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que o único meio efficaz seria o exclusivo, que só senão vence pela resistência dos preconceitos ? E nào havemos nós ler força para declarar á Nação, que s^ndo nossas convicções o movei de nossas de* liberações, e sendo aquellas ent opposição á escolha , á preferencia, e adopção dos 150 contos, não podendo por isso levar-nos á approvaçào do art. 14 do Projecto N.° 6, conve'm aceitar outro alvitre, odarninha Substituição? Que este. não convém nào só eu o demonstrei a primeira vez que. fa l lê i na matéria, mas os próprios antagonistas do exclusivo o tem franca e terminantemente declarado, que resta pois? Comparar os inconvenientes dos 150 contos com as vantagens da minha base; e pre.cisar strictamente a este terreno a tão diffusa discussão que nos tem entertido ha tantos dias..

Acaso traclarnos nós da Companhia? Não, que sanccionada está já a sua relia biiilação. Tractare-mós por ventura das suas allribuiçôes e encargos? Nào, que umas e outras se acham já designadas nos artigos do Projecto N.° 6, approvados em Setembro. Então que resta? Dotá-la com uma compensação correspondente aos encargos. Mas nós só temos a optar entre dois meios ou bases, a minha e a do artigo 14; ora esta e inadmissível por não1 preencher o fim coroo declaram os nobres Deputados; logo e' forçoso approvar-se essa minha base, o exclusivo, ao qual chamarei pelo seu nome, porque exclue senão na totalidade , excltie em parte , nào perdendo por isso o titulo que apenas é modificado coti» 0'epilheto de pureza/* (Muito bem y apoiados repelidos).

Se a qu<_:tíio daccordo='daccordo' tjrn='tjrn' alguma='alguma' governo='governo' art.='art.' industrias='industrias' constituinte='constituinte' toda='toda' projecto='projecto' cabe='cabe' preço='preço' tem='tem' presidente='presidente' nova='nova' propor='propor' urna='urna' abono='abono' doutros='doutros' poderosos='poderosos' davessas='davessas' ao='ao' dvgua-ardente.='dvgua-ardente.' exclusivo='exclusivo' sustentar='sustentar' pertence='pertence' melhor='melhor' privilegio='privilegio' comparação='comparação' sua='sua' alem='alem' estevão='estevão' cingir-se='cingir-se' gloria='gloria' odusidos='odusidos' companhia='companhia' bases='bases' por='por' se='se' essa='essa' o.art.='o.art.' illuslre='illuslre' voltar='voltar' mas='mas' demonstração='demonstração' _124='_124' _='_' ser='ser' a='a' cento='cento' e='e' strspeitas='strspeitas' deputado='deputado' o='o' p='p' admissível='admissível' ella='ella' cada='cada' u='u' das.='das.' v='v' v.='v.' vinte='vinte' da='da' com='com' concedido='concedido' n.='n.' de='de' anno='anno' argumentos='argumentos' conveniências='conveniências' efficaz='efficaz' do='do' razào='razào' proposto='proposto' diz='diz' fixará='fixará' nem='nem' das='das' um='um' me='me' pipa='pipa' lucro='lucro' actualidade='actualidade' circumscreve='circumscreve' iilustrados='iilustrados' em='em' duas='duas' sr.='sr.' outra='outra' nascentes='nascentes' _.='_.' este='este' eu='eu' sobre='sobre' ás='ás' na='na' congresso='congresso' efficacia='efficacia' _9='_9' trouxe='trouxe' cavalheiros-='cavalheiros-' mui='mui' que='que' foi='foi' cujas='cujas' destruído='destruído' ex.a='ex.a' ainda='ainda' senão='senão' projecto.='projecto.' quero='quero' discussão='discussão' paiz='paiz' copiada='copiada' ex.='ex.' não='não' deve='deve' ora='ora' á='á' necessário='necessário' os='os' proposta='proposta' ou='ou' é='é' opiniões='opiniões' josé='josé' aguas-ardentes='aguas-ardentes' arrogar-me='arrogar-me' quando='quando' citado='citado' podem='podem' preferencia='preferencia' ú='ú' minha='minha' _1837='_1837' seria='seria' terreno='terreno' nenhuma='nenhuma' base='base'>

Dsz o § 1.° dosobrediclo artigo. — «Todo o Ne-«goeiante que exportar, vinho para Inglaterra e' u obrigado a mostrar antes do embarque que corn-« prou á Companhia dons almudes por cada uma «pipa, e um a l mude por cada uma que exportar ti para os outros portos. ;?

