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acaba de 6eular.se' disso, que Eiippuhliri refétir-Se o Projecto eai discussão unicamente a aiigmentar os Batalhões, e não a reduzilos ; e é para o tirar desse engano que pedi a palavra, edizer-lhe— que lambem tracta do reduzir, sèfor necessário conforme A% circumstanoiate >o apresentarem. ^- Por esta occasião aproveitarei a palavra para responder...,
O Sr. Preúdcule— Não posso deixai" uontinuafr o illustre Deputado! tenha paciência; eu peço-lhe perdão, mas depois de ter dado a sua explicação não o posso deixar continuar a discussão, por que assim perde-se muito tempo, é não se tira a vanla» gnm que é para desejar. É necessário que os Srs. Deputados fiquem certos de que qtiatido pedem a palavra para explicação, não podem sahír desse campo para o da discussão ; isto por bem da mesma discussão.
O Orador: ¦«— Muito bem, conformo-me perfeitamente com as ideas de V. Ex."
O Sr. Presidente; ^ O Sr. Pontes está inscriplo para explicação no logar competente.
O Sr. Silva Cabtal: Sn Presidente, incommò-dado como estou, vou entrar nesta discussão, é principio por dar os^parabens fto illustre Deputado que acaba de fallar, pelo seu Somno do Justo —¦ espero que S. S." nelle continue, apesar de que, se eu acreditara ou julgara das delicias do tal Somno do Justo por áquillo que ouvi a S. S.a, tfria como certo que e elle muito para invejar, por isso que pára nos apresentar aqui algumas idé,vs :i respeito do melhor t-yslema que ha a seguir, nos lembrou o syslema do lenidade seguido em Hespanha 1 Sem negar que muitas cousas ha aproveitar no systema politico^-ou administrativo do Hespanha, eu de ectto hão desejo pára os meus compatriotas o que em tempo de cotnmoções alli selem seguido! (Apoiados) Progredindo deu-nos conhecimento d'nma regra até hoje ignorada, qual é-"-»quc o maior defeito é impossível. — Eu não posso conceber o verdadeiro sentido em que S. S.a quiz fazor applicação da sua Tegra, mas enlendo que a palavra -^imposnivelde persi tóxclue toda a idéa de comparação tom a palavra — defieil'0. - ,
Sr. Presidente, aqui e fora daqui, teni havido muita gente limida que receiou da continuação do Sys-tt-ma Representativo no nosso Paiz por falta de Opposição; pois bem, o fespcct&cuio que estes diní tem offerecido esta Camara, torna infundado o receio, vchdo-se quão bem definido, e desempenhado está esse papel pelos illuílròs Oradores, que tèem combatido este Projecto. Verdade é^ qire não ha essa Opposição a que allndiu bojVvmi dos Srs. Deputados, quero dizer, não ha essa Opposição que representa todas as opiniões-, de Sorte, que ao lado de um Miguelista, por exemplo, vejamos o Republicano, ao lado do Realista vejamos o Demagogo, e o Anarchis--ta, e hO lado de lodos elles vejamos'o Doutrinário; mas eu nem partilho a opinião dos tímidos, nem a dós Todista», isto é, nem penso Como aquelles -que intendem que não Ira Opposição- quando aquellas caloiras ( Apontando pam aextremá esquerda) não estão òccUpadas; nem julgo como esses que querem iodas à% opiniões representadas simetricamente não reputando legal a Camar-a sem essa circumstancia. É preciso què Uma vez se entenda o que é OpjwsiçãJo na presença dos principios o da doutrina; 'é verdade que quando se trarílà-desta, como ella deve sw enten-
dida, se escreve muito bem que todo ô Cidadão, e sobre tudo aquelles a quem incumbe representar os interesses geraes do Paiz, vem ter o maior cuidado em fiscalisar a observahciji das leis, e da Constituição, e devem tractar de defender os interesses que a sociedade, e a mesma Constituição faz pesar sobre seus hombros; mas neste sentido, qual de nós deixa de ser Opposição 1 Quem ha ahi, que não tenha por seu primeiro daver propugnar pela observância das leis, ri da Constituição! Sr. Presidente, esses mesmos escriplores que assim fazem significar o que é uma verdadeira Opposição, acerescentam — que quando a Opposição assim procede, não pôde deixar de vêr no fim da sua carreira a gloria, por isso, que combatendo pelos interesses gemes do paiz, pela observância das leis, o paiz ha de fazer-lhe justiça mais cedo ou maistarde. Masque diírerença não vae entre uma Opposição tal, e a que se chama Opposição syslematica?!.. Não confundamos as palavras, não mostremos queestatnos atrasados um século na sciencia Politica. A Opposição que de antemão combina todos os meios para çonlrariur iodas as medidas que sahem de um Ministério, sejam boas ou más, esla Opposição é que et> diyo, que não pôde ser útil, e proveitosa a paiz nenhum, porque involve com os principios da associação e ordem uma verdadeira coniradicçâo. Esla Opposição não tem por principio a observância das leis, não-lem por incentivo os direitos, ê as garantias dos Cidadãos; esta Opposição tem por fundamento a ambição, (Apoiados) e por isso não pôde deixar de trazer grandes prejuízos ao paiz.
Sr. Presidente, eu dirijo-mè a lodos os lados da Camara, a V. Ex.a e ú Nação, e pergunto — Porque titulo estamos nós sentados nestas cadeiras? Por ventura não foi porque levantámos essa bandeira da Independência Naciqnal; e porque levantámos o Estandarte da Carla e da Rainha ? (Muitos Apoiados) Não foi porque nos apresentámos em um campo de Opposição ao Ministério, porque então, («enienda-se bern — na minha opinião) elle marchava em um caminho opposto aos interesses do paiz ? E qual foi o resultado? Foi o que se devia esperar, porque combatemos nos principios de uma verdadeira Opposição, alcançámos a decisão favorável da'