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^ Paiz qee dá mais attehçuo ás coiVsas C

, do q%rte nós; eu acho iàtv» ern obras'quasi Of-ficiaes, porque são impressas por ordem'das Gania-fãs dxjs Estados-U iudo§; por coiit^queifcía oà Hes-parihffea navegam ern Barcas nlan» pequenos que os PóFtuguezes, no que não ha igualdade." Pttr tudo quanto tenho dito 'entendo que se devt designar uma ríieBroa medida paia os Barcos dáâ duas Nações.

O Br, J me Estevão' — Kú vou fazer uma èuiendd' a eété Art.°5 que jolgo muito necphsârià, Dt*poÍ8'de íYe&i^ Ãrl." se recommeiidaf a solidai e conslrucção doa Barcos, entendo que se deve recõinmendar que os Bafcos que nevegarer» no Douro tenham a Es-pà-deitai a Camará e Y- Bx.a hão de lembrar-se da tje-IttVridadft da Espade lia, porque deu ocoàáião a urna questão, em que se confundiram as cataratas'do Nu Ia fcoffi os lemes dos Barquinhas do Douro, Para áes-vanecer os receio? que os Heâjianhoes posiam térn*es» t# confusão, é que eu fisco esta emenda que 'mundo para a Mesa. / - '

EM3EMIJA.— Proponho que n*esle Art.° se cõttãU gne -a obugação de que todos os Barcos usarão dia £spadella. ~— -José £ntetíâ(>. • :

O rsr., Gomez dc-Çasho : — Sr. Presidente , a pró-poâtá desta natúerega níus ha remédio senão ínéor-ret na censura de pedir- vetos, irão Vejo outro remédio , a proposta de espadellas comparadas com 'cataratas do Nilo, e com tudo o ma'is que ainda nos fere os ouvidos, ò remédio é pedir votos, a fim 'me s\» íno de restabelecer ò docóro,, e a dignidade da Gamar a, na qual o illustre Deputado é tào interessado, como eu, ou como qualquer outro Sr. Deputado; estou firmemente persuadido-Xic que o nobre Deputado não foi sincero na sua proposta, nem o podia ser; eu faço muita justiça aos seus conhecimentos e talentos, e mesmo a coriheâiTCcutos e-spi»-ciacs da maioria que possuo, para siippôr que viesse sinceramente trazer-nos á idda de que devíamos fixar aqui a obng&çâo de construir barcos de certa Kiaheita, quando p ^abidq que d 'âós constructort^ e aos áfraes que compete o vcretu , e e^anrin&reiÁ os methodog que julgam melhores parti naVesgarem naqudte Rio ; eu estou ihtimámeníe cpr)venfcido, qúoisto não foi aqui trazido comsJinccrrdade ou de. ?.ejo de que se vencesse y e entàd repito que â tnihhtt resposta é pedir votoá. Em quanto ao que aceba-de dixyr-o Sr, Deputado Sá Nogueira, vié o SÊ. Deputado úffirmasse , qde com rrTeito o'qnintfií Hes|fèí-nhol ó de três arrobas, e não de i^ufctfoj creioqfie alguma conbideraçãõ seria n^cess-Hfia'ter^ ébmoque dispõe o Artigo; ftiãs -o Sr. Deputado' veiu aqui apresentar a questão dizendo, quê yulgávã, qiÀeii-nhaalgumasidcas, e

Ora> :Sr. Presidente, contra esse erro <_-dfc deveòí='deveòí' que='que' de='de' saber='saber' fé='fé' lia='lia' reláçotís='reláçotís' nó='nó' seus='seus' oicommissarios='oicommissarios' mais='mais' grandes='grandes' éií='éií' cônltã='cônltã' cal='cal' elles='elles' essa='essa' negociantes='negociantes' demais='demais' não='não' so='so' entre='entre' tem='tem' patriotismo='patriotismo' aprtí-seffito='aprtí-seffito' apresento='apresento' a='a' homens='homens' razão='razão' os='os' interesses='interesses' e='e' j='j' profissão='profissão' quiínal='quiínal' o='o' p='p' eu='eu' as='as' falta='falta' sãohtfttl='sãohtfttl' nomes='nomes' qíre='qíre' querotti-s_nadtiygii='querotti-s_nadtiygii'>

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Hespanhot c o Portuguez. Sr. Presidente, e tigo de que se tracla, não tem na rniníui opinião cousa alguma, que objectar, e está fundado n'urna perfeita reciprocidade. Confesso-q«

Sr. Presidente, eu repito o que já disse, que eon-* tra o erro do calculo apresento-óâ nomes deshjâ homens , dígo dos TmssosCormníssaríos; e repito ig-úâU mente, quealéíri dag outras qualidades que ninguém íhe's disputa , térri à dej&ereríi negociantes de pró-fièl-Sa, Agora Sr, Presidente, aqui rtie dizeai os oisfi Uoííegas que n'á Tabêíla-M se estabelece positiVà-Wfehíejdlwíníaés P-ortitgU&éS'

O Sr. José Alexandre: — Sr. Presidente, não pediria a pafãvVa,'iètiao foâse o^wjo 'dê consignada •& mínlia opinião; não ^ntrd tia rençà dos quinlaes, mas direi ao* nobre 'í uma cousa qiiVelle sabe-muito bem í, e é qu& li vegaçao do Doaro é'-feita, errt barcos, dê lotação, confonrné ò estado da sua 'nav^gaWiiàjáe; b estado dá hgoa ern-'que se nfeíví-ga: o iiòhíre 'De? pulado sabe muito bem que a Navegação da Regè'a jíaVâTo Porto 4 feita em bltrcõs nmiotcft doqne a da liegoá para «írin-u-; os barcos Ijoe navegam dá Rpg-'oá para'á Barca" d'Ál^â rem fti«ita parte ddannoi,!'é VntéttíKqoè.sVjátM máiÉo pequenos por falta tíeagoá; °c&

m"«|úé"éllé censurasáè" a 'liHtiBà 'pròp^sii ; porque de ètf, -ofi i esfá; fatalmente rgrio-

uína, ou ã ftâò^ lètf