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prestar homenagem aos princípios eeosútucioRfkes, isto- é que e preciso para consolidar a Carta, 9 não deixar passar um precedente fatal, queeoquemaj» ma importa. Que; me importa a mi m boje, em. UQ* me de Deog, que o TracUdp do Commercio e Na-_ vpgação de Portugal com Inglaterra^ no qaal não e passível nem diminuir um iota, nem alterar um loto, e que o Tractado pa*a a, supressão do Trafico da Escravatura, que todos desejavam ver feitos, se*, já ou não, revisto agora? Que rne importa a mimj agora que estes Tracladoa passçm no seu formulário por? esJa ou aqueMa fieira í Q que me importa é o estabelecimento do precedente á sombra d.o qual não só estes Cavalheiros, mas outros que podqm vir, que não tenham as mesmas soberana» qualidade* destes, e que com um Tractado annullem todos os nossos direitos, sacrifiquem todas a^p.iíerogativasda Coroa, e destruam todos os interesses mais caros; deste Paiz. Não e occasião de examinar osTracta-dos agora ; rna.s não sabem aquelles Srs. que elles contêer» disposições, em virtude das quaes estão annulladas Leis do Paiz, que contêem. deterniin.a» coes em virtude das quaes até o direiloCriminal do Paiz foi alterado! Or$ pois, Sr. Presidente, sejstQ se pód.e fazer para bem (su,pponhâmos que se fea para muito bem), não se pôde faz*;r para mal para outra vez? Pois querem entregar os direitos da Nação Portuguesa aos caprichos e á. vontade dos Ministros? O* Sr. Presidente, não posso acreditar que a Camará faça tal, não quero voto nenhum de censura para os Ministros, os Ministros ainda pó-deai evitar a censura, ma.» e' sujeita rido-se ao pré-eeito corrs^ij^ncional ; para não se estabelecer este are-sto, sujeilcm^st^-elLes, que pela minha parte cortada tenha eu a- lingoa seTãliar^e^njira eíles; pela RWinlwt par,le protesto que não h,eide diser nem uma palavra contra os JVJinistros, Rins sujeite na-sjgap.pre-. ceiio corjslilueiçuiu-l, olhem, que lb.e Goa mal a el-. lês a LnleKpetra.ção vergonhosa , que querem dar á. Carta.

J^ Carta Constitucional interpretada assim é uma ratoeira de Liberdade, a Curta GottstHViekvnal inter-penada assim é uma isca exposta á fome de Liberdade, que tem este Paiz para o colher, paia o apanhar dentro das armadilhas ministeriaes, a Caria CtHisliiucioijal intc*pelrada assim é uma ignominia, é uma affrotHa feita â Naçã,o Portuguesa, Eu não a entendo assim, eu respeito mais a Cana Constitucional. Tenho provado manifestamente que não é esta a inteliigencia da Carta Constitucional, e para se satisfazer a sua verdadeira, inteliigencia é necessário começar por satisfazer ao Requerimento do. il-lustre Deputacjo, que se senta ao meu lado.

Mas se não é assim , mas se nós não emeruiemos bei» a Carta Constitucional , mas se a Caria Cons^ tiuvoiooal da Mooarchja, que é Código da Libera dade, se ha de en-teader pelos, Cí)mu)entai5os do absolutismo que eu hoje Ifee tenho visto fazer, decla-r-eiifc-se (e pe<ço de='de' depor='depor' jpiados='jpiados' absolutista='absolutista' uma='uma' agitação='agitação' se='se' a-mascara='a-mascara' nominal='nominal' coi.agem='coi.agem' liberdade='liberdade' respeito='respeito' _='_' a='a' min.rin='min.rin' e='e' explicita='explicita' em='em' nome='nome' declararem='declararem' te.nhan='te.nhan' dir.='dir.' tewlvam='tewlvam' este='este' coragem='coragem' vgíação='vgíação' da='da'>> (a-agitação aygm6iitQli mui' ias tioses —^ ordem , ordem),

(!KS*. Presidente: — Chaino o Sr. Deputado á (*idetn dèpína-di^Caiwartt Q ter chamado.

Q Orador : -~ V7~Eina~nm7--ff>€--pi&<Íp fbamar_â='fbamar_â'>_-

dem, porque a Camará ainda não votou, depoia dçlla votar eu provável mente bei. de gjç eall^, SHQ menos aqui dentFQ, inasi a Çaijja*ra aind^ não votou^ estftu concitando para queoão v

O Sr. Presidente : — O Sr. Deputada saíje muito be;m as intençò>a, quç está aUribqindo á Çamars» toda.....

Q Orador : —» Nãq çstou ; é só aos que foliaram contra a Carta. Está muito illustre Cavalheiro &çij. lado por ahi, que não sei qual é a sua opinião.

Q Sr. Presidente •'—- Todas ouviram .a. que- o Sr. Deputado disse; eu peco-lhe/q«Q se abstenha dessas expressões, ou, que então se abstenha de continuar a fallar.

O Orador \-**(PvQsegi(indo),^ Se querem dar çs-tes commentarios deabsoíutUaio ao texto Liberal da Carta, façam-no, deponham a mascara, digp-o, posso dize-lo, votem nominalmente (muitos apoia* dos), e solemnemefttç declarem que. renunciam aos direitos que lhe dá a Carta (susurro — hilaridade) , declarem que estas invocações da Liberdade são simuladas, conheça todo o Mundo pelo voto declara-f do de todos ps que aqui es.tão, quçm é Procurador dei Nação, e quem é Procurador do, Ministério. (dpoindos, estrondosos, da maioria).

O Sr. P «retira de.Barros: — Peço a V. Ex.a con-. sulte a Camará se está suficientemente discutid* es? ta matéria.

Julgou*$e. discutia'^

O Sr. Almeida Garre.tt,: —- Eu peço que a votação seja nominal.

Assim se resolveu»

O Sr. Ç^te Rwl\ —(Sobre a «1040 de propo,r.) Sr. í^residente, Q R^Q-Userimefllp a meu ver tem, duas partes, era enlao ca.soaveL qu,e ejtas fossena distinc-ta.s e separada^,. Requeiro isto. (Fozes: — Não. j>(>-de ser).

Çonsu/tedn a Camará sob f e$e devia â^cidir- o Requerimento em duas partes, para assim ser votado, resolveu-se negativamente,

O Sr. Presidente: — Vai fazer-se a chamada; o* Srs.,,. qiíie quiz^ljem a,p(jnco.v,ar Q, Requerinjento do Sr. Cardoso, CaMel Bian^o, dizem approvot e os outros Srs. dizem rejeito..

Feita a chanvada, disseraj» — approvo — os Srs.. César de» VHSc©Ac.el|qs^ Avil^ Pçres da Sif.va., Beirão, Roma, Paluíeiro Pinto, Faustino da Gatna, Ollolini, Branda» e Sousa , Garrett, Felgueiras, J. B. de SOUSQ , J. A. d'Aguiar, Celestino Soaies, J. A. de Campos, José Estevão, Silva Saneies, Mousinho d'Albuquerque, Duarte Leitão, Cardoso Castel-Branco, P. A. ^ Cunha , Me,neze,s Pitta , q Fonseca Magalhães,