O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

;( 209 )

a réti1-

as razões quê trYe levaram a redigir o Requerimento, creio quê são b'6tij conhecidas a cada útn dos Srs. Deputados, e cam quanto eu não deseje lançar censUrá ttòbiè nenhum dos Membros da mesma Camará ; rtão posso deixar de dizer 'que tenho bastantes motivos para pedn aéxetíuçâô do meti Re-

querimento.

Sr. Presidente, disse o illustre Deputado por Santarém queeu qtferia rro meu Requerimento du'áí cousas, a continadç&ó dá discusàãó da Lei dos Foratfs , e que até aqui me achava juétiça ; e â discussão dos» Projectos de Fazenda apresentados pelo Governo'; toas que lhe parte&là que nVsta parte era contra pro-

ducente.

Sr. Pièsváeiue1 , e\i animo-me a responder ás razões apresérVtaâás ptit1 tão digno Deputado , é direi que «-atando ferri Lisboa ou devendo estar cê fito 6 tantos Deputados1, frãb me parece extraordinário que a Camará esteja etfi ibaiona para as suas dfèeótes.ò'es, ainda quando oâ Nlémbros da Co'iii'miãsào E' depois d'abeTta a Seásào , 6f vejam obngíi'd'ds rar-se pata a' Conhriis^âo especial;

Sr. Prèaideríie, hã'o 'é a primeira vez qoe tertí ' cèdidò eslbttHHs á discutir e haverem Gathtn'ií.sò'eít à trabalhar fóíria ua Casa, e se por qualquer incidente falta o numérb legal , quando s'e- \ái a votar 'cha-Oiam-sè ôfeselis Membros; ihas estou persuadido qwe netn issb 'dyVe èèr necessário , porque nós temos em Lisboa c?tttd b tantos Deputados, tirem-se os 13 da Comrhissão Especial, e vejá-sfe qaal é a maioria qu'e fica; e não ine parece tjúe «fai occasiào tào extraordinária cdíiio a actual, os, Membro» do Corpo Legislativo ée'esqueçam dê Suas Cadeira*, ou íaltertí sem uih rtitUivo rmnlo júsiitíéíiUb.

Sr. Presidente, "dfci'xfefmtis«ri«s de illubõe», o factb e que nos dias de CoihfHlssoé* , muitos d'ós Sr=s. Deputado* e que pertencem ás Comun^õe* íiào vêem á Camará, o quê retarda a resolução dos objectos-, cujo exame lhes foi 'confiado, e desgraçadamente as portas das Conimii.iòes estàò abertas nVsseà dias ^ e não apparecendo tttl nxirhero, de pouco importa que um 011 outro seja mais ássiduo. Eu sei que ha muitas CommibSQéíj que trabalham assuiduaínente , eu tambein tenho defiendido algumas , e ainda não ha muito tempo que por deffender a'qutil|a» a qoe per-lenço, fui até arguido ; e todos os dias sobejam os motivos do illuatre Deputado a queu» me reftro í mus o facto c que nó> temos dias para Co m missões , e poucas vezes se reúnem ; teuYòí uni dia para discussão de Pareceres, e poucas vefcès lia voiaçâo por fal-

ta de numero.

Concordo pois com o Sr. Deputado por Sniitarem que ullifcnáaienle faltou,- sobre a necessidade de de-nrir ás pertenções dos muitos requerentes que cotíti-nuamehte cercam este JE/diticio , e reconheço bem quanto na verdade é muito injusto e duro , que elles esperem tanto tempo à solução dos seus negócios; mas, Sr. Pfe&idente, por isso mesmo que tenho teui-tò a peito á sorte d'eS&es Cidadãos, e porque muito respeito o direito de petiçab qu« lhes. consagra a Lei do Estado, desejo e preterido que não se escarneçam cousas tão respeitáveis, designando-se dias para a discussão d'èsses Pareceres, e repetindo-se o que temos visto , ou a Camará não chega a estar énr numero para abrir a sua Sessão, ou qu.ando se pretende votar já não ha numero ; e por este motivo farei uáia limitação ú minha Pf oposta, pedindo que nos . 5.° —JULHO — 1841.

ibabbados se discutam os Pareceres de Com missões, nas diidb primeiras horas de Sessão, e se for nécesr sarío se repita isto efn outros dias , porquê .corb a desculpa de eer discussão de Pareceres, aão deixern apparecer os Srs. Deputados, è não sé continue a, dar expectaculo de que temos sido testemunhas ; creio que por este methodo devem íicar satisfeitos os Srs. •Deputados quê tem objectado o meu Requerimento, e obteremos o ftiri a que iné proponho, e que não Ttaverá quem deixe de conhecer a sua utilidade.

O Sr. Bispo de Leiria: — Sr. Presidente, eu tarriT bem estou, prompto a faxér lodo o saórifrcío , map só o que for possível; por que na verdade e impós-stvel absolutarViente trabalhar na Cómóaissão ésp"é-cial de Fazenda, como exige a grandeza do objecto que Hie ustá coaometlido , e conslantemente sus-tenrar aqui â discussão do Projecto He Lei dos Fb-rà'ês. (Apoiados.) E como se quer agora sobre is'lò qiie haja tííaís uma Sessão extraordinária? Isto é i/npoàsivel, por qufc ri ao e" só durante a Sessão, è'ni que o Deputado toma parte cortstantemenlê na discussão, e em que é Abrigado á todo òin'sla:nté ares- , •ponder á tòdíns as perguntas que se lhe fazem; nâó •é só oiccupàdo no tempo da Sessão, em que deYè, •fconstantefhente conservar Vo3a 'a'aiienç3ó ^"o Debatia pára cançar b espirito,) 'todos sabem, ^ue ainda a maior parte do trabalho e' fora' dâSessã-oi '('apoia' 'df>s) se nós estivessemoi mais bem servidos dê Ta-chygrapho/s, entãx> aeria oJuito mais suaVe ao Deputado ò trabalho de qualqitèr discussão, m'á^ 'é 'certo quê e necessário (para não a p parecerem Cousas quê não façam sentido) ter 'bastante trabalho na revisão das notas tachygraphicas, e por consequência decida a Camará o que drutzer: eu hei de faZér todo q sacrifício que for possível, e compatível com a minha saade 'e Vida, 'más nflais do que isto, de modo nenhum , pôr que isso nenhum poder da terra rnè pôde obrigar a fazer.