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1e que e ferido ptlo raio í mas Como a Cafrrara co* nlvece que as summidadès do íatehto hào são vulga* rés { eu e-pero, que hado desculpar a íninhà ouzadia de* levantar a vot depois de 4»aver falindo o gigante xJa lT'buna.

Sr. Presidente, *» pedi a pa-lavra, quando o Sr. Deputado por Arganil disse, q-ne a emenda, que eu propozera ao §. 2.° do Artigo 5.° da L"i em discus* Tora rejeitada pela Carnara por ser extemporânea. O Sr. Oepuladt) estava no ^en direito de ajoU «ar da minha emenda como bem lhe parecesse, e e» estava no meu para a offerecer, quando bem quizes-^se. O Sr. Deputado tem em favor do sua opinião o julgado da Camará, que nem deu a honra de §er ad-raitlida á discussão a emenda , e e «i lenho a favor da minha opinião a consciência da justiça.

Sr. 1J residente, eu tinha a votar pela conservação, tvu péla exlincçât) das prestações agrarias,- impostas ^m nquellas terras, u trocadas, e eram hoje propriedade porticular de seus nc-tuae* possuidores. J

A -minha opinião, manifestada d^sde o primeiro dia, em que se ahrio a discussão desta Lei, foi que deviam acabar todas as pre*taç-rw»s agrarias, e que o Decreto de 13 d'Agosto não só devia ser coos^vado °ern toda a *ua plenitude., mas ainda aTnpHado em beneficio dói Povos ; porque eu considerava chegada n época do seií resgate, e-de -a-e-abarem os restos do -sen 'feudalismo, que por -muitos séculos oppmma à Nação 'Pormguieza.

Mas, Sr. Presidente, querendo * u ser justo para os Povos, nfto queria SCT injusto para os possuidores dos Benç 'âd Cur^a p^r (''.t^Jo-òneroso, e corno rrô $. q-iw se discutia não s* -fatiava *m ind»»mnunções', ~en fechava volar a«\tincçâ-o das prestações agrarias na iocerteza se o principio dá indemnização sena

Sr. "Presidente, eu não só queria indemnisaçâo para todos aquelles, que tem Bens da Coroa por um -titulo oneroso, *nas qu-eria que

- A*sim mostro eu, Sr, Prestdwitc^ o meu respeito •pela propriedade, e quflnlo e'infundada a imputa-çào'^-ue alguém une tem querido fazer, de que eu pw'tefidí ^a tribuna pregar a -L^i agraria, de que rne *otfloque» no ^Ito da montanha para advogar a tf-^partiçÃo das ietras, e aitentar c*intra o sagrada dl»-*<ít p='p' propedade.='propedade.' dn='dn'>

Sr, Presidente, eu sou moderado por temperamento, e por convicção; de^de m«itostou peisuâ-dido

• í$r. Prewdente, e« não fiz roais que sustentar o

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pensamento do Decreto de 13 d'Acosto, e defender" os princípios de uma Lm a qual estão ligadoí os seus mais vilães interesses. Sr. Presidente, sempre que se tractar de advogar a cansa d'aJguns, ou de muitos, eu nào,beide hesitar u o partido, que deva seguir.

Agora, Sr. Presidente, em quanto á matéria. Ru *uio SPÍ se depois que a Camará regei t ou a minha emenda, está nu não prejudicada a substituição do Sr. Deputado por Arganil; mas se o não está, eu uno* o roeu sentimento ao do iJlusUe Deputado, e sou também de opinião, que a mdemnisaçào se fa* ca pela Nação. Eu não farei, Sr. Presidente, urna longa dissertação para justificar o meu voto; uma rasão mui simples me determina a consciência.

Eu quero, Sr. Presidente, que a indemnização se faça pela' .Naxjâo, porque não seaccomoda aos meus princípios de justiça , a monstruosa desigualdade de ftcatem uns- povos aJmados de todo o peso dos Ko-raes, e oujros só porque se deu o incidente da Co-roa vender ou trorar os se«us bens, ficarem oimga-

Sr. Presidente, eu não quero que o dia d.i pubH-«ação da Lei dos Foraes s^ja para Uns dia de funeral , e para outros di« , de fV-slim : eu quero justiça igual paia-totJfls, e se uns não devem pagar, nào paguem também os outros.

Eu conheço, Sr, Presidente, às diffic u Idades que -iranr p"sar sobre oThe$oi)ro, guando se decrete a iurierrinisação p^Ja IVaçào; eu vejo, « com horror, -as .profundas rhagas, que cobrem o corpo .deste es-•qiitelelo , roas não duvjtjo fdzer-lne mais esta ferida , porque o sangu*» qu« verter ha de ir vivificar os pó-,vosí HC demais, Sr. Presidente, eu não considero =a&-indemnisaçôcs, que tínhào a f^z«r-se aos possuidoras de bens da Oôfoa por titulo oneroso mui im-•portanlps; porque estou ,na convicção d« que nào é gíande o seu'numero.

•. Também , Sf. Presidente, eu não posso approvar a doutrina do § *>m quanto alli $e estabelece a regra, de- «jue .a remissfto das prestações agrarias se faça peta valor de.vinu» prestações; eu quero que a rc-

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rimíào se faça por uma maneira mais commoda ao» povos, e que aão exceda a 15 prestações, ç quíze-fa mesmo quê as prestações podfssem ser pagat> e«n fructos; porque o dinheiro hoje é tão raro nas Pro-viricÍ39,-coiriQsâo rar^a asininas deste precioso metal. Também, Sr. Pressente, eu quiz

, Agora, Sr. Presidente, eçn o que eu me aparto «ia'opinião do Sr. Deputado por Arganil é quando «He não quer a conversão ojas prestações incertas em prestações certas, e *u-o quero.