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pomo .eífSfes papeis. h|u>" de est^i; no gThégojtto i * eu julgava tnais conveniente qite o «Sr. «pe.pu,taidfi figea-s,al.'

Q Sr. presidente: -rr-O-Sr. JÉ$tputa,d& , Veide, tinha j rírêãò ; -pois que vi .agora que, estava Jnsctipto d.esde o dia 16 de Julho para interpellar o Sr.* Ministro da Fazend^u ,,t ^ • l .

*;Q Sr. 5a N figueira,: -i-j^reio «-que o Si. Ministro não está. prevenido para tfle responder , .nem!«u o exijo já; vou unicamente dizer Q objecto da-.minha inter.pelJação, à Om de S, Exv", sje péder babUjtar .com os^esclarecimentos pfecisos pfcta informar a CA» mar a,. . .,.•;. i><_--. p='p' j='j' _-='_-'>

Hu Sr. Presidente,- lenho a honra de ser Deputado ,pé l a Pfovineia de. Cabo Verde , e por isso tenho o rigoroso dever de zelar os interesses dos meus cens» lituÍRtes^'e de olhar pela prosperidade daquélíetfer-til Província', porem hoje quasi abandonada: ura «dos seus principaes, o« .antes o seu maior manancial cje riqueza é a,.Uízela, que espontaneamente alli produz, e com que,a natureza a .enxequecea: esta Urzela- e um monopólio nacionsii'r/e-x? Ooter-no o tem tido arrematado, pore'm julgo . tracto que findpu, e é por is;to,qufe e« pergunto a V. Ex.a se este contracto , foi1'mandado dar por, ar.-reinat

Peço niais a S. Ex.a que mande -a esta Carnara o> documentos pelos quaes se.p.o^am ,saber estas.circunstancias. ; . . , ' .

Si.-Presidente, e jjreciso tobre Jud.o .saber-, se ;.'Caso os 24 coiuos que o Governo mandou pôr á tlupoâição do Gjoveinador de Cabo Verde, chegam swia as despe/as daquella Província, porque segundo as noticias que eu tenho, aquelies 24 contos .não checam, e por lanto necessário augmentar mais 10, nu 12 contos de íeis. Não-me parece pois justo que tendo aquella Província rendimento suficiente, que parle dello venha para Portugal, é que cila fique-sem os meios pret-isos para pagar aos seus Empre» ^adofi, e fi)2j'r certais obras qtje são de absoluta ne-í:eí»sidade, como por exemplo, Hospitaes e Casas de a2ylo, etc. etç., porque aquelleã povos se acham fin miserável cssadp por causa da^ moléstias que alli reinam (como todo?, nós subornos) e e' bem desagradável, que tendo aqtjella Provincia rondimentos próprios, se conservem aquelies e-tabelecimentos ecu ?ào mau e&tado, que não ha uma casa capaz e pró» t>ria onde se possam recolher os doentes.

Eu quero ,qne S,.Ex.a dê estes esclarecimentos, pois Itiiho tenção, de propor-que em logar de 2-L co.ntos de réis se dêem 36. . • •

O Sr. jMtnintro da Fazendti í -^-Eu posso de prom-, pio d^er. ao nobre Deputado , que p contracto da Uizelu acabou, e que se -fez um novo cóntiaclo; por tanto não anda por administração, ílernetterei à Camará c.dtn a possível brevidade os documento» porotide constam as condições desse novo contracto.

,Em quanto áreíneça df-s ^4cpntos, e doaugrnen-to de J2 contos que S. S.tt quer propor a fim de se

..poderem satisfazei ag despesas, daquella P ,digo sobre e^te ponto quem pôde responder CíUial-,p^ente a 8.* S.% é o meu Jlluslre Collega-,o.íSr. j\li-jiistro da M3i;i,nha , e do Ullramai.; porefn eu me erjcar/ego de faz*r prese^nle a S. :Ex.a £sta pergunta de-S. 5>.%'a»firu d-e.que elle possaí sati&fuzer os

j ,O Sr. Sá JVo.guçira: — §r. Presidente,-o que efl desejo saber é se o Governo lerá t) u tida.o ppli ca nalgumas souimas mais, para as-de*}»ozas da xle Cabo-Verde ; pçvis sei que a§drap»»zfls alli -tão pagas em dia; ha um dtfi⁢ ejue ;progr«á«iva* mente ae vai atignientando, e -se recolher n Metrópole os rendimenros daquel* Ias Possessões, e reenviarecn»se*llie sommas mu.to maiores do que os rendimentos: mas virem -os ren» .dinoenlos todos de uma Província para a Metrópole, e nàq se pagarem .as despcza» daquella Província, isto somente $e faz no nosso Paiz,

O Sr. Minis1.ro da Fazenda'. — Sr< Presidtínlp, eu não posso responder já a isto por precisar conferenciar com S. Ex*a o Sr. Ministro doUltratiiar, e é elle quem pôde avaliar, se as necessidades aposentadas precisam de mais este augmento dedespexa.

O Sr. José Maria Grande : —Sr. Presidente, -peço licença para mandar para a Mesa uma representação da Camará Municipal de Estremoz, em que pede o extincto'Convento da Congregação de S. Í'M-lippe Nery , para alli estabelecer as repartições Ad-ii)