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í .236 )

de Fazenda, sendo composta dos mesmos 'indivíduos-, que foiam daCommissão >xterna, e q+ie -fizeram * plano de reforma, não fizessem .declaração -aigusma ixeite sentido no sea Projecto; porque lénd^ò eu o seu Relatório vejo que elladiz oseguin-le. (Jjeu.) > ' ^ . ,

Por consequência , se acaso ella tinha dado o 6e.ft Parecer (como devia dar) não devia tão depressa abandonar o seu systemà. Sr., Presidente,- a "Conrmissâo d>e Fa2enda na sua maioria, é composta de indivíduos que fizeram parte da Commieàão externa, porque aqui vejo-cinco ,aisignados, que são da Coro missão de Fazenda (Utna t»%:— essa «ao é a Coromissão de Fazenda;). Sr. Presidente, quando eu fallo na Gommissão de Fazenda, fàllo com a que adoptou o Parecer da Commissão externa-, TB adrniro-tne que se afiaste agora do seusys-terna ; porque tendo feito esta declaração tão explicita , que eu acabei de ler, abandone agora o sou Projecto. 3Por tanto o que quer dizer isto, é que èe está escarnecendo da Nação, e que se está troctando o Povo Português, como se fosse uma reunião de rapase* He eschoLa (.t^obes: — ordem, ordem.j Não estou fora da ordem.

Agora o que é que septopõe? Propõe-se queva-ttíos contra esta declaração explicita da Comtnis-sâo , que em logar de se considerar o Parecer da Gaihtnissão, como um Sr. Deputado disse , aban-• do nem os esse Parecer, e que vamos approvar só ò qtra convém ao Governo; por tanto o que lhe há •de convir ba de ser lançar tributos, como disse o ,Sr. M-iniitro da Fazenda, porque S. Ex.a di»se: — lia certas Propostas para se fazerem economias, rnas essas não se podem realuar desde já, e isto porque é? É porque p Governo não tem pressa de ohtígar a esse »fiin. Segundo o que disse o Sr. Ministro, o que S. Ex.a quer e' que se upproveni as Propostos que possam habilitar o Governo a fazer face ás dcspezas do serviço publico, e que as outras fiquem de pai te ; e o que isto quer dizer e' que o Governo, quer o inútil e que despresa o útil, porque S. Ex.a não quer começar pelas economias.

Ora ainda suppondo mesmo que S. E.* e Ioda á Conimissâo lenhâo adoptado o systerna de não empregar ningutin» , pode amanhã mudar a Administração, e podem esses empregos ser providos, Sr. Presidente, dtíixeíno-nos de fingimentos; o que o Governo quer s tributos e mais tributos, e um voto de con*fiança para os lançar; eis-àqui está o que se deduz da declaração do Sr. Ministro da Fazenda, c da aliança que fez coni a illualre Couimissão, como se vê dessa declaração que fez o s t-u Relator, e eu siouje da mesma Gotmnissão.

Sr. Presidente, dó que nós devemos livrar-nos é •dos precedentes; porque hoje como V.Kx." sabe não são,os argumentos ãpriori, que valem, são as apos-teriori, que leni por fim a scí&ncia da experiência: e de certo que a política deve ser exercitada só pela experiência ; por tanto as observações e a experiência tem mostrado que o que o Governo quer é um voto de confiança; mas eu não e*tou rescl.vido a votar por tributo algum, em quanto senão fizerem nas dcòpezas do Eaíadu todas as economias. Agora depois deae terem dado pensões, ordenados novos, depois de se terem feito empréstimos, e trinta mil coutas desta qatureza, depois de tudo isto, é que se vem com um systerna, que tenha sido proclamado

cqmo o uni eu de salvação para o Paiz., ç vem agora céu) eâJe »ystd«na para com eile se enganar o povo, * pá»» a -cabetto coo*. eJle lançarem os irib»tói, que pertendem lançar e nada mais.

Sr. Presidente, e acouta tnais extraordinária que se tífli vista, & que acontece com este, Projecto de reforma.) porque o Goveino ,depois de ter/approvsi-do em geral as propostas da Couícnissão externa, >e de ter eonsidterado este trabalho, como ugn »yst*ioa financeiro, a qoe paz o titulo, de único meio de salvar o Paiz, q ire não haja Membros n^sta Camará que annuaro a essa proposta, e,avnda mais me adraiia que os Membros da Com missão de Fazenda sejam úa primeiros (a apoiar a propo-la, ^ue to Sr. Ministro acaba de fazer; por consequência entendo que tudo isto se reduz a três cousa», a primeira nada de econom.ias; segunda j\ada de orçamentos; terceira voto de confiança ao Governo para lançar os tributos. . :

Mas,, Sr. Presideate, nós não pode-oaos dar '«in voto de confiança desta natureza, porque n»% Propostas da Com.ruissão lia tn-etiidagj, que nós não podemos approvajr «em 42* a," d e í,nftviiiiyjioiei«içja Paiz; por exeruplo «'essas propostas ha o to no subsidio IlUeraria, o a«gtnento daa.giisas b se oós formos approvar estas novqs tribiulos, y.á-. mós impor um gravame aos povoe, principalmente-nas sízas, contra, «s quaes hbuve sempre iee,l«

Sr. Presidente , eu o.q&e vejo é que, se for.&H>s a annuir a tudo o que o Governo quer, lemos a refci-rciçâo de tudo o que é inútil, ináoj e 4o que não existia em Portugal ; voto por consequência, gentia* u Proposta do Governo; não Quero dizer,Ç