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teremos no9 tmrpos uma classe ífe Officiaes irxfeiio* çe$,,.que hoje sãa.mui-tQ caros, .e.app'ello parao.fcesr temuF>hf> -dos, Sr&. Com mandantes ,'dos corpos v aqui se a,eham ; para se achar um Offieial i cítpaz v/éer»-»a« eijvgra-ndes apuros. e.Ug.o í jecto .passe hão de «parecer oorn mai3;;facilidadegt • *"' '• '•'•*,. :>

Sr. Presidente, já houve uma Lei -para Aapriraot tes e. Atftires, e n^eíla^se exigiam estas 'habilitações, e q» ,vi appiovar »u> Aspirante em Matiiemvatiea!) que não cabia fazer uínft,c6ruta d.e tepArtir,' e-paria que se r\ào continue a fower - o .mesmo,' 'o Góvèrn-Q deve pôr obstáculos a isso, para que taes actos Isd» tvão. fe.pitanj :• portanto digo-eu, .que da applica-çao rigoros-a deste {Vcxjctcto--com é^as rainhas ^n>a» eUficações, OíGovefno. ha^dje thrar, gra,nde vantageré* e -ha de ter -.rou.Ud bons Qfficiaea.ln-feriores.,

A, CpOJflnissâa »âp tr.aclo.1» senão d.e-Offieiaes ha^ bilitados com o icurso deJuêaiUari*», e Cavallaria, quando na Jjíschnla estar habilitado» paralnfan* taria ou Cavalla-ria e não servir para a -Arijlherjft ou'. Engenharia; porque, o curèo d'aqueUa arma é muito differénte do d'esta: todavia poder.-se«Ua at-< terar esta regra,no lerD,pQxdeguerra, ooiiio nosaÇôn-tfceu. agor^ >na gufrça- contra o Usurpadoiy e, q.n^ jia verdade fizeram relevantes serviços n^d» obstante serem de arara-diversa-, roas ago^a no estado nor--0)al nuo é isso preciso ; e pretendo que cada únj te» nli« ocureo regular d'a stca arr«a;isto deve ser tam-bern- applicado as deiqais aronías scieniifica&r por consequência ey voto p£la Píojectô- com esja's alterações, que julgo indispensáveis para delle se.podef tirar toda a vantagem. (Apoiados).

C) Sr, Sá Noguçirg.: — Sr. -Presidente : eu pedi a palavra paro responder a a-lguos argumentos, que ouvi produzir ao-Sr. Mjnistrod(?5 Negócios da Quer* rã, e ao Sr.-Cezar. (O Tckchygrapho não pôde ou* í'ir o Sr. Depuladoj.

Sr. Presidente: ern fnglaterr» osOGBciaes doéxer-^ cito até cento tempo vo.q-dia.ni as patentes» mas es-» te abuso e hoje já m»ito,.combatido alh mesmo pe«* los homens de todos .03 partidos.

Sr. Presidente: dm il í Usinei General, referindo-se ao que en tin-l*a dito., aíccreseentou, que eu tinha fallado em uma couea, q,iie não «atendia; eíi peçd licença a V. Ex.B parar lhe-dizer, que é verdade que eu não tenho servido *t\r> exercito; ,mas que tenho militado alguma cousa1; e a-peza-r dos meus insignir {icantesconhecim^tUoa, tataaham estudei alguma feou-sa, e tive um cursra IBÍIÍÍ ou meno5\regular; e seos meus Professcíres me. não-engj.naracn, sabia alguma cousa; porçjne já'em'algumas circumstanjeias políticas tenho'sido, empregado, e efTecti vá mente tenho mostrado, que, tive algumaappliração nos estudos: por consequência , Sr. P residente , parece-me que a censurn , que o illustre General me quiz dirigir, não tem logar; porque, por eu não ser militar de profissão, lalviv, que possa estabelecer um plano de fortificação, ou outra nbra, que seja necessária; {porque algrima cou*a neste género já lenho feito) e que talvez alguns Officiaes do exercito o não possam fazer: év.rdade que com islo pouco me imporia ; porque não-é a minha profissão; mas disse uni-

came,fite isto.» íporq/ue •não me é 'àiui Aitf>ft C.asa. destas- 0*1 viria» ex;pressfte« t' -queime :diH-Genera-I. , , • ,t •,--- i '• :

