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ôstabelecid» para a eua ractificaçãa, os dos tino deixam de o ápprovar, porque lhe f

- Ê«, Sr, Presidente, linha pedido uinda agora a palavra para interpellar o Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros....

O Sr. Pretidentei — Mas agora na» se pôde misturar uma cousa com u outra; o tempo da mlerpel» lação passou-; por consequência não podemos tratar senão disto.

O Orador: •*— M as peço então a V. Ex.a a palavra para uma matéria urgente; parque quando se trata de interesses coo) as Nações Estrangeiras ha to* •da a facilidade....

O Sr. Presidente: — Mas eu fiâo posso infringir o Regimento; o que posso fazer é propor á Camará se quer que o Sr. Deputado faça agora, a sua tnlçr-pellação.

O Orador: — Eu tinha a pediresclarecimentòsao Sr. .Ministro dos Negócios Èitiangei-ros, relativamente a este Tractado , para que a Camará possa discuti.Io corri conhecimento de causa : um dos es», -clareei mentos é este: — S. Ex.a n'mn Officio dmgi-do ao Ministro dos Estados-Unidos diz aqui no íirn (leu) Ora, Sr. Presidente, tenho a pedir ao Sr. M i--nistro dos Negócios Estrangeiros, que apresente a esta Camará uma indicação das Leis que ha relativamente ao nosso Commercio cotn os Estrangeiros; quacs os portos ern que por Lei são admiltidos o» Eslrungi-uos, c pedia também a S. Ex.a que nos mandasse uma relação de todos aqueilês géneros, cuja exportação ou importação é prohibida nas nossas Possessões Ultrumarinab, sendo o seu Commercio privativo de Portugal. Peço isto, porque estou persuadido que esleTraetado vem prejudicar toda a nossa economia colonial, e é necessário que S. Ex.a dê esclarecimentos, para nós o podermos discutir com conhecimento de causa ; sem o que o não podemos fazer, porque vejo que o Miuisterto tem a habilidade de tornar tudo quanto é bom em mau, e o qun pôde ser útil para o Pau em pp-judicial, sendo aliás

O Sr. Ministro do Reino: —Sr. Presidente, o -nobre Deputado encetou brilhantemente a discussão do Tractado; mas eu nào posso acompanhar o nobre Deputado nesta sua nova em presa sem chegar o •tempo competente. Em quant.o aos esclarecimentos que o nobre Deputado deseja, digo que o nobre Deputado sabe quu ninguém deseja mais dar esclarecimentos

Agora, ser-me-ha pormittido pedir a V. Ex.* que •tenha a bondade de insinuar ao Sr. Deputado, que para mais completa satisfação dus seus desejos tenha a bondade de escrever os seus quinilos, e manifestar quaes são o* esclarecimentos que deseja; porque lhe protnetto que o mais depressa possível S. S.a nade receber esses psc!areciitientos} e poder valer-se dellcs para a discussão. Perrniltir-me-lia lambem que lhe diga que eu por ora não estou pela opinião de. que este Traclado nos e dumnoso, e espero da Camará que hade julgar o oiesmo (Apoiados) e como ir il-lustre Deputado fez agora o que costuma fazer, referindo por uina synthese mimo elegante todas as suas opiniões, dizendo isto e bonif- porque é bom, e

isto é' rytau porque « wai|,,D Sr, Deputado hade per-* imitif*nie -«q u «f cor» ,03 «tiesinos argocaentos e com a* HjQçíiiíis taiMWí 'ibç.dig-a, que nâi* creio natjuiHo qufe acaba de a-ffij-if:#r, . ...

O Sr, Mãrretxi :.*>;-Sr. ^PreBrdeTite, não se trata aqui .da.con-vemenciíi d«-t;tiirãr em discussão este Tractado quanto, antes : ncho que é por todos reconhecida es ta conveniência; mas parece»iiTe impossível que 6e obtenha o fiiíi que se deseja } altcn-to o pra0o em tjue as ratificações devem ser trocadas. O Tfactado. foi feito-et» 26 de Agosto do. anuo passado, e eó Hgora é *que e «pie^eotado fi e&la Gamara» Dezojatia .&àbor a.4 fa/ífro desta detnora ; porque «ao acho que ,• tendo elle de ser discutido em ambas ?»s Camarás, de ser íipprovado, e de ir á Sancção lÍT-al, e depois tendo de ser trocadas as ratificações na Amcrica ~~digo que não cab« no betnpo, ,que tem de decori-er ale o prazo aiarcado para a troca das ratificações, c discussão em ambas as Camarás, transporte delle para a America, 'depois a .discussão lá mesmo. Por consequência , tendo o Tractado sido apresentado agora a esta Camará, e tendo-se consignado u'um Arligo delle um praso impretenvel para a tioca das ratificações , dezejana saber como isto se ha de fazer; e dezejaria também que o Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros doesse á Camará, e á Nação a razão desta demora.

O Sr. Ministro do Reino: — Não posso dize-lo agora, isto e, não me convém dizer agora arazâo; mas posso asseverar á Camará que houve uma razão , que espoici no momento da discussão.

O Sr, Marreca: — Estou satisfukrt.

O Sr. Presidente: ~-Não posso dar para a ordem do dia de segunda f«ira, este objecto sem que à Camará lorn<_ segunda-feira='segunda-feira' que='que' de='de' a='a' uma='uma' resolução='resolução' do='do' ju='ju' outra='outra' p='p' sobre='sobre' se='se' rjicidiu='rjicidiu' desse='desse' cousa.='cousa.' di.a='di.a' isso='isso' ordem='ordem' camará='camará' parn='parn' porque='porque'>

O Sr. /. JÍ. de Mag(jlkâes:—~Em primeiro lo-gar supponho qije os Pareceres dasComomsões que exarnmatam o Tractado ainda nào foram impressos.

O Sr. Presidente:—Mandaram-se irnpremir.

O Orador:-— E quando Se hão de distribuir]

O Sr. Prctidettte: — Amanhã e no caso de se distribuírem amanhã poderia então dar-se o Tractado para ordem do dia de segunda-feira.

O Sr /. Â* de Magalhães: — Se se distribuírem amanhã, não impugno que se dê este objecto para a ordem do'dia de segunda-feira , porquê ha 94 horas, e s?jam pequenos ou não, é preciso exa-rnma-los em lefeioncia ao Tractado; mas entendo que distribuindo-se amanhã ba tempo sufficiente em que se possa fazer este exame. Agora ao que me opponho é que a discussão do Tractado exclua absolutamente a discussão do Projecto, que estava dado para a ordem do dia, e parece-me que se poderão conciliar estes dois grandes objectos de interesse publico, lepartindo a ordem do dia entre um e outro.

O Sr. Moniz; — Eu não desejo que um objecto de tanta importância seja titrazado; ma» parece-me que o negocio c de-tâo grande importância» que devemos tracta-lo o mais «fflcazmente possível. Por tanto peço que seja dado exclusivamente para Segunda fíiHíl.