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pondo; Qpezar de quis não e muito p"r«8ente, . na época em que viyenios responder por-ninguém, segundo a experiência me tem mostrado. (Riso) Ru c '-e! lês, e :todos os Imínens que têm assento nesta Ca--$a-, somos Incapazes de trahir o nosso juramento. f j//miados). Para que'fazeis iacs distincções ? Porque não chamais -o que se <_:harna dissossois='dissossois' muiro='muiro' do='do' pnrl.irneritár='pnrl.irneritár' iiso='iiso' se='se' paris='paris' pmiro='pmiro' esfolado='esfolado' _0pposição='_0pposição' não='não' _='_' _-çjue='_-çjue' ter='ter' h-bl='h-bl' a='a' violenta='violenta' _-mostraríiersher='_-mostraríiersher' d='d' e='e' g='g' i='i' rria='rria' o='o' nòyfcia='nòyfcia' inoslrà-rix-is='inoslrà-rix-is' s='s' ella='ella' será='será' omtoda='omtoda' nào='nào' jidq='jidq' porque='porque'>nas-sa. -n-as Se?--soes d(;-outros'PiuIarnerTtos . rrem mesmo daq;ie!-lirs *] u e otjui se. in.vo-pa.ici -paia modelos-, r. Mas, Sr. Presidente, que tem dft-o até n-gòta "-es-;lé :Ladf) .da.Cain8Ta l r4Vfn>.se 'censurado i& líswfpação ;qvíe -o •Governo 'confesso haver .'feito das at'tribui-ções das Caiija^as^.Legisla.livás. Co-nfessa-se que ha :circumsrancia:s tm.-periasissifnas , ern que qualquer Governo -daria um.3 p cova de fraqueja, de 'cobardia, se nj^o torna -se sobreis i. a re&ponsa%!'l idade de'infringir alguns A/;m, negará a aprovação ás me'» 'didas do Governo ,^ q.ue -se expressa aqui peia frase bill de indefinida de-? :Ma-s, Sr. Presidente , provai rque tal, e riruito diffi.cil : eu min rvve atrevo a tanto; --=»: declaro .francamente que 'não e' mi'nha intenção fazer inc repa. coes violentas; nem se presuma qtre •levanto á voz "com :anirno deliberado de hosli!isarr o Governo de que hão sou inimigo. Eu considero o seu'Chefe corno um dos meus amigos: «lie-, por si^ .dá a .esta Nação e á 'Europa ii'.t'eir-a as fnaiores ga-Tanlios d-eliberdade (Apoiados). A historia da nossa Restauração seria -obscura, seria iliegivel sem M s sua-s fn'-c-anha's, %e as obradas ;á sua vox-: ( /ípôici-dos). '\i, nada sei delre q'iie 'ivão seja dig'no.de lou-•vor. Não'ê s'ó e-l!e> porque ainda-conto outro amigo no JVlinir!'eri«, -e qu-alqwef q ira seja o -estado «etuai da nnssa posição respectiva, evi o rcxronifcçp como afnigo.d-a í^beTdade do seu Paiz, utilao lis,-todo. por seu zelo, tj cofthet'imentos ioiportanles. (/jpoiadoa). Aqui íi questão n ao 'é d'e iiessoas-; conto que a mesma sinceridade 'de afifei-ç-oes-, e a 'mutua beneVo!;enci-a tjire ate'hoje IHÍTI fmvido entre nvi?, liade continuar a existir; parque, repito ? as minhas consideraçweB níro se Tefer.«-«i « p^sso-as, mas" sim a actos de que não protuVo nunca os auct-ores, Sr. Presidente, invocamm-se excíí;p!ns•'dv- nnii-tas infracções da Lei do Ivslad-o práritiaxíos pelo Poder Executivo,; e desgraçadamente iilti hnuve qucrn se lembrasse de ir buscar níguns aos ÍVÍiinste-rios que houve desde !Bâ6 ale' 1828, O? exemplos ('essa e'poca entre nós não podem servir de •aru.stos, nem auctorisar a conces5ao'peduía. Os abusos eníão commellidos levaram a liberdade ao ultimo íii^smo (d podidos}: que fíâ o G.overno em Q (51 Nào nos recordemos disso; foi uni crime co"ntinuado ,. niiía vioincão cotistanle da CJaito Conslitíici.r.nnl : elle ordenou, depois de a? tornar indispensáveis-.,- as prisões arbitrarias, as pronuncias e at'é as carga s de Cavaljnria. Oh ! e hode-se invocar o exemplo, de,La! Governo e de ta! e'pcca ? SÓ se ,iôr pa.i;a,mo.s* '

trar, que de ab,uso em abuso, de infracçúo em in*-fracção, de violação em violação, se vai, ainda quando se não queria, á voragem do absolutismo! clos) Mai- cabida foi pois -esta referencia á ^sa própria liisloria.

