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«lí-aejo ue usar das insígnias daqtielia graduação ,

Píir estas razões a Corninissâo i nde.fi fio- o s,eu re-querimrinto,

O SF. • l^asconcdlos Pereira:-—Pouco posso ac? oresueaíar ao que disse p rneu illustre asriigo, p Sr. .Siíva Pereira'. O supplieant.e serviu muitos annos; fjins era primeiro Cirurgião da Armada, e foi dês-pacbado Cirurgiào-Mór graduado, e como o Cirar-gião-Mór da Armada, Pr.Custodio, tjniia a graduação- de Capitão de Mar e Guerra, elle queria teí a rr.esma. J# disse o meu ijjnstfo amig.o, que naquel-j-e íempo K> Hei podia íaser todas as graças: deu essa graduação a Fr. Custodio ? i»a$ não a deu aelle.

Eu sei, que o suppjiçanle requ#?eu em tempo de D. João 6.° para ier a graduação de Capjjtão de Mar e Guerra, mas sempre foi escusado ; se depois usou do uniforme, ou não, não sei ; o certo é qug não apresenta documentos, qye provem ter-s.e-Jhe concedido essa graduação. E demais, elle tinha .a graduação d.e Primeiro Tenente, p queria saltar três. postos para passar a Capitão de fyfar e Guerra, Não lia lei nenhuma, qu^- dê tal graduação h,oj.e yo Director do hospital ? que e o primeiro medico .da Afr matia , nperias te,

O Sr. Leonel: — Desejo saber &e. effeeti.varnente os CirurgiõfS-IVJóres do Exercito íêem por lei a graduação correspondente, e se a tinham no tempo OÍM que e.ste Cirurgião foi despaçb-ado {v.o-%c$:-—tinham, tiniiatn). Fico pois sabendo que MQ tempo ein que este Cirurgião foi despachado, os Cirurgiões.-M'óres •tinham aqueila gr.aciuação; e também ecerío, que as leis do Exercito são applicaveis á Marinha, quan.-

ou não, essa graduação, «ô a lei o permilte. que se faça, ejitâo cpmpra-se a lei, e então spja impresso, porque é uma queixa contra o Executivo, por tanto roqueiro, que-soja impresso, porque-e matéria grave.

O Sr. César de /^ascimccllos: — Eu tinha pedida p palavra para dizer o luesmo , que acaba de diz^rp il!u*tre Deputado: diz o iliustre Deputado que obn-niem , que se queixa do Governo , e o Governo dÍ2 : riKjyeira ás Cortes, nias o que lêem as Cortes com isso ? As Cortes vern para aqui paratraeíar de graduações? se vamos a Iraclar de graduações, d'aqui ama* pbâ vem todos pedir graduações; portanto peço p mês* mo , qvte pediu o Sr. José'Eàtevâo, adiar já o negocio, ou então dizer que isso não pertence ás Cortes.

D Sr. Fonseca Magalhães : — Diz o Sr. Deputado, e digo eu também, que me não parece justo, que façamos andar este homem a requerer toda a vida ; rnas, digo eu, porque não foram entendidas pejo Governo as queixas deste homem , não havemos nóg de entendê-las também ? Este pertendente assen* tou que tinha sido mal acceita pelo Governo a sua pertencido, e co.m,p não foi be.m entendido, veio ás Cortes f?edjr, qu,e lhe dessem remédio, porque o per-tendente ajJega arestos, que algumas vezes se usaram, porque ate'deram uma patente militar a uns Frade; diz p pertencente: de.-se-.me tambetrs a misn , porque não sou frade; quando se adegam deste.s ares-ios,, são arestp.s razoáveis: eate w.ego.cio importa uma graduação militar, o trazer umadragpjna mais do lado direito ta/nb.ewi e muito, porque a opinião dá a isto urfio consídeiação grande, e então não me parece justo, que s? díga que uâo vale cousa alguma jesla dragona , .por não ser .dinheiro, e porque não traz prejuízo de terceiro. Portan.ío entendo que o negocio foi bem concebido pelo.Gover.no; o Governo #i.andpi)-o a e%ta Camará, e a,g.ora a Camará .decida se o Governo fez bejn, o» se fez uial. Se e necessário tosrsar mais corihecimento do negocio, imprima-se, .como diss.e o Sr. Deputado^ poréín não enganemos

do uãp as ha expressas, e então devemos applicá- este lio.tnern com empalhações, que tornem odiosos Ja-s n^ste caso,, O lio m em ,da£.se po.r muito saiisff.ilo Jtodos os Empregados públicos, e nós não devemos de esiar reíorinado, anis é uui hornem , que tea» i-n- partilhar tiesse defeito; em quanto a ini.m , pelo que sistido não só para usar da dragona de caixo com uma ancora em um hombro, mas qu«r usar d'outra: yai.-^e 8 ver, que razões t«jm elle para pedir Uso, e o que se vê e .que ha iacon.veni'--nt« em se lhe conceder, e é por isso mesmo , que acho um motivo para eiie a

não poder ter, não sei, que direito elle possa ai le-

lenho ouvido, .entendo que o Governo negou muito bem a graduação, -tj-ue esse homem tiní:-a pedido, porque não tinha motivo algum para isso.

O Sr. Silva Pereira: — Sr. Presidente, se o Parecer fosse ouvido , não seria preciso esta discussão toda: o hqnpem queixa-se do Governo por ser inde-

gar, não ha nada., que marque essa graduação; por ferido, e diz que o Governo lhe não fez justiça, e

íanío não sei, que motivo elle possa ai legar para isso. O Sr. José Estevão: — Eu , Sr. Presidente, que-

vem por íim a esta Camará pedir que lha faça ; por tanto eu entendo que se não deve mandar imprimir

ro saber o qye importa este Parecer, quero saber, .o pa,pel, porque o negocio não vale a pena.

«G importa dinheiro, ou se imporia uoia graduação, O Sr. M. A. de T^asconcellos:—Sr. Presidente,

que traga prejuiao de terceiro (vozes : —não impor- .eu se bem roe recordo, esse Parecer da illustre Com-

.ta nada dissoj. Pois bem; pois se não importa, nem dinheiro, nem graduação, que traga prejuiao deter.

missão não «xçede a una caderno de papel, isto é o relatório todo, porque não havemos de mandar ira-

ceiro, então íragaeliequantasdríigonas quizer. (Uma primir uma cousa que e tão diminuta? Sr. Presidente, este negocio, ou vale pouco, ou vale muito peias partes competidoras; vale muito; osUlustres Deputados, de que se eompõea maiori a da Conunissão, estão suíficienlemente ilhistradps, e eu não o estou 9 e ate isso roe deve ser desc«Spado: pois então ánfpr-níenio-nos bem deste negocio, para o podermos decidir; porque e importante, e um caderno c|e papel não é muito para se mandar impricoir.

O Sr. JLeonel: — Sr. Presidente, o negocio torna-

voz:—não e tanto assim J. Enlão uão entendo, e desde já peço o adiamento deste Parecer.

O Sr. M..»A. de ^a^conceilos : — Sr. Presidente, eu não me posso conformar com o Parecer da illus-tre Comrnssâo, porque a esse respeito, como Deputado, não posso dar parecer.

Tracia-se, ou cie infracção de lei, ou d'um papel, o qual emficn vtrsa sobre matéria, que é perfeitamente pertencente ao executivo, por tanto, não se