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Deputados, é' é preciso1 cjtft» è q'»» béiri expresso^ pof que Oâ periodiqoerro» de i\tân se sefVem.

O Sf. Presidente:.—*Ou $r». Deputados podéfri faflar, como qinzereiri ? portjíie- nóí rtíio estamos éiií Sessão, e por consequência fdllenr, porquê eu néuí dáf-fbe, hfift tirar-ll>é"a

quprn SP ctó Sá"

Magalhães':— Kníôd

O Sr. J. w

quizer ir embora lambem t>e pócfe k? (à , thô). _ ' '

O S^r G w jâf* ff enriques:*-** ST. Presidente, a verdade é que uma grande parte de Deputado*" eílào perstrâdidos dê que hoje não ha Sc^sà», e outro» estavam honlem em muito grande duvida ; e esta" du-ví d a'também eu a tive, porquê tendo-se profogado (mas semcffeito) a S^ssào dehoiitem (digo $vf» eflei-tò^pòrque-falidfram alguns Deputados1" sobre um objecto que não depende de vrildçàoVreSuhá o mesmo -que* 2e>oJ ri», é os m«*uâ colfegas-' que sabíamos que -hâõ ba^ía votação, fomò>-noí emftora ,• mas na du^ vida de- qoal era a. C^deíiv do Dia , phr q u* o Sr". Xavier da SiNa tinha pedido a V. Ex.a que alterasse a Ordem do Dl»; mas V. EX.* nessa.occasiào não consultou a Camará. (Uma uoa : — Consultou). Q Orador :— Foi d«*p«iSf e- for depoi* d» se lerem retirado muitos outros, que pensaram ter sido rejeitará a Pnrpastsf do- tfr. Xa-vrrer dar Srrva, e tanto que eu encontrei hoje doús ou três dos nosso* colle-gas, aquém perguntei, seja erau> horas dtf vfr pára a Camará, e elle» me disseram qjie imo vinham por ser dia de Commissões; e eu vuu por um outro motivo bern. estranho; esta é u verdade, e parece-me que isto-e juslr», e q «p quando iftesifi*» limiVesSe boje o numero de IQ Deputado*, eiVfendo qfue seftàu devia progrediria dirfèíMsíio do PlOjf-clo N." 2â2, por que lârveá ttiuitos dos ífife ftíliam qií^^ssf-ui trurcar parte iiclfa, c por consequeríí ia p^ço à-V

O Sr. Sècrtttmo Suíva Madai^P^ih* 56 Srs.. Depiif&d<ís p='p' pa='pa' _15='_15' _7í='_7í' tfrúrb='tfrúrb'>

O Sr. dtrôtitnha Atbà-xi: — Ma» seapresefiiâãs*!»! ot>7^, pof dehcade/a ver dis<_-ug5âo que='que' n.='n.' sobrt='sobrt' de='de' qu='qu' do='do' faltar='faltar' st.='st.' dâj='dâj' _.='_.' o='o' inlo3='inlo3' tíào='tíào' por='por' tíoujo='tíoujo' pfojwto='pfojwto' gorjào='gorjào' s1='s1' _33='_33'><_ prementes='prementes' de='de' vesseui='vesseui' parte='parte' esti='esti' grande='grande' p='p' disí='disí' uiíia='uiíia' se='se' na='na' iáàò.1='iáàò.1' tomar='tomar' haviam='haviam'>

O 8r» 1'reúdcnl* : —• Como hoje ha esse motivo dédeflcad^/â pelouSr-s. Deputados, que não seâchctin preserft*'8, p^ra sé podei disciitir o Projecto N.* 33^, o» Sfá. Deputados que" perteneerir a& Connnts*ô-s retirasse a elíaá.— Era uma hora da tarde.

E x." quô preserifei

nào há-

JOSÉ

CASTE.O FÀ£IRE

MACXDO

*„, «.oO do Sr. Deputado-f^a^cmnnAós A-í«aLef»c/r/iM», que devia ler se a pag. ^-2 tíeste t^t>L depois do discurso di> &r. Derramada, c que itábfot publuado no 3eu togar $ pot n ser restituído à tempo»

O Sr. Fasconfelfas Ma*carenhas: — Sr. Presiden»-té j levanl&fi-se tf este fado d.'i Cumurtí uma voz contra * prepviterscíà de' muito» séculos ; esttt voz invoca os rnknès do LiberidCix>r ilâ Pátria, e «-évfôfrfd todo o fefOi^firio do Decreto de 13 d'Agosto de 1852.

