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tèràrto* ," côOio req&er v -coto -t^JSoldtf ~4Ía *e«píeòl4va Patente, òCapitâo Reformado^ JméFórtiodeStfusá^ que passou a etlà classe nó amip de 1,813, do n lá ri do etilâo ió 21 annos de SmiÇc*-, sem 'quersè-aUfcndes-se a ha Ver sido ftrfdô orna vez levemente, e outra gravemente no 6Ítio'da Praça de Badajoz; por isáo, B porque serviu nó Exercito. Libertador deprfjã Jque esteve prefeo lorigo tempo pela Usurpação, tem o Governo a honra de propor o seguinte.' • ' - '- -;

Y&OJZCTO DE --S.EX, -w~ O Governo, fica authórisa-do á-det^achar Capitão de uma .Companhia de Vê*. íeranos , com o Soldo desia Patente,, o Capitão íte> formado >; José Foftio de Sousa^ etn attenção ao grav^ ferimento, quê recebeu ein combate, soffri-mènto de quatro atino s e meio de pruão pela sua ad-hèsão ás Liberdades Pátrias, e b a ver .feito Serviço n1» Exerci t» LibeHador. Secretaria vd* Estado dos Negócios da Guerra, em 26. da Maio de 1Ô4L— * Cúnd& dó Boínfim, . -t -., - ' ; '- -,'...,, . -

Lèrànt-tB ws iiltimas redacções dos -Projectos iV.«á 192 -e 198, «jftte /o*aw app+óvqdas settí discassâv. - -iOíir» Barão d? dibufeirà : ^S*- Presidente, nian-do p^ra a Mesa urn Projecto de Lei, que não lei u, porque «io hão jkmaitte o meu efelado de saúde ; jíe£o por iíteo a 'V.» Ks.* que proponha a sua urgen-. cfe ^ di»ptHJsa«do>íe a leitora , e que o remetia á Gohluússào de OUBKJI ,'ioijvindo a de Fazenda! e a de Lifrlàtfão». ' . ^ .' ..''.' ' • , c'

deèluradô urgente^ # revtíetUdo.Tás ditas Com» Mi&n:dai!ido48e< imprimir desde já. PrçJÉGlo núo pôde, peia «ua eàctehsão Ti eí»+ netíe logar \ ô • jr)u6/í'car»«e-Aa no fim de utna tias 'proáíiííítts SèesôeSi) - ' . ^ t • :

" O íSr. José'EsUvfio: *-»M4ndb. párava,MQ»a ama JlfpffesenUçâo dòj^habilàn4bs^t

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Gm /t"hí«af â<í n.='n.' _-pfel='_-pfel' segunda='segunda' _---11='_---11' diêtíusã='diêtíusã' lò='lò' ptojeclò='ptojeclò' _-jifrosttjjiw='_-jifrosttjjiw' tiíiattientò='tiíiattientò' parte='parte' projecto='projecto' proposto='proposto' rewièbfeí--pâiísaiiflfòs='rewièbfeí--pâiísaiiflfòs' _-dm='_-dm' _-sóbf='_-sóbf' oídtíin='oídtíin' sr='sr' _='_' áa='áa' a='a' a.-='a.-' ffaitsaj.='ffaitsaj.' jíía='jíía' joskl='joskl' i='i' dmustâô='dmustâô' _19.='_19.' á-='á-' _198.='_198.' ao='ao' _-='_-' o='o' _.='_.' p='p' sobre='sobre' udi='udi' derraínodr='derraínodr' _--='_--'>

O Sr. O€íTar«,acío;,*;-,Pfeç

O Sr. Presidente:'^— Vem a palavra. •O3ís-l)érpcMw»tfew -i**-£iít»i,o &$petó já inílbir cora o meu discurso na intulligencia daquelles Srs. que

tão pre&enttís alguns outros, que não assistiram á Sessão d*hontem , não sei se será congruente reproduzir |tlfui*&|ios argumentos coífe ?Q* sus

tados pediram â palavra). O°f)rddôrf>*-+íx forçoso

"p»íii'vél que dfepots: da eUscaâsão qíHS iídnteifl se moveu nesta As^eí'ní>!e'a;, sobre o adiani&ríro ^ qáe pró-'pu,2 da Proposta-dí>-Gôvisfrio,-para' a-fixaçâo da

iVilítfa' a rèsiilíf á òo'rV*ítiÇãd é UB'(pelo file-fròã no nièú espirito) produfeiràih" ás" facões' dos qiie apoiaram o adiamento %" e iâtd"na "presettça da thm* gfia doa'^argumentos- éom que o Ministério ó itiipu-gnott'; fe na preáehça das contradições côfti que 03 niesinos Sr á. Miniètros sustefttáraân a- áuk - impu* gnâçãp f .,..:.

O Sr. Ministro 4a Guerra, cbherènré cotia o espi-ifilo e fins da $ua Proposta, disse:—que a hão retirava t e que deviam" continuar ft>xiétir "oS Batalhões Nacional, cítíaklós larfeitrafiamntè pelo Governo^ (arbitrariamente digd, airidá que eu esteja disposto^ a dúscuipa-lo pelo ihrttivo, que presidiu a sua crtía-cão, roas íó em quanto durou esáe oiótlVo)"dÍ33e;, que devia(n cóiuihuar'esses Batalhões, erii quanto se,'nao organizasse a Força Publico,necessária,' pttrá soíw/oxêr eè pôr deáv,' Vinte> ou quarenta a«nbs, porque'pôde ser que fieste espaço não esteja organizada completarnéftte toda a Força PúbltCa, quê ó Sr. Ministro^ da Guerra possa í<í>a*inar necessária, para as exigências dtf serviço; porque estas efcigéíl*

t» ir • ' ' o.

.. Mas, o Sr. Ministro doíReihc os que hão de títiknp^-loá' áãòv obrigados a fardar-se; e he não se fardarem, os seus Com mandantes-, -ria primeira revista^ •tnípõôfli-ltíès g-uardas de castigo * òy m«ndai|j-ôs;p4ra"o Castello"; e então vamos impor dirna coruribfMçâo 'extfâordWíaítÀ' e" pe&ada a uma grande pane da Nação; e para quê? Para uma xèvifita xie parado, e pa(ít» a diácussão dá Proposta sò-cbr.e^ a reorganuação tfi G-uardu^ Nacional; porque trôjfliodo d« faHaf^do Sr: Ministro <_5o que='que' discuta='discuta' se='se' kx.a='kx.a' apfcnas='apfcnas' s='s' íiôinô='íiôinô' e='e' ete='ete' cotítenta-be='cotítenta-be' _='_' projecto='projecto'> diècutidc»^ niitério entende que devem acabar os Batalhões!

_ . -Poiéiu o_.Sr. Ministro da ^Aierra^ pelo contrario-, quer dar-lhe UMM existência indefinida! Mas, por outro lado ^S. Ex.\,dá a entender que siniilliante cre^ç&o i\io wm si^niticaçào alguma Militar j^poli-tica não a"°póde" ter 'boa). S. £x.a dísse, q^ue não era necessário^adiar o Projecto para afixação da Força'l uohiça-até^é fesolv-erj ^èò bâò-ilè exwtir ou não os Batalhões; porque, ou existam ou não,'elle tem .hei>òéíidad*e «da^cifra pfopfOaUrpara' o 'Kviircitc»

' " rf- fc/rrtãò pn-fa q\io

perHianen-t-e t servem os Baiaíháes?

1 tia' òpttuâo