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/4pprovou*$e a substituição que apresentou o Relator da Commissão por parte da mesmo, ficando ré-jeitado o seu Parecer originário.

O Sr. Presidente: — Addiou-s? orn Projecto, até á presença do Sr. Ministro da Marinha e Ultramar.

O Sr. Ministro da Justiça; — Eu tinha pedido a r ,. í

palavra para mivar explicação.

O Sr. Presidente: — Tem a palavra.

O Sr. José Estevão. — Eu peço a palavra para me explicar.

O Sr. ò'd JVogueira ; — Também peço para uma explicação.

O Sr. Ministro da Justiça: — Eu uso da palavra porque a tinha pedido durante a discussão, e creio que se não pode estranhar que um Deputado e Ministro tendo pedido a palavra a raclame, quando se acabe a discussão , islo é o que manda o Regimento. ,

Eu pedi a palavra para dizer ao nobre Deputado que nos fez uma grande censvira por não estarmos aqui no' principio da Sessão, que não teve razão porque o nobre Deputado sabe , que hoje e dia de despacho, e que os Ministros não podem estar na Camará e no despacho; o nobre Deputado sabe, que ha objectos de serviço que muitas vezes embaraçam os Ministros de estar aqui; o nobre Deputado, que não tem que fazer, entra quasi sempre na Camará pelas duas horas, e por i«so não e' de admirar, que os Ministros façam essa falta, quando tem mais a que attender.

O Sr. Presidente: — Ha pouco adiou-«?e o Projecto n.° 147 até que estivesse presente o Sr. Minis-• Iro da Marinha, por consequência proponho á Camará se quer continuar.

O Sr. J. A. de Campos: — Sr. Presidente, toda a Camará ,se possuío da gravidade do assumpto, que aqui èeaprpsentou n'uma das Sessões passadas, quando um Membro do Governo declarou, que a LPI chamada dos 30 dias não lhe impunha a obrigação de satisfazer um mez em cada trinta dias; éprecizopois que a pessoa morai do Governo declare, qual e' a inielligencia que dá a. Lei , para que a Camará e o publico, e a Nação soceguern do aballo, que aquel-la declaração Ilie causou, por isso peço a V. Exc.a que me dê a palavra pa^a este fim.

O Sr. Prestdenie: — Não me posso affastar da Ordetn do Dia sem ordem da Camará.

O Sr. José Estevão : — Eu reconhoço, que V. Ex.* não se pode affastar da Ordem do Dia , e que a in-terpellaçào do Sr. Deputado não estava .dada para assumpto da Ordem do Dia, concordo perfeitamente com as observações de V. E\c.*,ella« sàocuriaes ; mas com que não posso concordar é com o desejo de que se não discuta na plenitude qun é precizo, uma questão suscitada com asoccurrencias parlamentares, depois da declaração do Sr., M'nistro da Fazenda; é necessari-o que o Governo declare positivamente ao Corpo Legislativo, qual é a inlelhgoncia que dá a pssa Lsi.

O Sr. Presidente: — Se eu não tivesse sido interrompido, quando estava propondo á Camará,- nada do que se diasn era necessário.

O Sr. Ministro da Ju»ttça: — Por parte do Governo, peço a palavra para ciar a resposta que se

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Decidiu-se que o resto da Sessão fosse destinada para as interpettações.