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«Ha yaJte ; tHsse. o hoare Deputado, que to G»1 erno de Portugal se. tinha conoprt3r»ettida:&e dirigidoí contra ofMíflisterio,. aproveitando todas- na -oceasioesuque peide para ô invectivar, não tjuu periler tauibem ,tinia de díngir contia a tuaioria- destar(ínmat»a fex-prtssoes -co»v>cJosa»-!!;Elle não receou faztr-íhe :a .cenoura de qtie elííi n*ã,o linha força p»ra coi»dei«íír .o NíiiiísteirA "quando elle tivesse prevaricado! Não pertendeiei l; é muitíssimo Co» te! (Rido cm alguns Deputados do fado esquerdo). O que eu disse não é paia ui ! poique o que os Srs. Depula-•dos quizeraUí dizer â maioria toi, que ella não Unha ibrça paia puder copdeiunar o Ministério; o que importa em uma mui gaave censura/contra ella , poique é suppôr q«e t?ihv não vota segundo as suas convicções, econioiuie seus princípios. Quando um Deputado dtz que'o Mi m í té M o tem a npprovação da maioria tis SIM» gvdeíis", faz xim forte convicto (apoiados); e é roais-q-ué íeme;ano, porque tal ousadia é a maior seus respectivos Membros, viciem apresentar . l.°— Janeiro — L841.

•pnopotíaâ qfte estejafíi eai rêl-açao com os seus prin-

-cipio8, (fapviadosj : portanto digo,., Si. Piesidenie,

-qUô Haaseeção apresentada pelys Sis. que. tem cooi-

. batido a policia do Governo j, fundado unicamente

,na minha própria rasão , ^em, Doutro fund.imento

Binais d<_ p='p' que='que' hep4='hep4' a='a' asão='asão' con-='con-' aquelle='aquelle' i='i' dieta='dieta'>

duz essencialmente a tin tremendo absurdo^ o qual

.de&tróe a me&iua asserção na si^a essência; "3mas ahi

Uiu«p? Si s* Ministros que se, explicaram sôbíe taes

factos , te tenho por sem duvida que o furam cabal-

,oie.nte, jfl ej|g toca respondei aos factos,, e a mim

aos