S.r. Presidente, só urn caso inesperado que oGo-" -frâo podesse previamente apresentar àò co* •nhetíinienlo e deliberação do Corpo 'Legisl !-'tivo ^ uma destas occorrencias que desgraçadamente suo ^s vezes frequentes especialmente na i n funda d-o s GOVCTIIOS Represenlativos , e "cujo e ff e ri o s'6'fia a , tuiriá da Nação, se se |he -não occorresse cora urna 'violação da "Lei do fístado , só isso podia, !nno só jutliíícar a violação, mas ate' servir de louvor aos Ministro* q.ue tivessem tido íi coragem de ofifender a Lei para salvaY a Pátria. Perguntá-sè — estamos :nós nesse caso? Amgura-se-iuft que não; et a pré» 'ciso dèmonstraf que por outro moda, fnas seguindo as formas estabelecidas, se não polia conseguir :o fim que o Governo pretendeu, e qOe esse finvera de maxi;ma itnportancka , e indispensável necessidade momentânea-: e demonstrareis isso T ;Ufn dos illusttres Deputados que rne precedeu , fez H)il perguntas ás -consciências dê todos ; eu não faço s'ênão esta aos nobres Deputados que apoiam O .Ministério; porem não quero que me tespohclarrK eu tampem já fui Maioria, e apoiei algumas medidas contra voniade — apoiei-as porque já era impossível deixar de o fazer setn qirebra : foi varias vezes tor* •turado , e vós o sors , e ô sereis, é condição nossa quando sowios desse lado: não vos censuro, longe disso, apoiai , defendei, concedei o bill de indèm*> tíidadç , concedei ainda mais, mas ao menos confessai que são immeritos todos os doeslos que s« lançam sobre este lado: (tfp(riadós) porque pugna fste lado? Por alguma fantasma ou fantasmagoria j que e'palavra qiiepor ahi agora anda emlanto uso ? Pugna pela mtéi'ra è severa execução da Carta Constitucional ; (/Ipoiados) dou de barato que ai-g-.ins Oradores , de ú-m t.;; m pêra me n to demasiado atdente ,. se servissem de palavras n>erios medidas: seja, ri>r*s porque pugnarão 'ellos ? Pela suslenta-èão de??a mesma Carla, e contra a usurpação dos Poderes Políticos que iiiT) d<_-s que='que' rt='rt' estado='estado' vede='vede' representam='representam' do='do' corpos='corpos' lei='lei' se='se' elics='elics' tag0:_='tiraes:_' fez='fez' não='não' _.apoiadost='_.apoiadost' pela='pela' pugnando='pugnando' _='_' a='a' consequência='consequência' e='e' repteenlan='repteenlan' fundamenta='fundamenta' n='n' um-corpo='um-corpo' eàlada.='eàlada.' sustentação='sustentação' ellfis='ellfis' u='u' fllirs='fllirs' representarão='representarão' da='da' nação='nação' sua='sua' xmlns:tag0='urn:x-prefix:tiraes'>m ()ue pôde ella iser representada ? Que quer a Nnçào ? CíMifessemos que nestes esforços se reprc-seiiía.a Noção, porque se combate a favor "d a observância da. Carta : não se conhecem ou pareee wàr) conhecer-se os motivos de urgência que obri-gariim o (.toverno a faltar ao seii dever; ou sejul-gan-i iusulficientes; nuis esia insistência está longe de ser injusta : será demasiado inflexível, pó ré'w quem a'faz representa a Nação livremente, sem-niodiíi-Cíição , sein tortura s (Apoiado?,). B boa esta.-situarão, PIJ nunca a !mha gosado (Risadas); eha-de se-r di fftc i l se Deorme trouxer ainda ao Par!*!* menfp ^ lírratirar-me delia; c não se entenda com iiíó q.ii;e. e.u.ienho pacto.» com Coaílisões, com. Oppo» si,çòe,s , 'çohí couia^ne.nhnsna ; sou livre como o at que respiro.