maj feitos ? Pois a Commissão, ou á Camará pertence por ventura conhecer dos recenseamentos l Isso é da competência das Camarás Municipaes, e dos Concelhos de Dis-.Uicio, o ttiais que se pôde fazer e stigmatisar as resoluções das Gamaras ou dos Conselhos, quando «stas forem contrarias á Lei, mas as Assernble'as primarias não podiam fazer obra por outro documento ; haviam de acceitar os recenseamentos co-ino lhes foram apresentados, e sobre elles notar os votos d'aquelles que concorressem á Urna, nem podiaw de maneira alguma as Assembléas primarias discutir sobre legalidade de rec-enseamento, porque era fwncçãô absolutamente alheia das suas, «em mesmo compete ao supremo Jury examinar, se estes recenseamentos foram ou não bem feitos: s*; as Camarás, e os Conselhos, repito, não cumpriram com a Lei , o Governo lhes tomará conta , e fará o seu dever, fazendo com que essas Garóaras que aftsiaa faltaram aos seus deveres, entrem nelles e os cumpram. Mas, Sr, Presidente, agora nem disto mesmo tracta nquelle lado; sua pretençâo e tinicamente lançar o stigma mais. horrível sobre a influencia perigom , e flagrante , desfructiva de Indo quanto é sociedade, sobre o Governo que dirigiu as eleições j esle e o objecto da Opposição, não tem outrofim; (Apoiados) porque afinal, ainda que não approve as eleições, como nào approvou já uma, havendo todavia Deputados d'aqnelle lado, e que as não rejeitaram fallando, mas sun votando, ellas serão approvadas pela maioria; mas o fim, repito, é lançar o odioso sobre o Governo por factos de que elle por maneira alguma pôde ser responsável; pois o" Governo que dá as suas ordens para que a Lei se cumpra , pôde ser responsável, porque n'um sitio remoto, ou proxi

Mas disse-se : influiu illegalmente, porque mandou tropa para uma, « outra parlei pois, Sr. Presidente, o Governo não sabia que em toda a parte a Opposiçào trabalhava, e tentava pôr ern pratica todos os meios que reputava necessários, para vencer a eleição, e nisto não lhe quero eu mal , mas o porque lhe hão posso querer bem, é por querer em-ptegâr os «íeios de violência; e o Governo sabendo que de taes meios se per tendia usar, não havia de empregar os que tinha ao seu alcance para evitar que essas occorrencias tivessem logar ! ., . Mas disse-se que foram taes as violências que houveram em Laoiego, que obrigaram a emigrar os cidadãos pá-cificos; oh ! Sr. Presidente; quantas cousas se praticam de propósito, para que ellas façam effeito fora, e longe dos'logares, faz-se muita cousa por estratégia, e táctica, para que avultem no sitio aonde devem ser repetidas, que e'aq«i uesle logar. Pois os acontecimentos de Lamcgo tiveram logar 9 dias antes do acto eleitoral,, e pôde dizer-se que tem re--laçao com esse acto? (Apoiados*) Não o «eredi- .

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DÍ2*se ainda que nas Actas ha uniformidade por que se lhe mandaram modelos? E porque não ha* via de haver essa uniformidade? Pois o que são as Actas, senão a historia do que se passou nas As-sembleas na conformidade de taes , e taes Art.°* d A Lei ! aonde está pois aqui o mal? Em que e' emiti» «<íso aos='aos' governo='governo' choque='choque' viessem='viessem' pelo='pelo' verdade='verdade' via='via' conformes='conformes' emprego='emprego' avaliar='avaliar' ie='ie' tem='tem' qt4ero='qt4ero' como='como' lei.='lei.' necessários='necessários' pertence='pertence' as='as' ventura='ventura' pôde='pôde' acção='acção' pleno='pleno' isso='isso' esclarecimento='esclarecimento' mandou='mandou' estáelle='estáelle' vista='vista' questão='questão' consegue='consegue' seus='seus' desacreditar='desacreditar' dos='dos' elle='elle' deverei='deverei' se='se' por='por' conheceríamos='conheceríamos' muitos='muitos' sei='sei' mal='mal' tern='tern' partido='partido' pois='pois' mas='mas' império='império' _='_' quiz='quiz' a='a' d.o='d.o' e='e' lhe='lhe' partidos='partidos' o='o' p='p' todo='todo' ella='ella' actos='actos' todos='todos' lh='lh' nào='nào' da='da' com='com' constituído='constituído' iestes_='iestes_' accusar='accusar' opposição='opposição' convenientes='convenientes' fora='fora' do='do' bem='bem' resulta='resulta' das='das' constitueiii='constitueiii' também='também' legalidade='legalidade' facção='facção' são='são' tal='tal' esss='esss' facção.='facção.' ver='ver' crimes='crimes' em='em' cumprimentos='cumprimentos' eu='eu' dizer='dizer' sobre='sobre' fossemos='fossemos' que='que' actas='actas' paixões='paixões' muito='muito' senão='senão' conservam='conservam' nós='nós' elles='elles' quero='quero' constituemse='constituemse' então='então' collisão='collisão' paiz='paiz' limites='limites' casos='casos' não='não' á='á' lícitos='lícitos' dentro='dentro' os='os' quer='quer' fins='fins' opiniões='opiniões' poder='poder' modelos='modelos' quando='quando' dei-les='dei-les' paie='paie' porque='porque' quanto='quanto'>

Disse-se fineram o mal, e ã caramunha: ora, como se entende esta recriminação?..... Nós fornos

provocados; e sendo-o, que devíamos fazer? ficar silenciosos? por certo não; devíamos defendermos , « isso fizemos , e depois de o fazermos com tanta justiça, diz-se que fizemos o mal e a caramunha ! Sempre assim e: as pobres maiorias não toem remédio s«não soffrer até certo ponto pacificamente quantas imputações a minoria queira dirigir-lhe, por que, por isso mesmo que e minoria, deve ser eàcuta-da ; sinij mas só ate ao ponto em que se conserve o decoco, e a decência , sern prejuízo do tempo,