E esle Projecto e"obra dos seguintes Cavalh-eiros ——« O» Srs. Macario de Castro, João da Silveira M de Lacerda, Marino Miguel Fran/Jni, Rodrigues u Ferreira, Pompilioda Motta, João Lopes de Mo-

YOL. 2.°---FEVEREIRO—18.43.

n raes, Barão de Sabroza (com derTa ração}, Bazí* « lio Cabral, Leonel Tavares Cabral, Barào do « Casal, Paula Leite1, Forlunato de Mello, Gomos « da Motta, José Liberato Freire de Carvalho, « José' Lopes Monteiro, Conde de Luiuiares— O « Sr. José Estevão Coelho (o Sr. José Estêvão^ mas com declaração! 1) perdoe-me S. S.a, não tom declaração, pois se a tivera poderia ainda dizer-se que a obra não era sua in totum, mas não e' as* sim ; o illustre Deputado subscreveu plenamente á douctrína em geral", e a cada uma das disposições do Projecto N.° 124 —« Francisco de MonfAlver-« ne , Abranches, Visconde de Beire , Pereira de « Vera, Lima, Judice Sarnora , José Maria d'An-« drade, Tavares Ribeiro, Duarte Campos, Moraes « Sarmento — O Ex.mo Sr, Bernardo Gorjão Menti riques!-—Soares d'Albergaria , Fernandes Tho-« más, Silva, Raivoso, António Manoel Lopes Viei-« rã de Castro, José da Silva Passos, Silva Pe-n reira, Vasconcellos Pereira, e João Vielorino(com (( declaração). «

E- serão nomes tão respeitáveis, caracteres tão illuslrados, suspeitos áquelle lado da Camará, e á Imprensa Periódica, que lioje pretende lançarsobre os defensores do exclusivo agrave censura, e tremendo odioso de querermos a ruina de todas as indus-, tfias ? E de que foi consequência aquelle Projecto» Sr. Presidente? Do desejo que eu creio puro nos Signatários d*acudir ao já então definhado Douro; de regularisar o Cornmercio , e d'apagar a fome a milhares de familias desgraçadas desse outr'ora tão abundante solo.

E não era em 1837 a e'poca ern que mais se proclamava favor quasi exclusivo ás industrias manu-factoras do Paiz T E ha de querer-se hoje argumentar com o sentimentalismo de M para longe a morte « a essas industrias?!» — Em 1837 e'poca em que se proclamava ás massas no sentido das suas exigências, appareceu no Congresso Constituinte o pedido do exclusivo por parte dos mais strenuos defensores de taes industrias, e hoje que mais pungentes são os clamores do Commercio e Lavoura , hoje vem dizer-se a esta Casa — «fugi profanos, «impiricos charlatães da Sciencia, fugi, eparalon-

.« gê levai esse vosso monopólio de factos, que não " provam, e nós os rejeitamos!! Vós banisteis as " douctrinas, as theorias, os systemas, a sciencia, « os princípios, a observação, em fim monx>polisas-« teis tudo, e só nos deixasteis collocados no tbro-« no do bom senso ; combateremos nesse campo, e « em tão formidável reducto intlincheirado S.Ex.* « o Sr. José Alexandre batalhou, e alcançou esses « gloriosos triunfos., que o Sr. Deputado José Es-« tevão veíu hontem registar-lhe nesta Casa ! »

E aonde estão esses triunfos, Sr. Presidente? Na subtileza, arte e engenho com que S. Ex.* cos-

^tuma entrar ern todas as questões? Por certo que se em tal sentido foram registados esses Irofeos, eu sou o primeiro a confessar, que elles são sempre completos para o nobre Deputado, a que se não

.pôde disputar a sublimidade de seu* talentos, o profuntjo saber e a perícia com que trarta as matérias, que nesta Sala se discutem: por es^e lado ninguém tributa maior veneração e respeito a S. Rx * do que eu sempre hei tributado com a maU in^nua sinceridade. Mas que se diga serem esses triunfos a demonstração inconcussa da ruindade do exclusivo*