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bral, Vascoiicellos e Sá, Falcão, Abreu Çastel* Branco, Vieira de Magalhães , Mariz Coelho, Silva Cabral, Teixeira"de Moraes, Leitão Pinto, Car* doso Braga, Castilho, Albuquerque, Queiroga, Botelho, Crispiniano dá Fonseca, Corrêa de Lacerda, Grande, Pereira Pinto, Pereira de Figueiredo, Barboza da Cunha , Cogominbo , Afíbnseca , Gavião, Pereira Rebello , Vaz Preto, Víllas-Boas, Barreto Feio, e Ferreira*

Ficou por tanto rejeitado por 67 votos cvnlfa %%.

O Sr. Presidente:*—A hora está muito adiantada, por consequência devo dizer á Camará, que alguhs Srs. Deputados pediram a palavra para explicações sobre o requerimento, que acaba de resolver-se; se a Camará entende que se lhes dêem, vou dar-lhes a palavra. (Iro%ei: — Nada , Ordem do Dia.) — Pasmamos então á Ordem do Dia:

ORDEM DO DIA*

Continuação da discussão sobre a Resposta do Discurso da. Coroa»

O Sr. Presidente:-— 'Vem a palavra o Sr. Silva Cabral.

O Sr. Silva Cabral: —- Sr. Presidente, embaraçosa , sobremaneira embaraçosa ef na presente con-junctura a minha posição, porque esgotada vai já à matéria; comtudo eU não desanimarei no desempenho da lárefa , que a ruim mesmo itnpuz sollici-tando de V. Ex.a a palavra.... (Bulha na galeria como de pessoas que saltavam.) Quando os Srs. acabarem de saltar continuarei.

O Sr. Presidente: — Está exarado na porta da entrada uma ordem desta Camará para que não se salte violentamente dos bancos abaixo;. (Uma fcoss: — Isto e' systema.) Em quanto não dou providencias para que isto se evite, sempre recormnendo aos êxpèctadores que cumpram com as ordens que se acham determinadas.

O Sr. *dffomeca: •—- Peço a palavra para um Requerimento.

O Orador (proseguindo).. . Comtudo , Sr. Presidente , eu n ã o desanimarei nó'desempenho da tarefa, que a inim mesmo impuz , sollicitando de V. Ex.a a palavra. Se a minha Voz por débil não poder merecer a altenção da Camará ^ eu espero ao menos' arrebaíar-lha em consideração ao objecto, cuja transcendência não e', nem pôde ser de pessoa aiguiná ignorada.

Sr. Presidente, ternos chegado á epocha mais solemne depois dos memoráveis dias de 27 de Janeiro e 10 de Fevereiro pretéritos ; epocha por uns com anciedade esperada, para que sincera e cordialmente unidos neste Alcaçar das Leis podessemos pôr o ultimo remate á grande obra da Restauração dá Carta, dando por esta maneira um testemunho solemne de Gratidão Nacional áquelles, que arrastando co rn todos os perigos de um passo, qwe por ventura podia ser infeli%y se abalançaram a levantar a campa, que com a maior ingratidão tinha sido arrojada sobre o memorando Código do Immortal D. PEDRO: epocha por outros esperada para que aqui mesmo neste recinto, onde se não devia ouvir senão a voz dos interesses Nacionaes, e aonde para decoro, opinião, e honra da Camará deviam em-hiiidcct>r todas as paixões, e evitar-se todas as recriminações, se viessem reproduzir as scenas de 1838, de 1840, anojando ao centro desta Sala.com mão larga, ao publico mesmo, uma caterva de disso-

nantes dicterios, dê suspeitas 4 e accusaçôés infundadas, que, por usadas pelos caracteres que as disseram , (ate em sentido opposto) , não podem ter a honra de fazer suspender por um pouco o Juiso de completo despreso, a que o bom senso da Camará tem necessariamente de condemna-laá.

Sr. Presidente, do Alto do Throno fez-se solem» nemente sentir á Nação, representada nos dois Corpos Legislativos, que a Carta Constitucional se acha» vá restabelecida , pelo voto Nacional , espontaneamente manifestado; e que esse Throno qual Argos vigilante, observando da eminência em que está collocado , a tendência do voto Nacional, se resolvera a cumprir o mais importante dever da sua transcendente Missão, declarando em vigora Carta Constitucional da Monarchia Portugueza, de 29 d'Abril de 1826, decretada pelo Immortal D. PEDRO, Duque de Bragança.

Sr. Presidente, o Chefe do Executivo, dando, como devia dar, por averiguados estes dous factos, e como de Direito incontestáveis, veio na primeira e mais importante occasiâo, a da reunião das Cortes, sollicitar delias a sua franca e leal cooperação para a conàolidaçâó da Carta Constitucional, que,' para assim dizer, veio pôr debaixo da segura égide das mesmas Cones. (Apoiados.)