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cfe 26 dê Novembro , ma» foste justo havtr «w»a ea> cepçâo , ndo Atirta rasoo porá e^/a eow«'síir «m s

existindo ainda por pagar , e ÍÍG mercada muitos daquetles papeis que este Decreto admiíte para pagamento da* dtvtdíts facões, e que se o Governo ten^ precisão de w

O Orador :-— Sabe depois que houve a Carla de Lei da primeiro de Serem l»ro de 1834 que diz (leu). O Orador : +— Sabe lambem, que muitas pessoas descansadas nas promessas d'esla Lei , ou guarda» rarn o papel e n ao o foram trocar §offrendo o rebate de 20 por cento que se lhes offeuscia no Banco, ou o converteram em titulas, que a Lê t ordenou se dessem para depois os amortizar; mós também sabe que nenhuma cicias promessa* se realisou, e que v«io a Lei de 3 J de Dexeui bro de L837, prorogando o prazç do pagafpenlo do PapeUmoeda~ale' que se providenciasse definitivamente. Ora esta Lei , filha das cir-cumslancifts , e da falta de numerário necessário para se pagar o Papel 9 como se tinha prouifítlido, fez um grande afoaio nab fortunas; foi uma quebra da promessa que »*• tinha feito, e que só pôde ser justificada pelas cucum&taucias ; mas esta mesma Lei collocou o» Ri»pte»< nUntes da Naçãn, e o Governo na indispensável íircpssiriíide de faztrem Iodos os esforços, e sacnfi<_ periíiiitido-='periíiiitido-' com='com' pa-pel-moeda='pa-pel-moeda' de='de' poiçào='poiçào' est='est' circumstancia='circumstancia' medidas='medidas' fim='fim' do='do' por='por' lêem='lêem' se='se' lançarem='lançarem' nos='nos' admitiu='admitiu' para='para' providencias='providencias' credito='credito' pai='pai' não='não' alg.uas='alg.uas' papel-meda='papel-meda' ora='ora' _='_' como='como' a='a' entri='entri' seu='seu' pagamentos='pagamentos' e='e' dado='dado' em='em' i='i' vfis='vfis' todas='todas' uinrc.ao='uinrc.ao' completa='completa' realisa.='realisa.' as='as' já='já' ha='ha' restituição='restituição' nào='nào' algu.-jia='algu.-jia' quanto='quanto' exenpo='exenpo'>H|<_ dserl='dserl'> de 26 de Novembro, e na cou)p,ra d^g B^ns íSL»eio-naes: entretanto pslaa providíMu-ias não lêem sido bastantes; amda ha muito Pap^J. f por isso a COAU-rniísão accrescenlo.u mala .f^sie jneio de coftbuiuo desta moeda. Eis»aqui a primeira rasâ*> , que a Coui-missâo teve para pro^ÔT o que píopôx a respeito ,do Papel-avoeua. A segunda rasão , se ftilu ,3 sU|X;rior , não é inferior a pgta ; é ler «ido appf.ivííd.e n«» Acuado, sobem q«ie em imilor evleo^ào, /nai*;na id«" • tica no a» Io n." 60; n **!**: ce

uma opinião djfferen{e, njuito prncipalirçntp quando a resolução da outraCanjara é conforme.ao espi? rito d» nossa Lvgislaçâo, e conforme á hoít.fe', P á justiçai ora aqui tero o Sr. D. piita^o 3$ duas. ra-sões q»ie levaram a Comieiâsyto a esíafeelecef o

- Agora, Sr^ Presidente, nãp ípe sentarei sem rp-ctific^r, ou combater íirna doutrino, que o ^jlnstre Depulado estabeleceu , ef» que se demorou nào, pQi»? (•o, e que tenho por su«»ma.U;wnte {uexacta. Dis^s S. Ex." — embora «e altere o [).ecr-eto de 26 de Ao» vembro : embora se façam quantcu* aíUraçÕa, se qví-feerew, ma» não «« destrua a hypothcca, que os egrt's= 105 têent na$ dividas dns conventos. -r- Or..jK> ,que S. J£x.* concordará faoilmenfia , ao roeno^ na inevacli-dão da expressão hijpotheca , porque nem no Deere? to de 2 da JNoyernbro de 1836, nem ern outra nljru-