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que nãí> podia dar o"seu Parecer sobre «lies senão depoi» de muito tempo; e quando se lhe exício qiie desse um Parecer separado disse : *>niào vê n li a au-thosaçãn especial para i«ío ; ruas não foi agora que ella Conheceu .que não podia dar um Parecer completo senão depois de mui-to tempo

Nada direi sobre o •que disse o Sr. Ministro da Fazenda respondendo ao Sr. Gomes de Castro, ácer-•ca da duvida que propôz este illustfe Deputado, e meu nobre Amigo, ulo e', se das expressões de S. Ex.à sobre o ponlo ae seguia que ficava inhibida a "Commissão espí-cial de dar sobre elle o seu Parecer, posso porem affirinef á Camará em nome de toda a Comrnissâo, que ella ha de receber do Ministério e de todo* que a -quiserem esclarecer,1 todos os dados <_ que='que' de='de' a='a' seu='seu' alterem='alterem' e='e' porem='porem' apoiados.='apoiados.' o='o' p='p' as='as' arbítrio='arbítrio' regras='regras' informações='informações' não='não' liberdade='liberdade' ninguém='ninguém' recebe='recebe' sua='sua'>

Ó Sf. Presidente:—'Tem Q palavra para explicação de facto o Sr. José Alexandre de Campos. Por esta occasião lembro nos Sr&. Deputados , que o Regimento diz, que uâo pôde nenhum Sr. Deputado ser interro-mpido : não •rue compete averiguar o bem, ou mal redigido doste Artigo' do Regimento ; mas hei de cumpri-lo, e por con&pquoncia p,>slo que eo-nhecesse o sentado em que o Sr. Campos queria fal-iar, qiíe era pára rectificar uma expressão que pa-recin que o Sr. Depulíído unha entendido mal ; ú *ista do Regimento oâo podia permitlir que o Sf. Deputado que fallava fosse interrompido.

O ST. J. A* de Campos: — Sr. Presidente, eu não pretendia interromper o Sr. Deputado; nem «u (&? dirigi a V E*.*, du.5gi-me ao Sr. Deputado pedindo-lhe lieençft para fazer uma rectificação que podia fncurt.u o seu discurso; não quiz, paciência; eu também não insrsti

S. Ex.* espraiava-se alguma cousa em dizer, qut» eu tinha attnbuido á Camuiissâo a faculdade de poder apresentar o beu Parecer frficciona'do; eu não disse que a Comnussào tinha o poder d'aprpsentar o seu Parecer fraccionado, disse que a Ccounissão tinha o poder de dar isso mesmo como Parecer prévio ; isto e', a Commissfio de>ia dizer á Camará, eu não posso dar o Parecer por inteiro, e e«ntendo qu« convém ruais dn-lo vibre taJ ou tal parle, etra-zer sobre isto um Parecef previ.o á Camará; p'or que assio» e que ou-entendia que a Camará podia re-wolver coió pleno conb-ecifiienio de, causa : já se vê por tanto, quê ha grande dififurença entre o que eu disse e aquilío que me altribu^u o Sr.' Deputado.

O Sr. Con&e da Taipa'.—Sr. Presidente, pedi a palavra sobre a ordem para propor uma questão preiia. Sr. Píesidenle, uai Deputado que não faz opposição systeui atiça vê-se ús vexes bem embaraçado sobre o modo, porque hade votar « porque mui-4as vezes apresenta-se uma medida, pela qual elle votaria, se formasse parte d1 u m plano completo de organisacâo de finanças, mas que ao mesmo tempo, isolada, não seria mais que um expediente, ertpe-•dientes que nos tem perdido, (apoiados) por cujo systema nós estamos no estado -epri que estamos fi* nancena e administrativamente. e do qual é pie-ci^o sã h ir (apoiados}.

Sr. Presidente, á Com missão, externa da Camará chegou-lhe a lingoa (e honra lhe seja feita) para dizer uma cousa que todos sent,ia*n , e todos sentem inn Portugal, mas que ninguém je lem atrevida a

dizer, se o ao eu, e-mais dois ou Ires sujeitos; que é o ponto; aqui é que bate a questão; tudo o mais que se fuer é trabalhar em vão. Sr. Presidente, etn ponto e', e tem sido em todas as Nações, a *>poch,a que separa o antigo regimem da Europa do novo regimem da Europa, isto é, ve;n a ser a epocha que separa o systema da desordem e da anarcbia em finanças, do »ystema de ordem e de oiganisaçãjo social , dp systema novo d'organisaçào em .que tem entrado a Europa inteira. A Europa estava governada até aos fins do século passado por classes ; não se escolhia o m eivei mento; eram certa& cJasses que estavam cosíumadas a ter o poder na ríiâo. Estas classes na Europa do Sul e»tavaío muito ma-S" desacreditadas, muito mais enfraquecidas tanto em saber, como em riqueza; por isso mesmo que a* do Norte havia pouco qne tinham tido uma revolução que as» tinha moraJisado, e qne as linha feito tomar mais conta em si, que as outras, que não lanha,n» tido opposição nenhuma; mas quando chegou a revolução de França, como as do Norte não estavam tào desacreditadas, como ellas tinham já pedido tomar conta em si, e ppderuo rharnar as Nações de roda de si, e principiar a sua organisacâo , como o fizeram ellos governativamente ? Por ponto é que principiaram ; em França como se fez í Rovolucio-nariamente e com a guilhotina: , por con&equencia , Sr. Presidente, eu quero tomar este exemplq, e quero faxer governativamente aquilío qne se'hade fazer revofucionariarnente (apoiados.) Sr. Presidente, esta é que é a grande questão; este e' que,é o pensamento da Commissão externa, e por isso quero que elle se discuta primeiro, e depois entraremos nos outros detalhes; ba muitas cousas da Commissão que eu não approvo, mas não posso approvar cousa nenhuma em quanto esta questão se não decidir; sem isto não ba organisacâo nenhuma, tudo o. mais são expedientes, que nos tem perdido; é preciso vir a uma cou'sa difinitiva ; é preciso vir a finanças praticas c não a finanças d'imaginação; (apoiados), por consequencia eu proponho, como questão preliminar que se discuta e resolva, se o pensamento geral da organisacâo da Fazenda deve ser o da Commisbão externa, ou.o do Ministério; e para e.M» fim mando para a Mesa a seguinte

PROPOSTA. — Proponho f como questão prelimi-, nar, que se discuta e resplva se o pensamento geral da oiganisação de Fazenda dev,e ser o da Commis.-sâo externa , ou o do Ministério na grave questão do ponto. —- Conde da Taipa.