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Ia fizera;} S--HVpré-mais serviços, serviços, qiu; não eram p ;r cteto capazes de lhe fazer 03 Representantes * Caiada tendo para isso grandes dasojos, failo en» tre outros do Sr. Visconde de Sá da Bandeira (apoiados geraes). Sr. Presidente, a crise de JVlarco era graúda; eu não ai K íitlrevi a propor ura voto cê censura assas ciaro a urna íaí representação, mas de combinação com algiins amigos en fiz nessa época ver que a represou í açiío continha duas partes; que na primeira sã faziasc.protestos de obediência, e respeito ao Congresso, e á Rainha, o que era muito louvável; que na segunda se impediu o livre exercício das prerogaíivas da Garoa, e se fazia a maior das injustiças: e q^e aysira resolvendo sobre tal rei-preientação, devurnc3 limitar-nos a declarar que re-cebiaiuoâ com a^rad-j a primeira parte, o oue equivalia a resolver que a-rgdtavamos a segynda : isto mesmo tui eu piíaíerirjrme.iiO obrigado a declarar na Sessão de 7 do Março, quando o Sr. JBarjona , que síiás n ao havia cornprehendido es tu voto de censura, declarou que havia votado contra a o;inha proposta: neste d:a eucisse que chorava l agridas desangue por ver taxaco do traidor o nobrs Visconde, qna eu havia sempre eiseon irado na, d«fsza da Revolução (apoia-dos)j não nesta, ca naquella época, «ias em todas, em iodos ca locares, « r-m todos os leínpos (apoiados) .

Sr. Presidente, «i preciso confessar que os acoaíe-cirnanlos daqueiia e';>c?c;>a foraoi muito extraordinários, e por estremo iilp.gc.es; então a não sereoi os perturbadores tcáos reconheceram a necessidade de pôr nm termo a taes acontecimentos ; então todos instaram para que o Governo tomasse medidas de repressão ; e agora, vêem esses mesmos indivíduos accusar o Governo?! Sr, Presidente , uru indivíduo que diariamente nos cobre da injurias, uni Jornalista que então se declarou alístneate contra os perturbadores; que oflereceu dinhero pura se pagar á tropa de linha, a fiu de a dec.Jir a, cooperar contra os que promoviam a ôesordem : que procurou o Sr. Visconde drf Sá ÍM no^tft do dia 9; que o caníiarou por não í.or d?sar;iK'do toda a gf-ntd çue eáieve no Arsenal; equco incrarjou p.'?r haver antjuiJo ao convénio ciaquslíe dia, este Jornalista e quem hoje mais escreve contra o Governo, q r. e o alcunha de retrogrado , e que me cobre de injurias! (fozes — e o Nacional).

Qua íio eu naquella epoclia ? não me sacrifiquei pela segurança ca Capital , pola execução da !m ,' e jtfeía mestra Cons,li:iíicão de §2, então cinda lei do Estado? Sr. í'reòi ••.t:,:i3, proelafi^ar uffia Constitui-çíío paia dcllí* ob.-.-.;rVi.r aquiiío , que julgamos ser-nos útil, e proílcuo, e deixar d? observar, não reconhecer u)e*iiio os direitos, as prerogativas, quê nessa Co!joíí';.(jitão são ccntí-did':s i-o Ohefè do Estad-o, são cousas pi.rã mini ir.í.-ou-ipr^hfíGsiveis ; este «ao e' o meu moio d1: pensar. Pode!':'; app-arecer aígueín, que se atreva i- htiííeríar q o e O:-- negócios deviam continuar coíiio nos tlias cr«iarr;i.oso3 de Março ? 15 dias d';.!n;-rchia , í& dii-á -".TI qtir; í,a níio reconhecia a ancioriíjtic.o i\o Governo! Sr. Fses;dente5 e'forçoso qoe eu o di^a , no Gabinete que tomou o titulo òa Gabinete cê Sc-lcmbro existuaíi) Ministros, que reconheceram

alguém houve que declare.u que nàr^ era essa a principal rasão porque sahiaiii d-t. Adínínístiaçâo, mas sim porqu-3 o PaKg não era govern i?eí cm os machados do Arsenal (íbrí»saes }:ari-tr->f} cora o Sr. França, e Soares Caldeira (o Sr. Pctssvs ; Manoel)—'-não, não).

"O Orador: p.jra rrlm se ve-ou?- t-jmto u?i?a respoi-ía afftnnaêiva, coajo negativa—-st; afjlrmaliva, ton» firma o que eu digo, se negativa se; vê pa;u taes Se-

• nhores serejn avaliados peLs pessoas a qufm o re.fe« riram as&iíii.

Sr. Presidente, eu peço desculpa á Gamara por G}C haver occupôdo 'com a narrac.âo destes factos;

- todos sabem a melindrosa pc^içiio ern que rne acho; cada Sr. Deputado avalie aà considerações que acabo de fazer conjo mus bam entender, e como-julgar conveniente. Eu espero -que es Srs. Deputados se persuadam de que se roa occupci com a narrarão d'a'gurjs dos factos aponit\d.js, neriíjuma outra cou» sã tive era vista, senão a niinha defeaj própria; o não conhecimento da vsrdarie podia itrpedir que eu fosse avaliado d'uu3a maneira diííbrente do que o devia ser.

O Sr» Deputado pela esquerda, & q-aera respondo,, 'disse hontern cora o já ponderei que -.1 a. política do u Groverno era tuna pratica de iuvenyào, u aia polí-jc tica fundada e;íj vãos receios, e íar.íascaas, uma « política f ai õin,, inconstitucional,, e cuja bandt-i-« rã era a bandeira do letrocesao j; —- esía parte do discurso do Sr. DaputuJ.o no meu entender a mais forle, e injuriosa aos Sre. Ministros, deixou de ser por Suas Kxceílencias notada como devia ; assáâ no entanto se .-disse para mostrar que o Sr. Deputado tendo tido grande facilidade em estabelecer uma proposição tão genérica, não foi muito f^-liz na sua de-Hionstração.