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suas forças é do seu Partido "por todos os "modos e meios para me dar um cheque, ainda o não en-cònífci senão derrotado, e ern perfeita debandada (Apoiados.); digo mais* três Partidos se formatam para anniquillar-ine, e aifícla o não poderam conseguir, (algumas vo%èa da Esquerda ; -^- Oh ! Oh i)

O Orador continuando:

N ao sou eu que o digo, são os próprios" Membros da Opposição que por esses corredores^ e ern.outras muitas partes com o único fim de seduzirem-alguns dos rneus Amigos políticos, asseveram que tudo irá ás mil maravilhas, que a Opposiçâo abrandará uma vez que eu saia da Administração. (J^oies da,Direi' ta:—* E' verdade, é verdade.)

Sr. Presidente, no muito que divagou o nobre Deputado de Aveiro appareceram cousas muito no-laveis; por um lado esforçou-se para intrigar a Maioria coín o Ministério; por outr.o lado tractou de intrigar os Ministros uns com os outros; pretendeu indispor o Exercito contra o Governo; deu conselhos que ninguom lhe pediu; e por fim quiz conquistar a Maioria promettendo-lhe a tolerância do seu Partido. ' ,-

li' inexacto, e infundado que as Cortes fossem odiadas para o Governo se livrar das preterições da jVIaioria; tien h u tT)asr preterições existiram jamais da parte'da Maioria qiie afligissem o Ministério-'.,-por que a Maioria nenhumas pretençòes te.m apresentado senão as de concorrer com o Governo para os melhora mentos do Pa i z '( Apoiados...geraes:) / esta picté-nçào é justa, e' santa, mas .e:lla não pôde agradar ao St. Deputado, porque á proporção que seíôr íi-ppíoxirnando a época desses melhoramentos v.ai para mais longe à esperança, que ó-nobre Deputado tem para chegar• com es seus Amigos ao Poder, e fazer assim triumfar os seus'• princípios -históricos. ••'( Apoiados*) Ninguém ignora os «lotívos do .adiamento, a saída de dous Membros do .Ministério, a nomeação de ires novos: a neçesskiad.-ede.se accor*-'d a-r è m sobre -as -medidas -que deviam ser apresentadas ao Parlamento, foram os motiv-oa de .todos co-flíiec-idòs para as Camarás serem .adiadas.-

O Sr. Deputa-do ainda empregou toda á '.'sua dia* ietíca -para =ver'.se ântr-igavá' o ^olme Presidente do Crmseliio com os seus Gollegas., ou co-m a-lgu-tn del-'Ivs; rnas o .nobre Deputado não séMe-rn-brou de quê ludõ o que disse, foi úríia .repetição doquc havia es» criplo è:feito publicar nos jornaes que;são

Tenha a Secretaria da Guerra a importância que o |Sr. Deputado liie quiz attribuir ;--disponha >a .Secretaria da •Guerra de toda a força publica, deva por um tal motivo ju!gar*se o 'Ministério da Guerra superior a todos os outros Ministérios ; pensa «.caso o'Sr, Deputado que o. nobre. Presidente..^ Conselho, ou. outro algum homem de probidade e de> honra que presida ao Ministério da Guerra, ha _de um pregar rcssa força para dar a Lei aos :out;ro,â. áVIi-,-nisle-rios, para os'dominar?. Veja a'Câmara, p-quê •tem a esperar do val.en-te joven.,guer!rei,ro jS-e UÍTI dia vier-a occupac a pasta da-Guerra ! ' .

Que 'fatalidade é essa de "que- tanto'seoccupou q uiobre'Deputado de ter .a Secretaria da. Guarra.-em •todos os tempos estado sujeita, a urfi certo quid ou .que a tem domi;n;ado. Explique-se^o -nobre

Deputado. Sr. Presidente, na Secretaria de Gtierra. ninguém domina, ahi presi,de o nobre DuquedaTcr-çeira ; ahi governa; ahi manda; e qnern ousaria di* claf a Lei ao Marechal do Exercito, ao hometti que por sua elevada posição é superior a todos es-» sés'ataques! (Apoiados geráes.)

O nobre Deputado explicou-se de sobejo sobre outros pontos, e verei se nas observações que vou. apresentar posso mostrar que o Sr. Deputado pretendeu indispor o Exercito contra o Governo, e que por esta occasilo avançou proposições'inauditas. O Sr. Deputado fez a profissão deCartista, e devia por isso ter em vista o Artigo 115 da Carta, pelo qual se determina que a força militar é essencialmente obediente ; inas o nobrç Deputado lamentando a sorte do Exercito, esforçando-se por mostrar que os seus interesses estão e teem estado perfeitamente abandonados, lançou sobre o Ministério a responsabilidade deste mal, e em logar de nos lembrar, em logar de propor Um meio pelo qual se remediasse o ma l,'bradou, exclamou para que o Exercito .se constituísse em associação política!

O Sr. J. Estevão: —- Eu não disse tal.

O Orador;—• Ahi está toda a Gamara que .o ouviu, e para fazer esta parte do seu discurso mais l-ernbrada ao nobre Deputado, accrescentarei que S. §.a nos faUou muito em amor de gloria, e que chegou a dizer

(Seguirani-se algumas interrupções.)

Q Sr. Deputado condoeu-se .da íná figura que es* tá fazendo a Maioria.

O Sr, Presidente;—? Lembro ao Sr. Ministro que pelo Regimento não e' permittido alludir a inlen« coes.

;O Õfíãdor : —*• Permitte-me V. Ex.a que eu note que n.ão" aHudo st intenções, e que somente estou respondendo « analysando o, discurso do Sr. Deputado, -

O ST. Presidente: — E' o meu dever fazer taes observ.aç©-es., ;,

O rfJrador: — Muito bem ; reconheço esse direito, mas desta vez não aeceito a .censura, e seja-me pe,T,fn;il.t.i.d.Q dizer, que os nobres Deputados da Opposiçâo :se julgam com direito de duvidar das mi* n-hsis irecias ànlençoes.j e dos meus Collegas ; eu tenho igual ',direii'o .para duvidar das suas protestações (Apoiados ha íDireita., e no Centro.) •

Continuo : -—: O.-:Sr. Deputado c®ndoendo-se da má fig!i.ra cqu.e òãlá fazendo a 'Maioria, e na supposição de que oã seus conselhos seriam acceites, prametteu á, tnesmíA Maioria ,:a tolerância do seu Partido. Eu e&lava GonTencid,o de que o Sr. Deputado aconse-Lha-nd-o/á .Maioria que fosse procurar 'O-s seus cabeças naíuraes ,o fazia para tornar a Maioria mais forte, pára Kpje de pigrnea qiie o nobre Deputado a tena considerado, ;se tornasse gigante j mas combinando o co.ns.elho com .a promessa da toleraecia, .não posso deixar, de acreditar, que o nobre Deputado considerada a adopção do seu conselho, como meio caminho andado, para ehegar mais protnpto ao 'Poder. (Apoiados.).. "* -