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cjpios, .considerados isoladamente n#0 dào cousa nenhuma fim resultado. Por Í.SSQ entendo que. é d

P Sr. rô$Ltoura.:t._—

Disse o Sr. Deputado Vasconcellos, que nós não esguios nas circurnstancias de fazer um. recrutamento ; porque temos 13 mil praças de pr,et. O usurpador checou a ter 80 mil homens ern armas. Agora o que é verdade é que a differenca são -180.contos: a Oonitnissão de Guerra entender-^e-ha com a de Fazenda . e vêr-se-ha.

irando para a Mesa o calculo do Orçamento das Ues bvpolhcses, e do que está actualmente (leu). Quando bfe. .tractar ,da matéria direi a, razão porque apparrce o meu nome entre os meus collegas da maioria.

O Sr. Reis e J7q§concello$ : —- Esta questão no meu modo de ver tem duas considerações importantes, a fixação .Ua..CorÇíL_ejçn relação á necessidade d« manter a ordem publica, e a independência nacional, e cm relação aos meios que ha para pagar essa força. Pela mjnha parte, não estou suficientemente habilitado peia emittir o meu juizo sobre a questão em relação ajoenhurn destes pontos; porque sobre a necessidade que ha do Exercito já eu declarei que não estou habilitado, visto o que disse o Sr. Ministro da Guerra, que nã.o assistiu ás conferencias da Com-missão; por tanto parece que até por uma espécie de decoro se deve pedir que volte o Projecto áCom-missão ; porque podiam as circumstancias quando se apresentou o Orçamento ser differentes das de hoje.

Em quanto á questão das cifras ainda me julgo menos habilitado, e perdoe-me o nobre Deputado Membro da Commissâo de Guerra; porque não sei sobre que base íez aquelie calculo , e estou persuadido que a Commissào de Guerra tem a fazer um processo muiio minucioso noOrçamento da Guerra, não debaixo do ponto de vista que geralmente se costuma, mas debaixo d'oiitro em que eu o considero: não sei se, por exemplo, 10 mil homens hoje custam lauto com.o devem custar; entendo que a Commissâo deve olhar para isto debaixo deurn ponto geral; deve dizer, por exemplo, artigo comtnissa-ríado , idea que me fere muilo. Temos um Relatório, em que diz, Q Commissariado, que tem feito um

grande recebendo 43 contos pó,.'1 me?,,,; eu es« to» persuadido qye se podem eco.noaiis3r::JOO contos, peio r«eno&, seudo arrematado, O qus peço é que a .Coinmissâo olhe paru j>to, depois de; ter ouvido o Ministro da Guerra sobre as considerações qv)e pci-dí?m fazer necessário elevar a força do Hxercilo5 considerações que..podem variar de um.dia para ou!,ro. Pedia que voitíi^-e o Parecer á Commissâo, semJssp não estou habilitado para yoU'r.

O Sr. Silva Costa • — A Comrnissão nuo teve conferencia cow o Sr. Ministro da Guerra, não por que não conhecesse o seu decoro: a Commissâo compõe-se de militares, e os militares eslão muito costumados a respeitar as conveniências sociaes , e sobre tudo quando sf. tracta de.relações com militares , corno é o Sr. Ministro. Mas a (vommissão nã-c* tinha nada que consultar, por que o Governo já tinha feito a sua proposta ha ponco tempo, e se tivesse ..de alterar alguma cousa tê-lo h i. a proposto. for tanto a Co m missão tinida todos os dedns para fazer p seu Projecto como o fez, e por isso não ju!« go que se possa fazer nenhuma censura á Commissâo»

O Sr. Conde da Taipa : — Jtiigo que este negocio é.utí) negocio importante do Pai x, s por consequência lodo o tewpro que gastarmos come!!?, todas, as considerações que apresentamos é tempo ganho, e Rao perdido.