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Tecidas de preferencia j preciso,recteficnr istp, porque não tenho visto, que tenha sido observado.por, os demais Oradores, e vem a ser, que houve ijma Proposta do Governo, e que não houve urna Proposta da Commissâo Especial; a Cotninissão ap-pareceu aqui incidentemente, explicando qual tinha sido a sua opinião sobre a Proposta do Governo; não entro, na questão se teria sido mais. regular, que. uma questão de tamanha magnitude, tosse antes apresentada n'uma Proposta por escripto, do que verbalmente, porque então ter-se-hia sçgui-do a ordem,,do Regimento, tendo essa Proposta sido remeltida a., uma Commissâo, mas em fim pode haver razões, que justifiquem o procedimento do Sr. Ministro da Fazenda, e nestas circumstan-cias vamos a ver qual foi a proposta do Sr. Ministro da Fazenda, Proposta que no roeu entender e muito diversa, da explicação j bii do cotnmento, que lhe fez.o, S.r. Presidente da Commissâo. ,.

O Sr. Mipjslro disse, depois de ter feito, p seu preá m bolo, para poder concluir com a sua moção, que o Governo entendia, que se devia por oraj)ôr de parte tudo quanto havia de organisação no Projecto da Commissâo externa, e que a Com missão Especial apresentasse o .seu, Parecer sobre as reducções, e sobre OB impostos.. (Ò Sr,, .wírçiffro da, Fazenda: *— Eu ,não disse isso.) O Orador:—, Foi ,o que eu ouvi, Coi isto.p que ficou impresso nos meus ouvidos ; tanto tme ficou impresso, que uma proposição de se-milhanti! natureza não podia deixar de me ferir muito deíagradaveknente; e o illustre Presidente da Commissâo, quando fez a sua explicação, fê-la de uma maneira muitíssimo diversa, fê-la pelo modo, que a Camará a tem entendido, e não pôde deixar de entender) isto e, que á Commissâo ficaria o livre arbítrio de escolher entre os Projectos aquelles, que julgaste mais convenientes, e urgentes, para os apresentar á consideração da Camará; mas, Sr. Presidente, excluir os Projectos de organisação, addia-los indefinidamente , corno se conclue da Proposta do Sr. jVliHielro da Fúzerida, ligar as mãos á Commissâo, para ella não apresentar o seu Parecer-a,respeito de organisação, se por ventura entendesse., que p devia ofíere,~ cer corn preferencia; isto é,, que eu reputo con U a-rio aos principies da razão, e mesmo contrario ás formulas parlamentares l Demais» debaixo do ponto de vista, que S. Ex/ proferio a sua proposição, U-tò séria de uma importância gravíssima, porque eu reputo muito misqravei», muito mesquinhas todas essas economia», que podem resultar das pequenas sup-presftôes de 'e ta pregos^ ou de cerciatnento de ordenado» d*esse» empregos, quando as verdadeira» economias são as que resultam, hão (ie resultar da boa organisaçâo da Fazenda ; é para a organisaçao, que todos ettàmo» a olhai; é da organisação datKepar-tições, que nós espérâuipsj que) essas economias vê»-nbám ; nós todo? os aias lamentámos a falta o"essa organisação, e ainda o fizemos na ultima discussão fôbre a Lei da Decima, reconhecendo que essa matéria era espinhosa, e que tudo provinha da falta de organisação. Ora, se noa não orgariisarmos este ramo de Fazenda, o

coro .tudo entendo que nâp é o. Ioga r de a decidir da preferencia já Outra, e que ella nem por isso ficapre-jucljcada ; e em Segundo Ioga r que não posso concordar em que authorisando-se a Com missão* a apresentar separadamente o seu Parecer, ella deixe.de parte os. Projectos tle Fazenda, e sé occupe dos que dizem rtsueito, ás reducções, por isso que eu julgo mais importantes aquelles do que estes, mesmo por* que as economias te que dfeslés podem vir, já o Go-verno as estás fazendo;. não ha pois necessidade de nos occuparrnos 4e uma «cousa, que o Governo,já está fazendo, é necessário approva-lo por uma Lei \ porque h'isso mesmo eu não quero arbítrio, porque eu não quero Governo arbitrário em couta alguma, quero pois que se legal ise a medida por, uma Lei» mas como o que eíle faz é de conveniência .publica, e nós temo* outras-cousas de mais momento} podemos demorar, m.ais esta. Sr. Presidente, ,sem orgaoi-taçâo da Fazenda Publica não pôde haver Governo, tudo é desordem^ tudo e' aharchia^ e a onde tudo é confusão, e tudo é desordem* não hasystema. Sr. Pré* &iden.te^ quem e que hadc votor,tributos, sem estaor» gànisaç,ão?, Pocjerá bavar algu,m jbeputado que tal' faça? Eu faço; ai justiça de accredi;lar. que, não.

O. Sr» Ministro da fiazenda: *-r Eu não abusarei dá palavra^ O.illnslre Deputacjo, que acaba de faU lar, não me .ouviu bem, poique p^ia exposição» que fez, vejo que está de accôrdo comigo; O Gp» Verno não quer que se espace a discussão dos P roje'-ctos de organisação , porque o Governo é o primei*» ro interessado hella, porque sem organisação é impossível bem governar; p que o Governo disse é que nos Projectos que estão a ff e c t os á Co m missão ha uns, que produzem economias immediutas, e ha outros que as não produzem, senão com o andar dos tempos, como são todos aquelles que dizem respeito a suppre8»ôes de Empregos, economias a que o nobre Deputado chamou, miseráveis, desses é que eu pedi por em quanto o adiamento, porque o Governo vai fazendo essa à suppresaõps •, póc tanto já se vê que S. Êx/ está cie accôrdo comigo, e que só hoir-•ve divergência,por, íalla

O Sr. J. A. de JMqgalhãet;— S. Ex/ contestou a verdade do que eu lhe puz'na sua boca» pois per-mitta-me Si Ex/ quê lhe diga, que se elle se mantém na sua aífirmativa, eu me mantenho na minha, por que com quanto os meus ouvidos não sejam dos melhores cqmtudo ouvi bastnhte para continuar u affirmar, qqe $. Ex/ disse aquillo, que ou lhe attrí-bui; e daqui só tiro por conclusão, que e isto uma prova da necessidade» que ha de que as propostas se fayain por escripto.

O Sr. Miniitro da Fazenda,:+•? Eu não deòtnen-ti o Sr. Deputado, ratifiquei o minha opinião. .

O Sr. Presidente: — Eu de-vo lembrar ao Sr. Deputado, que não ouvi de forma alguma, palavra que se devesse entender como p Sr» Deputado qlier : eu não consentirei jamais em quanto occupar esta cadeira que se empreguem palavras impróprias defíte Jogar; pôde haverdilfercnOiv, de opiniões, isso não pode deixar de ser, mas nisso não ha oíTensa,; ,e

O 'Sr. Xavier da Sittàa: —*,Sr. Presídsnt?, . . contestável que o estado de nossas fmaoçaí lem ex-.cítádo e,oc,cppa hpja a a t tenção de todos o& P gue/ís; e que mo assumpto detanf» f«agattud