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-L O Sr, Presidente-: —i-Julgo 'OU u«na Co m missão, reraeueu-ltve a Proposta ., 'e espera pelo resultado. Teve segunda íeitnra vseguinte

nEÇUEB.iMKKTTO. —Rpqueiro q lie esta Catnara chame aatte^ção do Governo acerca da cofivenien-cia de prover com preferencia nos egressos as Igrejas, que vagarem, e d'entre os egressos cm preferencia rraqucHes que foieft) Bacharéis em Thcolo-gia, ou Cânones, sem prejuízo todavia dosdireitos dos Encommendados , que as livereni servido por longo tempo, e betn.—J. A. de Campos.

O Sr. Ministro da Justiça : — Sr. Presidente, uma lista publicada ha-1 tempos no Diaiio do Governo, e •que eu poderia addiccionar com outros muitos Egressos , q*ie já tenho empregado posteriormente, mostra quanlo ó Governo tem a peito este negocio; mas nâõ posso consentir, em que seja approvado -este Requerimento ; porque supposto seja de opinião, que o Governo deve fazer quanto possível para empregar os Egressos ; por Jsso mesmo que resulta uma economia considerável, também entendo, que não se pôde fazer uma Tecomnrendíiçâo ao Governo ,

Por tanto a declaração que tenho a fazer e' que qualquer que seja o resultado, que possa ter este Requerimento, continuarei a ir empiegando, e propondo a S. Majestade os Egressos, se entender ^juf o serviço publico, e da Igreja assim o exigem ; mas que não poderei dtí maneira nenhuma deixar de attender áquelles Ecclesiasticos, que, não sendo Egressos, tèem comtudo os merecimentos próprios para o serviço.

O Sr. Cardoso Castel-Branco:—Sr. Presidente, pela declaração, que acaba de fazer o Sr. Ministro, enlende-se que não se pôde inteiramente estabelecer, que sejam sempre es Egressos preferidos aos outros Ecclesiaslicos, os quaes devem também ser attendidos. Agora, eu estimei ter esta occasião para chamar a altenção do-Governo sobie um acontecimento , o qual existe ha^ tempos, e me parece que o Governo devecohibir, s>e é que já o não cohibiu.

Sr. Presidente, uma Lei ecclesiastica diz — que nenhum d.os Egressos, ou Religiosos podesse ser provido em benefícios sem dispensa apostólica.— Eu entendo, que isto era uma Lei diciplinar, e entendo mais, que a necessidade desta dispensa apostólica acabou com a extiocção das Ordens Religiosas; a repugnância e o custo, que encontravam em obterem um beneficio eeck-siastico, aquellesque eram Religiosos mendicantes, e porque existia a Lei, que os sujeitava a não poderem ser agraciados cotn os benefícios sem a competente dispensa; mas ex-iiiiguindo-se as Ordens Religiosas parece-me, que acabou a necessidade de recorrer á Se' Apostólica para obter estas dispensas; mas o que e' certo e', Sr. Presidente, que alguns dos Bispos no exercício das suas funcçôes mandaram suspender todos aquel-IPS Parochos, e Beneficiados, que eram Egressos dasOidenb mendicantes, emquanlo não apresentas-

- sem dispensas apostólicas, que os habilitassem para poderem rttteber os benefícios.

' PoPesta fórrna-vieram • os Bispos- a- ínútiliôar, e tornar àecn éffeftò as salutares pnz>\rideu<íiasy-qe p='p' o='o'>

íGoverrio tinha dado pafaqué^ em igualdad-e de cir-cumstancias, ou quando Conviesse, fossem providos em Igrejas Pafocliiaea óâ' Egressos. Oraí-ey dezeja-

1 vfc-, quê S. Ex.a dissesse a esta Ga-ínara ;'$** dstiver habilitado para isso, se dè\i algiunas 'provi derreias para atalhar este mconvenieníe, que a meu 'ver «é graVe; porque, se e verdadeiro este facto'3 o queM: segue e quê o Bispo na sua Oioctíse v*ú lança«-fóra das'Igrejas todos os Egressos, tjue não ap^esesità-rem dispensa apostólica , e esta ciísta ^0 a, 80 mil reis/Ora pondere a Camará se um Egresso'miserável, a quem se não paga ha uns poucos d<_ que='que' espero='espero' respeito.='respeito.' governo='governo' esle='esle' do='do' algumas='algumas' mil='mil' para='para' providencias='providencias' _80='_80' nnos='nnos' tefá='tefá' chamo='chamo' a='a' dispensa='dispensa' atlenção='atlenção' obter='obter' tome='tome' e='e' reis='reis' àimihan-te='àimihan-te' negocio='negocio' p='p' sobre='sobre' esa='esa' apostólica='apostólica'>

O ST. /. A. de Campos: — Estava eu c^hvenci-do , quando apresentei este requerimento , de que a sua matéria, eespirito eslava perfeitamente nas ide'as