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protegidos no Systêma Representativo, por um Minií-tfo j é novo. N ao ha remédio que soffrer. JBu proponho que seja supprí ruído , as palavras que estão na lesposta ao decurso do Thronõ (Leu) u Nem o « síwmt-n os (motivos de satisfação para a Camará) os « melhoramentos, que principiara a sentir-se nas nos* .'sãs Províncias Ultramarinas.»

O S«". Presidente : — ~ Tern a palavra o S>r. José* Estevão.

O Sr. José Eslcono: — Cedo da petavra, rtem tenho consciência de a ter- pedida n' esta ordem.

O Sr. Presidente r — O Sr. José Kstevào tinha pedido a palavra duas vezes, uma; para falrar sobre a maioria , e outra para expficaçào ; eedeu da palavra para explicação, rest»rvando-sé para quando- Mie tocasse por seu turno sobre a matéria : é agora.

O Sr. José Estevão: — <_ a='a' mo='mo' e='e' _.='_.' p='p' para='para' x.='x.' paíavra-='paíavra-' v.='v.' q-ue='q-ue' explicação='explicação' dá='dá' _='_'>

O Sr. Presidente : — Pode fazíer »so d'eHa para o fim que quizer.

O Sr. Josc. Estevão : — A palavra sobre a matéria c que eu não tenho consciência de a ter agwa.

O Sr. Preddente: — lin-tãõ ponho nota que cedeu.

O SP. Sr. Ministrados- Negócios Estrangeiros: — <_ p='p' seu='seu' ex='ex' rtàlièuiu='rtàlièuiu' discurso.='discurso.' não='não' ainda='ainda' o='o' _.='_.'>

O Sr. Presidente: — A ordem do dia d'amanhâ é a continuação da cíioeussào á Reáposta do dibcur-so da Coro'». — Rstá levantadas Sessão. Eram qua* tro horas, e tneia da tarde.

Discurso do Sr. Deputado Roma , q\te dóvia

entrar a pog. 17.'? , col. l .a

O Sr. Roma : — Eu tive a honra de eer eleito Menu hro da Commissão de Fazenda para estu Camará ; roas vtMí«-me na necessidade de declarar, perante el-Ia, que motivos de melindre pessoal — motivos de honra, nie piivam de concorrer aos trabalhos desta Commiiscro. Mas também é forçoso que eu declare e peço aoá lacbygrauho^ que tomem nota disto — que tenho relações dei>)im>a atnisade com f>dos o* illus» três Membros da Corn missão de Fazenda , e devo a alguns d'ei!es grandes favores de que nunca »m' esquecerei ; por consequência não ha nesta minha resolução , a tj>í,> sou foiçado, relação alguma cotn os tf* lustres Meii>bros da Comraisguo : — unicamente declaro que não posso concoirer nos trabalhos da Com-missão de Fazenda por motivos de melindre pessoa! e deht>nra que ião estranhos ás pessoas que compõem os Membros da Cotnimsbíi.0 de Fazenda.

Discurso do Sr. Imputado Marreca, que devia en-

trar a pá g. 1 76 j col. l.1*.

O Sr. Marreca: — Sr. Presidente, os oradores das minorias parlamentarei, acham-se a muitos resueitos nas mesmas circuaislanciab em que se achava Cícero Aquando defendia Milào no Tribunal presidido por 'Pompeo : a sentença eslava antecipodumenle dada; a accu&açào estava decidida; a arenga de Cícero era inútil. Entre tanto uma circum&tantia ha hoje pela e muito perplexo neslo d »sc <_->; porque t;-ndt> eu de «onden\nar a política do Muiisterio, vejo-me obrigado, ao mesmo tempo, a approvar uma parte ess>en-

curso da Coroa : esta parte do Parecer e" relativa ás

tiO:>sôs finanças, e já se vê por tanto que é relativa a um pmito importantíssima eu leio o §('/e«). Como drsse : hekde atacar a política do Governo ; mas ííâcr posso tíeixar àe approvar, e approvo muito cordialmente, esta parlo da Resposta, com o addiciòTia-rn«rrto d« duas icféas que me parece faltam aqui; e c^lon eu persuadido, que os illuslres e dignos Membros da Conmnssâo não duvidarão adopta-las. As ideas que a mirn me parecem faltarem nesta partedo Parecer para eotnpfeojento do rrtu que elle se propõe, são as de uma exacta fiscalisaçào nos dinhetros pu-1 blieos1, e felaítvaa ai contas que o Governo deve prestar a «ala Camará , em que se damonslre e palentêe a applicaçào dos.mesmos d.nheiros. Um amigo meu tí-KV um additamento para propor ne≤ sentido; as-stm coma ur» outro additaineíito ou emenda a este inebino Parecer. Esta fjarte do Parecer, como quer qt;e a concebam os tllustres Mcmbios da Comtnig-são , não passo tíeiírar de approva-ta ; porque entendo que eira não é natia mais do que a expressão fiel Q caraoterrslica do sy á terna deplorável que o Sr. iMi-nislro da Fazenda tem seguido desde que se acha á tosta da sua Repartição.

fiste §„ da Resposta estabelece muito claramente que ate agora 90 tem havido provisório nasfmanças; que só se tem recorrido a expedientes de mociento; que se não tfin tratado de fixar um sy-tema ; que se tem perpetuado esfe provisório; e que 30 tem com el-lê continuado u gprit* de jíiaUs que necessariamente hào de p*»zaf sobre a Naçào, ecn quanto o mesmo prf>visorio nào cebsar, Esta incerteza lamentável continua e hade continuar necessariamente corn as próprias medidas que o Ministro da Fazenda veoo hoje apresentar -á Camará: quando fallo do Ministro fai-\o do Corpo Coliectivo — Ministério — principalmente quando se trata de um objpcto tão grave coruoev-te das finanças.

Sr. Presidente, as medidas que o Ministério offe-rece no seu Relatório para occorrer ás urgências publicas e cumulíii o d^hcit, são mesquioda^, miseráveis, imprudentes e em grande parte tendentes a perpetuar esse me»tuo provisório, quo só irrisoriamente se mostrou desejar ver acabado. Aqui está no Diário do Governo de Sabbado trariscripto um desses Projectos qne acompanham o novo syrlerna de P'azenda, que apresenta este anno o Sr. Ministro; parque cada anno snrgr dd sua fértil cabeça um novo systema : ue;>te Diário de Sabbado vo>in a Proposta de Lei a fim de sã prorognr até 30 dí- Junho futuro o praso concedido^o Governo pefa Carta de Lei de 30 de Setembro para a cobrança dos impostor.