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cional, e o perlendenle pede com instancia urna resolução.

O Sr. Gorjão [-/enriques: — Sr. Presidente, era para dizer que essa representação que apresentei, devia ser rcmeltidu ao Governo, por isso que o seu objecto , pelo menos na parle que diz respeito ao pagamento dos Ires rnezes, pertence ao Governo; mas eu estou persuadido que uma simples remessa ao Governo, e raeUer este negocio de novo no purgatório, e sem esperança de salvação; por isso desejava que esta recommendação fosse rnais explicita, como amanhã tem este negocio de ser proposto, então veremos o que se hade fazer.

O Sr. Presidente: — A Mesa está authorisada para lhe dar o destino legular, pore'in se o Sr. Deputado o exige especial, precisa propôr-se á Camará , e tem de o mandar por escripto.

O Sr. Gorjão:—Pedirei que seja remettida ao Governo com urgência. (dpoiados.)

O Sr. Secretario Sá f^argas: — As informações que pedio o Sr.xSeabra vieram na Sexta feira, e foram para a Commissão de Guerra.

O Sr. Seabra : — Estou satisfeito.

O Sr. Pereira Brandão: — O Sr. Deputado Xavier da Silva fallou em uma matéria, em que eu queria tocar, e desejava que estivesse presente o Sr. ex-Ministro Florido, porque me consta que iguaes in-demnisações se deram a um Francez, e a alguns In-glezes por iguaes motivos....

O Sr. Jervis dfAiouguia:— Effectivãmente esses papeis estavam na Connnissâo Diplomática até ao fim da ultima Sessão, e o Sr. Deputado por Alem-quer não fez raais do que recommendar á Com missão o seu andamento.

Leu-sc a ultima redacção do Projecto de Lei que concede á Camará Municipal d'Ilhavo a cobrança de certos tributos dos que transitarem pela Ponte de Jucaianzo, a qual foi approvada. v

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O Sr. Sá fargas: — Já teve segunda leitura, e foi remettido ás Comnjissôes de Cornmercio e Agricultura. ' ,

Teve segunda leitura o requerimento do Sr. Der-, ramado, pedindo ao Governo as informações sobre as representações das Camarás Municipaes e Corporações, que pedem Bens Nacionaes. — (fr. Sessão, de 8 do corrente.)

foi approvado sem discussão.

O Sr. J. A. de Magalhães: — Queria fazer um addilarnento a esse tequerimento. .^Nâo e'possivel absolutamente desencantar, nem trazer a esta Camará, as informações sobre um requerimento da Camará de Lamego, no qual pede uma porção de.uma cerca paia fazer um meicado; ha dez mezes que este requerimento foi remettido ao Governo, que forçosamente ha de ter mandado informar as Authori-dades ; mas parecc-me, que dez mezes e' bastante tempo para se informar, e por isso peço que sere-commende ao Governo mande quanto antes estas informações.

O Sr. Derramado:—Eu queria declarar ao nobre Deputado que acaba de fallar, que o seu addi-iamento está iucluido no meu requerimento, porque eu peço que se remetiam todos os requerimentos.

que tiverem sido remettidos ao Governo, reclamando edifícios para estabelecimentos públicos.

Leu-se o requerimento do Sr. José' Alexandre de-Campos, para que serecommende ao Governo, que faça guardar os edifícios, e maltas nacionaesffacíe Sessão de 8 do corrente.}

O Sr. /. A. de Campos: — Sr. Presidente, seria bem útil que estivesse presente o Sr. Ministro da Fazenda, porque de certo S. Ex.a havia de adopta-lo, porque se refere a uma circumstancia pratica; o Governo tem effecti vãmente guardas nos edifícios, c nas maltas, não revogou esta determinação, mas acontece, que as Administrações Geraes algumas ve^es não tem considerado o pagamento destes guardas como despeza de expediente, e querem satisfazer estas despezas, quando pagam aos de mais Empregados Públicos, que estão atrazados, cinco e sete mezes: ora os guardas não podem sof-frer este atraso, e então tem resullado daqui o terem-se despedido estes guardas, ficando as maltas expostas a ser incendiadas, e os edifícios a s^rori; incendiados; eu tenho algum conhecimento dislo, e se S. Ex.a estivesse presente, poderia tomar nota do requeiirnento, porque elle e' fundado em razão.

O Sr. Ministrado Reino: — Sr. Picsidenle, a guarda e conservação das maltas sabe o nobre Deputado, que pertence ao Ministério da Marinha; com tudo direi que não se fez inrrovaçâo a respeita dos pagamentos dos guardas; eu convenho com o nobre Deputado, em que é dejusliça; qm- esta pobre gente tem um Ímprobo trabalho, e que convém pagar-lhe semanalmente, isso e'fora de toda a questão ; mas o facto e que sempie se pagou de tempos em tempos. Antigamente fazia-se por quartéis, e também se pagou mensalmente, e andavam atrasados, como andam todas as outras Repartições, porque são pagos com ellas; mas o1 que e' certo e que a mim não me consta que tenha desertado nenhum, ainda que isso pôde accontecer, mas eu direi também em observação ao que o nobre Deputado diste, que estas deserções sempre as houve, quando a esses guardas lhe apparece outro serviço, que lhe dá maior interesse, e isto quer o pagamento seja mensal, quer sej.a semanal; mas a mim não me consta que as tenha havido agora ; com tudo^eu bem sei que as pôde ter havido, e que convém pagar-se ás semanas, se isso for possível.

• O Sr.j/. A. de Campos: — Effecti vãmente algíi-' mas tem havido no destriclo da Guarda, porque alguns Administradores de Concelhos representaram para a Administração Geral (aliás muito zelosa) sobre este inconveniente; eu mesmo quando estive na Província fui testemunha disto ; portsso eu pedia que O Requerimento fosse remettido ao Ministério da Fazenda para lhe servir de lembrança.

O Sr. Falcão:—Se a moção do nobre Deputado tem relação ás maltas, que estão a cargo doMi-, nisteno da Marinha, posso asseverar á Camará, e ao nobre Deputado, que as ordens que se tem dado de pagamento, é para que os guardas sejào pagos icgular, e mensalmente, e effecti vãmente assim tem sido pagos. . , *. • :