Stn/ Presidetit^ eu p*$Kt « responder por, ao -Sr. JViiríUtro dfe Guerra l ÍJ,,Kx.*dis-o Projecto euniigeral, -e que eu-*ò efà iDaís -dq que4ec«pção ; » 'Rxi.a nàd r*par<íu attenção='attenção' _.a='_.a' disse.-='disse.-' porqjiesi='porqjiesi' nbrqu-tfcei='nbrqu-tfcei' n='n' _='_'> havia. d«'respbn-dsr-me dè-simiJíiante, maneirai. Diz o Sn AlinfistFd da Guerra ^ se acba^ , que esèas^ ba«bi lotações nâe são e!^ priiponha-òrttreia: ier&rouitodimcU, tnes-

tRajS^ tá bi l UâçoeB1 ? : Bu\ efr^ncWn que -n^o 4 é ale j« l-gX> que é uma cousa muito possivol. Outro do fondftroewtío.1) a-deifeaa-.d^PíojecfQi di «i*iaijrjr aprres8rit»rHse a«s Gcwipo^ footnens recein

A rasâo é pç>rq«e , o>què gê qtfeç e sobrépticirf-tneote introduzir no rinercito c^erta ciasse de genle, que. subtrabifido-se aos castigos , no ,m'esn*o 'tefíipo ganh.em o mesmo diíeito que os outros parji s^rem Ofíicíaes ; senão fosse^esté o ser>tido porque sequer approva.r o Projecto , en^âo craava*n-se -os deposi-tps,, ou outra cousa sjmilhante* eqúfundo viesse algum indivíduo »$niãF prac/a, ou^rnesmo já depois de a.tar assentado, dizin-se-lhe que todo aquelle soldado que qutzesse jr^para o deposito, ficava pores-se fa-çlo isento < do .serviço, é pôr consequência dos castigos ,« ao mesmo tempo havia a certeza., de.que çlles se hstYÍaui' de .habilitar para virenií depois seguir. ,os postos da Companhia;- mas eu não vejo que ò Projecto, te i>d è â nenhuma destas cousas , e' uma cousa- íetn nex-o. ! i ^ • -

Sr. Fíes4dehle , também disse urn outro Sr. Deputado, que eUe approvav» o Projecto com modificações, pó ri um ii rasãor-que á primei rã vista parece platusrvet, maé q^ue o não é; ^ara-são é porque nós precisamos de pmciaes iníer;i oreg, eq,ue osCõmman-danles dosCarpos hoje quando querem fazer timof-tial inferior não 'o acham na classe dos soldados. O*, Sr. J^resjdente^ isío é a mais grave^ censura, que o Sr. DepjtitadQ'.podi^ fazer aos Commandanr te s dos Corpos, e aoMif)ijgtro da Guerra, e eu vou demonstra-la; pois se existem Bestes Corpos escol** Ias regimentaea, creedaí por^úm Pecrecto:de I837t qual é a rasâo porque senão i dá a inalrucção aqs soldados? Ora se eHas não e.vislem , a culpa- e dos Commandante&.dos Corpos, ç.

O Sr. Snusa Pimèntel; — (mie trompenda-o} N'âo existem escoUas no Exercito, n o numero 12 de que sou CoriJmandante' não ha urn sargento ^ que- estejb habilitado para ser mestre, por -tanto íiâo Im .quem o possa ser ;. isto é que é verdade , e relativamente a factos não tem o Sr. Deputado que argumentar.)