Sr. Presidente, eu quero, que 9é= guarde f-rn4edá 4i sua pidnilude a Lei a mais benéfica^ & a útars uitk

qiiê tem sabrdd àm mãos de urnr Legislador ; e: só-èrta vaf^u mais que iodas as Leis da primeira Di-etadura. 8r. Presrdente, o Decreto! de 13 'd'Agosto é urna propriedade do Po»vo Português, e que mâoã profanas ousarão despoja-lo d'e»ta propriedade? Eu abraço este Decreto: em toda a sua e-xteftião , e só-mtínle quero qne etle Seja explicado, e ampliado em -beneficio do& Povoai «s^iiii per lenda eu fazet um grande b>m ao meu Pzr.z , e esie beii> nào conâiate eúv «lopias pohitdasf- m'as fundasse em. grandes ren~ lidadeá, e em gtande;s eí f/e r ancas*. Eu vou, Sr. Pce-fridente, combater o Projecto otferecicío pêra Com-missão n'A sua generalidade, por({ii« elle revoga algu-nías disjíohiçòes do Decreto de 13 d'A'go&to, e ainda se"g«nd'o 'elle os Povos ficarão Obcighdo* a pagar ai* guinas prêátiiçôes Certas, e ino«rtas, for o" b, certâos e pensões, e eu assento que dê futuro nrada devem ficar pagando. Eu qrftíto , Sr. Presidenta, a agnciíl-Kíra. restituída á aua^ pterta liberdade, e^i quero o Povo agrioíitôtr èihaKeipado,da-esCraVfdào, em que gemeu por tanto» seWloB.

O Cioverpo, St. Presidente, afabâ dê declarar que adopta o Projecto da CómmK ao n'â sua geoeralida-dey mas eàla'déclilraÇào nuo fezí tíxídar as minhas convicções. Eu pertenço, Sr. Presidente, á maioria d*esta Cíimarrnr, e «mito me honro de perterrcer-lrre, mas estou costumado aos sacrifícios da minha consciência, e ftetti o adular as opiniões dos Ministros, ou d'aquelfes que desejam sè-lo : a uma única opi-niào eu presto uma homenagem de culto e respeito , e esta é a ooà Opinião dos Povos.

Sr. Presidente, a Com missão ft-z um grande serviço á Nação Portuguesa , quando rejeitou a Proposta do Governo, que reèíãírírta as prestações certas, e incertas, os foros, or èerm>s, e as pensõe»; e obru gâva alhda que por ui« ineio suave* ao pagamento de" toda á divida atrasada. Este Proj-cto , trasido- á Camará pelo hfobfe Cavaífu-iro, que se assenta ao meu fcàítoi, e* pí«ío qrjal S. Eff.a por cerlo nào teve em viála se ríào indlicrrar restado das nossas finanças, -e buscar um meio de aogmêntar a receita do 'J hesouro, era urrh"Pfojecto monstro, que nào podia ser adoptado naa cucum^tancias do Paií:; elle foi o carrilhão do inferno, qiiesooireiR nossa*, Províncias ; a opinião publica Faiiçou-lhe- desde fogo um anathema d'é maldição, e a maioria d*esia Camará o stigma-ris>ou> CíTíim tfrstruidor dos maia vitaes interesses crea-dt>s pela Hestauraçào.

Mas, Sr. Pfesídenle, a Commíssao parou na sua carreira geiíefosa; e ainda que muito fez deixou com tudo a obia incompleta. A Commissão quer que fiquem Conservadas às prestações, foros, e censos, a favor d'aqueiles, -qu'e houveram Beíis da Coroa por título oneroso. A Commrssâo quer', quê se fiquem pagando Os foros, 'censos, pensões, e outros direitos dojrutuc&es, que1 r>ão tiverem* origem etin Ululo ge-neridti; è à minha opinião é que nada se fique pá-gandèf, tí hefií ma-is «e reconheça o domínio.da Coroa rfos Bens, que lhe perlei! cera m, ou aos seus Do-natèrròs, e foram dadas aos Povos ou' por caria dê foral, ou por títulos ermptoytculicos on ôeiisiticos. Este, Sr. Presidente, é o espirito do Decreto de 13 d'Agosto, e'é\i não posso desviar-sne deste pensamento nobre e generosti.