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tendo às porias ãe lRómâ^—e» disse, que ó úgioba-tia ás porias do Thesouroj islo quer dizer, que liaria um perigo étíi adiar estas medidas; que era necessário 'tomar uma 'medida proiwpta e vigorosa ('Apoiado j. T r a gr» esta circumstancia para chamar á memória dos illustres Deputados , que o meu maior arg-ument-o foi o da'necessidade-, ^e não tfíwa Yiecessidade-mediana, mas sirn uma necessidade absoluta, a necessidadxí-dt'-|)ôr irm cravo na roda que nos ia levando á anarcliia das finanças-, :e á -aiíar-

N-ós sa:bemos -o que -prescreve fa 'Carta 'Coftslitu-cionáí , Tesjíeilaimo-la ; não ignoramos que as Leis devem ser aqui trazidas, examinadas por umaCom-fnissàt), diseuiidas, e só- estilo é que são Leis. Nes~-te ponto todos os Ministérios têem aqui vindo com os seus planos, tèern feito as suas diligencias para se habilitarem com meios; mas que fructo se co-Jheu já de tudo isto? Ale hoje o que -tem succedido (não e culpa da Cario , não ~é culpa -dos homens, é culpa d'as crrcuYnstaricias) é que -«m quanto aqui íevanlarr» 'tinta receita'de 200 contos, e^tâo^se affe-ctando lá ern baixo no Terreiro do Paço, no Gabinete doThesouro 300 e 400contos! .... Eis-aqui to circulo vicioso de que o Ministério quiz sahir; eis-aqui o que o deliberou a tomar algumas medidas exorbitantes; eis-aqui o que o irnpelliu a vir a esta Camará de corda e satrco, não para conservar as Paslas , porque das Pastas muitos dos aclwaes Ministros têem fugido ha muito tempo* trias jSara •fazer um serviço á Causa Publica. O Governo não precisa que os Deputados da Maioria (a quem tributo muito respeito) se torturem ; não precisa que votem contra a sua consciência (Apoiados): votem como entenderem, olhem sómenl*; para a Causa Publica; nem são capazes de fazer outra cousa : laço-lhes a devida justiça.

Por tanto «s t a marcha viciosa e enrecladora que nos levína ao precipício, -e'que nas impediu a um aclo , chamcrn-lho como quizerem , chamem-lhe mesmo vun ado de desesperação, mas era .uma medida necessária.....1 (O Sr. José Estevão•: —•*- Mas qual é?) Não respondo a apartes; digo que era absolutamente necessário sahirrnos deste circulo vicioso em qire tínhamos andado. Os encargos da • Junta do Credilo Publico desde 1836 ale' hoje (vergonha e dize-!o !....) lêem accroscido ern 750 contos de réis annuaes! .... Vergonha e' dizolo, Sr4 Presidente, porque quando digo isto isào sói se fa- , co grande elogio aosystema ! 4... Agora por'outro íado, o dinheiro que se liiíha. deixado de pagar aos Credores dt> Estado pelos Cofres do Thesouro, e que lhes foi pago por mãos de terceiros, com o pré* mio que as circumstanciàs mais ou menos faziam exigir, quero dizor, os papeis que o Governo tem.. recebido como dinheiro-, e que lern corrido a 15,; a 20 e a 30 importam desde 37 para cá, em 12. mil contos! . . .. (Sensnçáo) 13 mil contos, e do rebate correspondente tem sido privadas Classes muito rés* peitáveis!.... íS[ào torno o culpa a ninguém, porque Iodos os Ministros da 'Fazenda torturados com as exigências do dia nào tem lido o tempo necessa* TÍo'p«xra pensarem no laiz do mal, e no rnodo de o remediaiem; e eis-aqui uma cias razões por quê eu fugi sempre de pertencer a esla Pasta , e porque nunca lu?i de pertencer a ella: uni Ministro dá Fazenda, segundo o modo por que essa Repartição

está organisada em Portugal, o menos que I 1ece é embrutecerem-lhe todas as faculdades intel* lectuaes !... i Por tanto era necessário olhar ascou-~ sãs «m grande ; era necessário ver de que maneira se havia de sahÍT deste estado, eTa necessário ver> que sé se não sahra dtvlle, havíamos de marchar dir«ctamen'te para uma anarchia; a «stabilidade não se poderia firmar em quanto islo assim andas* se. Oxalá que os nobres Deputados nos auxiliem ; t)xafá que se penetrem bem destas 'circumstanciàs •e ajudem o Governo a salvar o Paiz.

PodeT-se^ha crer qtíe fa!lando-se todos os dias aqui nas Classes inactivas, tendo-se a maior contempla* ^ão por ellas, apenas tenham recebido o que este Mappa declara? Pois Sr. Presidente^ aquelles subsidiados queestavam em exercicio activo e que eram maia bem pagos, ainda mesmo noa u!limos annos não lêem recebido mais de oito mczes ; mas se passarmos para as outrasClasses subsidiados e aposentados sem exercicio, achamos que nestes seis annos não têem chegado a receber por um termo médio quatro mezes ! »... (Sensação) Isto e uma verdade, ê nestes mesmos seis annos os Pensionistas doThe-souro nào têem chegado a receber, termo médio , três mezes em cada anno: achamos que as Classes inactivas militares têem recebido nestes .seis annos, termo médio, dous inezes e meio! Não cançarei a Camará : eiã*aqui o estado actual dos nossos pá* gamentos. Eis-aqui o quadro para que os Srs. De<_ com='com' de='de' argumentos='argumentos' dê='dê' meio='meio' apre='apre' dade='dade' diz='diz' tem='tem' acaso='acaso' apresento='apresento' resolver='resolver' ver='ver' lirar='lirar' imaginar='imaginar' eis-aqui='eis-aqui' pai2='pai2' este='este' circumstanciàs='circumstanciàs' conveniência='conveniência' destas='destas' que='que' foi='foi' uma='uma' ainda='ainda' senão='senão' vimos='vimos' eis='eis' pulados='pulados' elle='elle' por='por' se='se' sentámos='sentámos' para='para' necessi.='necessi.' era='era' camará='camará' decidir.='decidir.' não='não' _='_' á='á' primeiro='primeiro' a='a' necessidade='necessidade' é='é' aqui='aqui' j='j' o='o' p='p' absoluta='absoluta' possam='possam' argumento='argumento' argumento.='argumento.'>