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•sidero t)enHuípa delias eçn circurpsiancias 'de poder 'marchar com esta Camaça , e leria, ou de cair nas .primeiras $4 horas, çu de dissolver a Camará, o que e. u julgo mu!,to perigoso nas circmestaricias ern que s ç acha o Pa.ijz. (fâvag apoiçido$ ).

Sr, Presidente, ainda nesta discussão se veio fal-:!ai; muito das violências, que se pf atiçaram nas eleições; mas nipgutíin dçUaiá de recqnheceT que isto s j ao e mais do que umae.str.ategia, de quecontonte-rnen.te se s,erve;ui as minorias para coiíjbater as rnaio-'rias,: quando a.s eleições caem para aquelle lado, l;ido é lega!, tudo é o/çiem ; quando caem para este !.ado, tudo •

S,r. Presidente, quando eu ouvi o Sr. Deputado por Lisboa, « ultimamente pelo Fayal, prestei ai-ig-ju.ítja altenção ao que S, JKx.* havia dito, e obser» vei que priucipioy pqj demostrar que o Governo se tinha declarado ^uti-cart,ista « inimigo da Car-ta. Sr. Presidente, também esperei pel.a dernonstra-ção; mas não appare.ceu. Jít-i disse que, na ausen-ci,a do Corpo Legislativo} tinh.a o Governo adoptado algumas medidas, de que dar|a conta ás Cortes, e viria pedir um òil.l de iridemnidade. Ora quem faz semiíhante declaração, queoi diz que tomou algu-ru,as medidas exorbitando das suas attribuições, e que ha de vir ao Corpo Legislativo pedir um bill de iqfiemnidade, não se declara inimigo da Carta ; pelo coutrarjo, presta lh/e. homenagem : e eu cinto que se transtornem assim, a,s, palavras, dos adversários. Attribuiu-se-me igualmente o haver dito que pediria esse bill de indernnídade quando me pare» •çes^e: nega; eu só disseque o viria pedir, equeaCa-ui.a/Q Q ;

TapibeH) se transtornou o que eu bayia dito a respeito da cobrança e appíicação dos.impostos» O Governo não ernittiu aqui a opinião de que podia apphcar os i.W)postos sem auctorisação do Corpo Legialçt,!}y.o ; o que disse foi que, em obediência ao pnneijjlp., havia de vir pedir ás Cortes auctorisação para a cobrança e a.pplicação dos impostos ; e ao 'cresceníoii, só hc.ra.que, em qulras occasiôes e por outras Administrações, se Sem, entendido que oGo-verno não carece desía auctorisação; e aponloi o •exein.plq de 1836, quando a Camará foi dissolvida, iLotaticiq que nessa nccasiào a'Opposição íisera um protesto coíiír.a o acto do Governo? de receber e ap-plicar os impostos sem auetorisação das'Córtes, e que a maioria acq.uiesce.ii, ao procedimento do mesmo Governo, não assignaíído.aquelle protesto : peio cppirario, os periódicos

O nobre Deputado disse, que receava que. ainda não estivesse conhecida senão a piirneira pá,r lê do movimento de 27 de Janeiro, e peloque disse pareceu recear a vinda do absolutismo. Sr, Presidente, começarei por dizer que nunca nie persuadi, que esta accusaçào podessc; vir do nobre Deputado contra uma Administração,, euj que se acha o nobre Duque da Terceira, a cujo valor, a cuja espada, devem prinçipaSqjeníe os Portuguezes a sua liberdade. Uma accusaçào destas, dirigida contra os Cavalheiros que aqui se sentam, e infundada, e inimerecida. JVÍas Sr. Prcsídontq,; foi para que nãq vie.sse esse absolu-

tismo, que nós restituímos a Caria. (Apoiadn*.') NÓS temos ainda presentes as declarações feitas por um meu antigo CoIJega sobre as recommendaçòes feitas por Frei Fo,rtunato de S. Boavenlura, aos absolu* listas de Portugal, o homem mais zelloso servi.dor de D. Miguel, que disse eile aos seus correligionários Políticos ? —« Uni-vos aos populares, aos anar* chrstas, como elle lhes chama; uni-vos, separai-vos dos Cartistas, porque estando elles no Poder, estando e!lês fortes, é impossível que o nosso amado Rei possa ir ao Throno de seus A voa ! 55.—r-S r. Presidente, e foi para evitar o absolutismo, foi porque o nobre Deputado receava, que as cadeias do absolutismo viessem, pesar s,ohre os nossos pulsos, que o il-lustre Deputado se fpi unir a estes mesmos absolur-listas ; foi por este motivo que elle foi f^ser uma alliança com elles?!! . . . Donde poderá vir o absolutismo a Portuga! ? Poderá vir daquelles homens que estão ligados aos absolutistas, cjaqueHes que nunca podem possuir outros princip,ios, que declaram que os têem, que não cedem delles, oudaquel-íes, Sr. Presidente, que têem sempre estado no campo da liberdade, que têem combatido o mesmo a br solutismo em toda a parte?. ., (/Jpoiados. — Vo-< zes : — Muito bem.)

Mas esta ide'a, Sr. Presidente, não e' nova, o nobre Deputado foi pedi-la emprestada aos alliadoç da extrema esquerda, elles lá têem publicado todas estas ide'as pelos Jornaes: apenas a Admifiisfr cão de 26 Novembro estava formada e já elles danavam que o absolr-tirno estava pesando sobre a cabeça d

Mas íudo isso era. necessário, Sr. Presidente, tudo isso era necessário dizer-se, e ate era nrcessario dizer-se que o homem que se havia posto á testa do movimento de 27 de Janeiro, tinha o pensamento de fazer ir pela barra fora as Augustas Pessoas de Suas Magestades., t.inha, o pens.a;menu> de se proclamar Rfgente, e de se tornar absoluto ern Portugal ! ! ! . . (Profunda.sensação). Sr. Presidente, bem sei eu que iodas estas accusações foram feitas, bem ÍPÍ eu o fim. para que ellas se fizeram, mas bem sabia que os factos haviam de provar o contrario , e tenho a satisfação de ver desmentido tudo quanto se lem di-lo contra nvm, e ate' para fora do Reino se quiz fazer valer estes ditos, aíe' para fora do Keino se quiz fa^er vêrque eu não deseja vá outra cousa senão declarar-me Regente, depois de expcllir pela barra fora as Augustas Pessoas de Suas Magesiades! ! ! . . Quem, Sr. Presidente,... A qual Porluguez poderá lembrar um'semilhuníe pensamento l í ... Eu seria o ultimo homem q'»t> o podesse rnaniêr, porque, tenho dadp sobejas provas da adhesão qce tefiho ás Pessoas de Suas Magestades, e dos Serviços, que Jhes tenho feito e desejo fazer (sípoiados), O Sr. José Estevão :— Em regência n ao. se fali ou). O Orador: — Talvez o iiiustre Deputado fosse usn do* que o.dissesse, .... (O Sr. José fístevâo :—— Nunca me perstíadi disso; Ministro do Reino sim). O Ora~ dor • -—Minis-íro do Reino! E diz o Sr. Deputado á. parto.. Miai&íro do Reino, e persug.de-se que nisto me -.faz.. uon\ grande accusaç.ão ?! . Ora? Sr. Presi-