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60:000^000, essa mesma quentia e que lhe lia de ser r< partida; mas por quem, Sr. Presidente?... Kão e pelo Governo, é justamente pelas pessoas competentes, que a lei tem marcado para isso (apoiado) Sr. Presidente lambem não acho que seja exacto que o Governo queira por este modo elevar as contribuições, e lesar a nação com mais tributos do que aquelles que ate agora pagava. Fácil é dizer que o Governo quer lançar maiores tributos, e necessário que se prove (apoiado) por uma serie de aonos que este calculo era exaggerado : umanno só não basta, para termo de comparação; o Sr. Deputado se procurasse informar-se, havia achar que a decima , e impostos annexos tem sido lançada ultimamente não como disse em 1:250, e 1:.'500 contos, porque já tem sido lançada em 1:480 e ]:500 contos, não ha a differença por tanto que o Sr. Deputado apresentou , e também não ha essa differença com relação ao subsidio lilterario. O nobre Deputado acaba de dizer que o subsidio l i Hera-rio estava calculado nos projectos com 17contos de mais, mas não se lembra o nobre Deputado que o subsidio literário foi elevado nadasse do vinho verde?... E veja-se que em logar de augmentar 17 contos, este calculo está deficiente em 16 contos, porque aquella differença lançada sobre o vinho verde de todas as províncias, foi arrematada por 33:000^000, logo não ha esse excesso que o Sr. Deputado apresentou, antes diminuição.. . K como quer o Sr. Deputado que das mãos do Governo saia um systema novo sem um ou outro defeito? ... Parece-me que na verdade é querer muito. O systema e', como disse o nobre Deputado, bastante complicado, isto e' o seu estabelecimento ; mão não pôde duvidar o nobre Deputado que estabelecido elle, é muito mais fácil que o systema actual. (apoiados)

E então, Sr. Presidente, porque se não ha de deixar ao Governo, a este, ou a outro qualquer, a facilidade desencaminhar a sua execução?., (apoia-dos) Não se julgue que esta provisão e para prover sobre 'objectos capitães, porque não e para outra cousa que não seja aquillo que é muito secundário e absolutamente indispensável, (apoiados) nunca podia entender-se d'outro modo, (apoiados) por consequência não e, corno o nobre Deputado disse, deixar ao Governo a facilidade puramente de fazer leis (apoiado} não é delegar no Governo essa facul-culdade, que só é desta e da outra Camaia. (apoiado)

Sr. Presidente, eu ouvi com muita altençâo o nobre Deputado, com a mesme o continuaria a ouvir se continuasse a faltar, ouvi as bbjecções que fez, mas permitla-me o nobre Deputado que lhe diga que algumas vezes não me pareceu demasiadamente sincero, porque quando, por exemplo, examinou a proposta n.°2 que nos seus ariigos 4.* e5.° dá auctorisações ao Governo, o nobre Deputado ha de lembrar-se, e a Camará toda, que saltou do ar-ligo ò.° ao artigo 7.°, que deixou de ler o artigo 6.°, que impõe ao Governo a obrigação de dar conta ás Cortes do uso que tiver feito dessas auctorisi-coes. (apoiado^ apoiado)

E então, Sr. Presidente, para entrar bem na matéria, para que se não diga que não ha discussão, que sofismamos o systema representativo, e'necessário que nós nos apresentamos, cotno disse o N.° 5.

mesmo nobre Deputado, com a verdade r (apoia-dos) e digo mais, e só com toda a verdade, (apoiados)

Mas eu, Sr. Presidente, fui taxado de volúvel, dMnconsequenle, e eu não posso deixar de dizer á Carnara, duas palavras a e?le respeito. — Principiarei por nffiançar á Camará que quando eu fiz a declaração p m nome do Governo, e no meu, que a fiz com a maior sincei idade possível, (apoiados) isto tanto pelo que me dizia respeito, como pelas opiniões de todos os meus coll^gas do Governo. —-Sr. Presidente, quando o Sr. Deputado Ávila querendo combater a proposta de 30 de junho disse, que o Governo não tinha feito nadu, que o Governo não conseguiria cousa alguma com semilhantes providencias, que o Governo o que devia trazer a esta Camará era a lei de repartição ; quando o nobre Deputado disse isto, o iíiuslre Orador que acaba de fallar, o Sr. José Maria Grande deu im-mensos apoiados (apoiado, é verdade) esposou com-pletamente a sua doutrina. E então disse eu que o Governo não tinha tenção d'alterar o systema das contribuições, e disse o mais que se acha nesse extracto que o Sr. Deputado teve a bondade de ler, disse isto, não ha duvida nenhuma ; mas quando o Governo observou os effeilos do decreto de 30 de junho depois de passado em lei, quando se viu rodeado com tudo que havia d*impnrlante, com tudo que havia de ponderoso em matéria de dinheiro, quando todas eítas companhias, que existem, e o banco disseram ao Governo rr= Nós aqui estamos para o ajudar, porque entendemos que o Governo tem entrado ern uma marcha franca e intelligente, peio que toca ás finanças, nós aqui estamos para o salvar de qualquer difficuldade que possa apparecer ;_ então o Governo não podia deixar de reflectir sobre a sua recente posição, contar cornaquelle apoio, e convencer-se que era esta a e'poca de poder fazer uma tentativa (apoiados) e isto para entrar, nesse caminho que os nobres Deputados, e já antes dei-lês muitos outros cavalheiros de»le lado da Camará haviam dicto que era o único que convinha ao paiz. (apoiados) Então, Sr. Presidente, o Governo nestas circumslancias adoptou este principio, (apoia-do) mudou deopinião, porque mudaram inteiramente as circunstancias, (apoiados) E quando se offe-reciam tão grandes vantagens, corno havia elle dizer— não aceito porque já disse no Parlamento que não aceitava?! Que diria a Camará de um tal Governo?.. Todo o mundo pôde fazer a sua ideia.

Agora o que será dimcil de explicar, ou de definir, e' que os nobres Deputados que tão ardentes se apresentaram pelo seu sisletna, por esse sistema da repartição, sejam agora contra elle (apoiados) votem contra elle, como disse o Sr. Ávila, que declarou que era inexequível, que não podia adoptar-se (apoiados) e isto agora que ascircumstancias estão mais favoráveis! ! ! (apoiados) Islo é o que eu não entendo (apoiados) isto e o que a Camará não entende, (apoiado, apoiado) Esta mudança não tem fundamento (apoiados) esta mudança não tem um typo. (apoiado, apoiado)