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oío-, cio Congresso Constituinte, e se se passar uma rc>vi«uu tjciafl votações d'esse tempo ahi será enccn-trpdo v? n to do meu nome o de V. Kx.a , do Sr. José Estevão, do Sr. Vasconcelos, do Sr. Henngues -ferreira, do Sr. Barreto Feio^ em fim, o qual ate entendeu , que devia abandonar a sua cadeira só por oue o Con?rrossf> tinha sanccionado um acto illegaj, e preferiu "reduzir-sc á sua vida privada. Sr. Presi-deií*s eu níio pertendd, relatando estes factos, fazer censurar, a alguém, só tenho por fim a min tia defesa,--só cenho por ÍÍK> mostrar que a exigência d'uma cohcrcncia política rigorosa não se encontra. Eu bem conheço, e avalio muito bem, que o provérbio, dite-me com quem vives, dir-tfrhet^quaei 02 teus prftcedimentdíj-quae* ás tuas acções., não pode COEI justiça applicar-se á vida política, porque eu conheço, por qne muito bem avalio ^ue se as íio-aroes «a vida privada são o resultado da nossa esco//'«, na vida política são de ordinário o resultado nòo c!r. ec-coíhfí , wts* da necessidade , e que assim se encontram em um partido político homens de muito di.íereníe caracter, e moral, mas esta 'verrVde cJesa o eu oue seja reconhecida com relação a todos" , e não com restricçãó a certos mai-

viduos. " . . .,

Em vi. ta do que tenho dito vê-se qde indivíduos, que conoaíeram nas mesmas fileiras, combatem lloíe em diversas, e que os que estiveram sempre em i o^esú<ão deixamos='deixamos' a='a' de='de' sue='sue' pré-sideníe='pré-sideníe' cer-tâiiíep.se='cer-tâiiíep.se' ura='ura' tag0:_='eníend:_' convencido='convencido' queobra='queobra' parte='parte' emjwrçr='emjwrçr' bem='bem' sr.='sr.' esiilo='esiilo' esta='esta' cada='cada' minha='minha' comu='comu' concordes.='concordes.' bóie='bóie' pela='pela' convicção='convicção' xmlns:tag0='urn:x-prefix:eníend'> passado, que estar.ao nrosima a esjcc!;a cm qne detia ser jurada a Cons-íi-í-ulcLic de J833 . se devia pôr utn termo á Revolu-cr-ô',3 aWíavs logftr ein 9 de Setembro , e que todo e caprichos particulares •:, todos n'es? a cpocha encheram que alguém, vendo-chegado o tempo do premente- da nova Constituição, é prevendo assim que eslava a acabar o sen pcder, resolveu que efa necessário impor cora a força, a fim dê ser nomeado um Ministério, que continuasse a conservar as celsas no estado d'eafâo, honra seja feita a esses Srs. Deputados poios serviços , que n'essa épocaa prestaram cm favor da tranquilidade pública, pelos servidos cue usaram para ser mantida a ConsUtui-yuo do lí-íLaclo, e sustentadas as prcrogativr.s da Coroa: seju-me perrscttido neste logar rccr.nhacor

' os serviços, que enlõo fez o Sr, José Estevão-----

O Sr. José JEsie-sâv : — Sim , senhor, sim. -

O Gtador: não entenda o Sr. Deputado, que eu

lenho J inttMifão cc dirigir-lhe urna censura, enten-

N cÍo'quj c:íi Rurraç".o, que í.cabci de fa^er, só pôde

r;suítr.r m ai Ia honra ao nobre Deputado (apoiados}.

Foi o !âr. José Estevão quem naquclla épocha pres-

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tou relevantes serviços, foi elle q u ^ m mais stigmati-sou procedimentos í-âo illegaes, foi eíle quem minto concorreu para se lhe pôr um termo.

Sr. Presidente, ninguém duvidará qu? nescs época infeliz o CongressoConslituble esteve en) cooçâo ; foi 5««sla desgraçada ép^ca que eu fui instad-^ para acceitar oio^ar ds Administrador Gsral^ da Cap> tal , íofifar para cuia desempenho ou me não achava ccrr» as "devidas forças, c>aa qtia foi forçoso acceitar era vista dos motivos, que então me apresentaram aipins dos Srs. Ministres: elleã abi estão, que digas ellea a repugnância com que acceitei um Ia!

jjUSS^Íc^t). ...