O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

( 240 )

^osta, se A Camará quer aulhorisar a Commissão ti ap«-eseniar os seus trabalhos por pai te*, e depois sè-tracturá di questão do Sr. Condi» da Taipa : porque até me parece que a primeira Pioposta nàosof» fr« adtíttatnentós tsém emendas.

O Sr. donde da Taipa :—Proponho a minha ftio-ção como «ma emenda á Proposta do Sr. Ministro •da Fazenda.

' O Sr. Almeida Garrett: — (O Sr. Deputado ain* r/o não restituiu o s&i discurso). > OSr. Ministro da Justiça:1— Sr. Presidente, cir-tíumstan^iíis ha q DP-muitas ve/fs forçam o Governo a dar explicações sobre pontos que são fora da ordem ; rna*, visto que se tem frito algumas allusòes ao Gcfvtfrno', é força que ao Governa seja permitti-do dar alguma resposta a essas iijesinos allusòes : o *}>ubHto decidirá, diz o Sr. Deputado, enlre *-lle e Governo; e eti lambem digo o mesmo: o publico decidiríí'eiHre o com por I a m f n to do n b br e Deputado e odo'Go\erno. Jáque S. Ex.a nos tem trazido para aqui os còsttmies das outras Nações, permitita-me" tjue lhe lembre, que nas outras Nações c co Com-ttifssão d Governo, c SHÍ npresenta no Parlamento â faxer -oppoHção , começa por demirtir-se desses empregos; i*lo coque S. Es.a devia ter feito quando comoçou S fazer opposição ao Governo. Esta é k doutrina jáaqiii reconhecida i:'apoiada, e que desejaria ae observasse, e conlmoas-e o vigorar d'ho-je'em diante.

'•'Agora cntra'ndo ha questão, parece-me que não ha rnblho algum para combater a Propo-la do Sr. Conde da Taipo; e eu pela minha "parte entendo, qtíe eíla não e mais que uma sequcircia da que fez oJSr. Ministro da Fa?enda ; porque qual é a quês» tão 'í A questão reduz-se a kaber se a Go m missão de Fazerrda deve apresentar tfm Parecer completo sô-bré o objt*cto qi>e lhe foi coimneilido', ou se poderá 'dpiesenlar o seu Parecer sobre aqiíelles trabalhões que julgar mais urgenlus, sobre áquellcà de cujanp-provtf(,ão resultar aòhar-se o Governo o m ciicum-' staucias de poder satisfazer a todas as exigências do Serviço Publico. Que p^de o Sr. Conde da Taipa l Qtie nm desfVs Projectos seja o ponto: eslamos no mesmcrcaso ; e eulâo não pôde a quentão deixar de coll«ear-?e no ponto prn que a eolíocou o Sr. Sousa A'zévé'do, isto e', que primeiro que tudo é necessário saber se' a Camará aulhorisa ou não a Corn-íirissão.'a pod« r dar o seu Parecer por partes: c depois serdisculirá a Proposta do Sr. Conde du Taipa. J Mas desde'j;í dotlaro'aô Sr. Cond»1 da Taipa que nenhum riiContenienle acho ern que-a CoirinissAo firincrpíp' ptjí aqtiella questão que S. K\c.a apresen-«eritcu ;,e altél-aclio isso, não-só d<_ que='que' de='de' governo='governo' fazer='fazer' cotn='cotn' mais='mais' declarações='declarações' para='para' convehicncia='convehicncia' daccordô='daccordô' vou='vou' _='_' publica='publica' é='é' nisto='nisto' sr.='sr.' í4axi='í4axi' o='o' as='as' ministro='ministro' conveniência='conveniência' niuito='niuito' acaba='acaba' da='da' ntarde='ntarde'>nda, por que elle di*bC que em virtude da q u? lia questão tinham /e«úíía'do^ graves prejuízo? aos Empregados, equèem quanto ella noò fosse resolvida ha\ian> de gemer d»-oaixo'de um grande pezo. Pnr (anto, se for appro» Vâda a proposta do Sr. Ministro da Fazenda , t*ste-ja O nobre Conde na cortesã de que hei de Tola r'pela sua proposta; jíorxjue entendo ser aquelle um dos pontos mais importantes do Parecer da Coirtrmssíío es» pecial, e que <_3eve p='p' attençâo='attençâo' â='â' merecer='merecer' primeifo='primeifo' camar.='camar.' da='da'>

• O Sr. Gavião: *~ Depois do que disse o Sr. Mi» nislro, cedo da palavra quç tinha para turi Itequc-rirnenlo ; moa sempre quero dizer para q.ie era : era para que, «m consequência do que d^$f»oem o Artigo 82 do Kfgjaiento t V. Exc.a consultasse a .C«t-inara se admutia á discussão a emenda do Sr. Conde da Taipa ;, porque, sem se satisfazer a esta funna-lidade, creio que nào podia entrar em di^cu^sào.

• O Sr. ftyebiticnte:—Essa observação não m« escapou J in«is o Sr. Deputado davo reflectir que e esta uma discussão .extraordinária, não ha nada «s» triplo, não ha e

O Sr. Gawio : — Nào quiz irrogar a V. Exc.% a oienor ccMisura ; ruas quando vi suscitar urna no* vá qufsliio aôbre a emenda do Sr. Conde da T«ijpa entendi que o A rtigo do Kegimento se devia observar.

O Sr. -Soma Azevedo:—Parece-me que o illus-Ire aulhor da moçào accreditará comigo, que ainda que elle não tizesse nenhum requerimento para que viesse na vanguarda do Parecer a questão do ponto, essa questão havia de vir na frente. Pode o Sr. Deputado psiar certo, e lh'o affianço em nome da Commissdo, que ou venha o Parecer com-plelo, ou por pátios, ha de trazer á testa essa quo&-tào do ponto. Por tanto ou se vote a moção doSr* Conde ou nào, o resultado é sempre o mesmo, pois que aulhorisada a Camará para separar o Parecer, então tinha Jogar o designar-se qual era apri* meira matéria qu- ae devia tractar, na certeza de que nenhum Parecer podia serdado, nem o hadoser, setn que na frente venha a ideado ponto ou do salto.

O Sr, /. A. de, Magalhães:—Sr. Presidente, eu não posso deixar de ler em muita conta a moção do nobre Conde, porque, mesmo antes d« elle a apresentar, eu estava convencido da mestria ideei, e da mesma necessidade , e convencido dessa idéa, e dessa necessidade, não só em quanto ao objecto desta moçào, mas quanto a outros objectos ; por consequência , Sr. Presidente , eu quero que a separação dos trabalhos, no caso que a Camará a decida, ao que eu me não hei de oppôr, comece pela questão do ponto, porque é essa a base de um systema. •