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operação mista que o Governo tem portuelhor, por

que os Capitalistas, na esperança de comprarem os ora, Sr. Presidente, muitas razoes se tem produzi-

Bílhetes aos miseráveis servidores do Estado, guar- do para provar que os bilhetes sào maus applicados

davam para isso o seu dinheiro- a pagamento, ou que são boos, eu nisso nào entro,

Sr. Presidente, o Sr. Deputado por Aveiro, disse porque essa operação está fora das minuas ideas ;

que a votação da Camará só admittia a emissão mas não sei como em boa consciência os illustres

dos Bilhetes em pagamento; mas este objecto e mui- Deputados que votu\ara que o pagamento c^nli-

to claro, a Camará votou que por meio dos Bilhe» miasse por os atrasad s, possam .igora combater a

tes se podesse realisar até á soturna de 1:4.00 contos emissão-de bilhet. s aos empregados por dó que te-

em dinheiro; isto e, quiz que o Governo realizasse nham de seus piejuiios. Psla emissão dos bilhetes»

o dinheiro, e depois pagasse coin elle. Eis-aqni o em pagamento nào li ao de elles sofirer HM is perdas,

que foi a votação da Camará ou ella se ha de ré- do que a que costumam ter, pelo menos a getiera-

yogar, ou será necessário que o Governo negocie os lidade das classes dos empregados, haverá alguma

Bilhetes .para depois .pagar com o dinheiro que obtiver (apoiado).

O Sr. M. A. de Fasconcellos: — Eu tinha tencionado não entrar mais em questão sobre esta rna-teria; mas como membro da Commissâo de Fazen- e os bilhetes hào de \aler mnis de 20, quem ha de

que softra mais alguma cousa ; mas a generalidade de certo que não. As classes inactivas se i lie pagarem com estes bilhetes -não hão de sufírer tdíito per-como hoje softVm ; porque ellas rebateu a 80,

da não posso deixar de dizer o motivo porque ahi puz o meu nome; e darei por parte do meu illuslre collega, e pela minha, as razões porque concordamos que se pozesse a expresaáo, com desconto, ousem elle, a Camará tinha votado a matéria que se contém neste ailigo, tirando estas paiavras, que vem

perder um po.uco mais t>ào algumas outras mas desgraçado do Legislador que rão olha para os negócios na su encara na especialidade, nunca faz uma Lei, ou ha de fazer tantas Leis quantas foiem as cUisses mteie^sadas ns sua sentença, dUse-^e ta-mb-m, Sr. Presidente, que

a ser (Itu) estes eram os dous meio- que a Camará o juro havia de ser mais vantajoso do que a opera-"" .... ç£0 Cj0 desconto, e que para o Thesouro era o mes-

mo, eu entendo que para o Thesouro nào é o mesmo, a operação do desconto pôde repetir-se ti-dos os dias , u a de juro ha de ser no fnn do mez , i-e for asaiynado juio commcrcial; por i-so mesmo pa-lece-me que odesronto nào imporia p «rã o lhe ouro o mesmo que o juro , digo que o juro não da as luesmKã vantagens qu o desconto, porque Lod • «, as operações em que o Thesouro gaslctr de ma^, ha de ser de menos perjuizo para os recebedores de bilhetes, aqui traita-se de receber dinheiro, ludo quanto os bilhetes valtrem de mais, convém aos servidores do Estado ; ponue mai.i recebem, o juro faz >ece-ber menos ao empregado, do que aos rebatedores, porque é elle o pumeiro que os recebe doThesnuro, centro commum da emissão, é elle que ha

tinha concedido ao Governo para elle podei reali-sar os mil e quatro centos contos de réis, ora eu, e o meu collega, assim como o resto da Com mis* são, entendemos que o Governo não podia reahsar toda a somma peln emissão de Bilherns, sem que essa emissão de Bilhetes fosse coadjuvada com esta disposição para se tornar rçal-satel no todo: Sr. Presidente, disse-se quanto s^ quiz dizer da emist-ào dos Bilhetes sobre a decima; ma-» se ella não for empregada com mais effícoz garar-iia n ao" pôde rew-lisar-se a importância de 200 contos de réis ruen-saes.

Não nos illudamos! As emissões de s«--te mezes lêem de accumular*«e; porque só em Janeiro pôde começar a sua amortização , e U-m de aflluir ;'i praça 1:400 contos1 dos bilhetes sobre a decima, e

dahi em diante é que hào de amortisar-;e talvez soífrt-r o i.jaior perju>zo; quando vão pagando dos

100, 120 (quando muito 130 contos) por tuez, por- rebatedores una para os outros vai-s-e aproximando

que é preciso notar, que nem em todos os paga- a ép:>ca do juro, elles vão gvad.:a!men»e ganhando,

mentos das decimas feitas nas recebedorias se podem o empregado publico é o que 5 o ff ré'o maior perjui-

admittir bilhetes destes, que o Governo pôde emit- zo, ou então ha de esperar para o fim do prazo em

tir, porque de certo não os ha de emittir de 200, que -se ha de pagar o juro. nem de 400 réis, quando de certo ha muitos paga- Sr. Presidente, já por vezes selem censurado mu'

mentos de SÍOO , e 400 réis: porque a menor quantia to a Commissâo d lhe peitença alguma parle, a maior parte pertence ao que devia apresentar os Orçamentos e ir de Fazenda a tempo, e que o não fez, pnr este ladj é «uelhor que nos deixemos de arguições, parque pôde liaver rc*poiia, [iode até duer-iu t^ue em algtima Repartição do Estado, no dia 29 de Janeiro ti que. se iuandou fazer o Orçamento quando ha\ia obrigação do ser apresentado cm 15 d'es-_3 m::r, porq-ie ei. set • pôde bem reverter ao saaritar:o. Sr. Pcesidente, tatn-bem me n:io posso conformar em turio mm a opinião de i j m illiiitre Deputado que disse q1.^; a cnns-

conto , ou seir- elle, não porque este methodo esleja a.io dos Bilhetes sào um grande banquete para 05 Rena nossa convicção, mas levados a isto por imsos batedores. Se se for a tirar votas uelos U-